
You touch my ding ding dong
Deixo-vos a foto só para tirarem a piada ao bicho.

O Nome do artolas é Gunther.


Acerca do Aborto já ouvi demasiadas atrocidades e, regra geral, as discussões fogem da questão central e essencial. Antes de revelar a minha posição acerca deste referendo devo salientar que, antes demais, sou partidário da Liberdade de expressão e pensamento, inclusivamente, e isso é que é essencial, das opiniões contrárias. Quero sublinhar que respeito as convições pessoais e religiosas de cada um e faço-o porque acredito com muita convicção na Liberdade. Não quero, nem vou, discutir se há vida ou não até às 10 semanas de gestação porque essa questão é, e como sou um adepto fervoroso da Liberdade, do foro íntimo de cada um que, com o seu referencial moral, julga cque há ou não vida. Isto é inabalável, é sólido como uma rocha, e como tal, a minha decisão acerca do referendo assenta sobre a Liberdade mais do que tentar discutir questão íntimas do foro moral de cada um. Nessa medida, acredito e quero para o meu país uma sociedade que é tolerante e acima de tudo, uma sociedade que se dá ao respeito por quem a compõe, os cidadãos. Nesta medida, votar numa opção que não restringa a liberdade de pensar e ter um quadro referencial moral diferente de outros é uma questão emergente, urgente e imprescindível para uma sociedade civilizada. Votar Não é estar a impôr em outrém, através da figura do Estado com os seus meios, o Código Penal, a referência moral destes sob os demais que, livremente, têem o direito de pensar de outra forma. Se há quem julgue que interromper a gravidez é tirar uma vida independentemente de estar na décima semana ou não, é lícito concerteza pensar que é assim como convicção moral própria e não como uma certeza inabalável e transversal a todas as diferentes consciências. O que não é lícito é impingir esse referencial moral a quem, no seu direito consagrado na Constituição, tem o direito de pensar o contrário. Acredito que seja complicado perceber como será possível que alguém tome como hipótese a realização de um aborto, para mim é também, mas o que a mim é pacífico é o facto de eu ter a obrigação moral de aceitar que há algures alguém que, em consciência, pense de uma forma diferente mas que, acima de tudo, tem o direito de seguir em consciência o exercício de uma opção, que não é fácil, com dignidade e sem colocar em risco de vida a mulher. Porque é que voto SIM apesar de nunca colocar como possível a realização de um aborto a uma companheira minha? Porque uma questão de coerência e de Liberdade. Não posso continuar a enterrar a cabeça na areia e fingir que não acontece, mesmo que, não haja pena efectiva em caso de aborto porque, e numa questão de coerência, se é de subtracção de vida que se trata, então, o quadro penal deveria ser outro, sejam coerentes!!! Essencialmente tenho o dever de respeitar quem, em consciência, tenha uma opinião diferente porque, poderei discordar mas nunca poderei criminalizar alguém por ter uma opinião diferente da minha. Não consigo sequer expressar a angústia que sinto por ver pessoas a esgrimirem argumentos em favor do Não com recurso a chantagem emocional e a demagogia. Estamos, com este referendo, a falar acerca da despenalização da interrupção voluntária da gravidez até às 10 semanas,que quer dizer dizer liberalização. Não podemos pensar que pelo facto d haver a despenalização que irá haver uma correria aos hospitais para abortar porque não haverá. O que haverá são desmanchos como sempre existiram e existirão mas com recurso a condições higiénicas e de segurança condignas da condição humana.
Quanto à Igreja Católica, que não os façam e que usem o que têem entre as pernas para procriar apenas e sigam as palavras do vosso Papa. Quanto ao resto estejam calados e respietem quem tem uma opinião contrária porque respeitamos a Igreja Católica apesar de todos os males que já nos provocaram.
Quanto à recente proposta dos desnorteados partidários do Não, pareceu-me haver um certo desnorte, de substituir as penas de prisão por serviço comunitário, devo dizer quer, dizer-se que uma lei deverá continuar porque ninguém a aplica e quando a aplica é para estigmatizar quem cometeu a infracção é ridículo e desrespeitante da condição humana.
Quanto ao Basquetebolista frustrado e actual Lider do PSD quando diz que este referendo não deverá ser partidarizado, este, deverá ter mais cuidado com os anúncios de campanha da responsabilidade do PSD na rádio indicando que é preservando a vida é que se resolve a questão do Aborto. Idiota chapado, sim o mesmo que votou a actual pergunta e que vem agora com fait-divers acerca da pergunta!!!
Por último, concordo com os partidários do Voto Não quando dizem que a despenalização per si não irá resolver a questão do aborto. O que não conseguem compreender é que a despenalização do aborto é um passo que deverá ser acompanhado de outros passos e não, como pretendem os partidários do Não, continuar a enfiar a cabeça na areia feito avestruz e fingir que nada aconteçe mantendo a actual Lei que permite o aborto clandestino sem condições e lucrativo para algumas clínicas em Portugal, diga-se em abono da verdade. Por falar em serviço comunitário, a todos os padres que já, em confessionário, impingiram a urgência de um aborto clandestino a jovens moças salváveis das chamas eternas do Inferno, não há serviço comunitário que os valha.
Eu voto SIM!!!
Quanto ao mau gosto dos Benfiquistas devo dizer que sim senhor cor de rosa também é bonito, a mala é gira, o chapéu estilo Rainha Isabel II também não é mau mas esse blush é que não!!! Um Pêssegozinho ainda vá lá agora vermelho bahhhh!!!!
Lembro-me do homem que trabalhava no bar da estação de caminhos de ferro do Entroncamento. Conhecia quem conduzia as locomotivas pelo apito característico que cada um dos máquinistas tinha, bem como, pela sonoridade do apito conseguia dizer qual era a locomotiva: “ Olha vem aí o Feliciano com a Santa Apolónia, vai fazer a linha da Beira Baixa!”. Esse homem adoeçeu e o seu percurso é triste devido à doença grave que contraíu mas não é propriamente disso que quero falar. É do Bar da estação do Entroncamento que quero falar que já não tem operários com a marmita, tem agora, militares, funcionários públicos, gente do sector terciário, desculpem-me mas não é a mesma coisa, essa não é a gente que preenche a minha memória das vezes que ia a Lisboa. Quando chegava ao Bar havia a conversa de quem tinha as mãos encarcilhadas pelo ferro e a solda de mil comboios arranjados, agora, todos pegam a sua chávena de café e viram costas ao bar em direcção à televisão em silêncio. Este não é o meu Bar defenitivamente. A cidade tem os mesmos autocarros cor de laranja e as pessoas a fugirem por entre as pedras da calçada desviando-se de olhares. Só eu é que adicionei mais uns centímetros e agora vejo as coisas de outra perspectiva. Esperei pela viagem de regresso e escolhi de propósito o comboio da Beira Baixa mas já não havia os velhotes com os intermináveis sacos, as encomendas lá para a terra e o perfume das suas conversas. Enfim, há outras coisas.
João de Sousa de Lima nascido a 05 de Janeiro de 1941, o J para os amigos.
O que não sabem é o que o Pai Natal, o gordo, faz enquanto os outros trabalham.
Em
Até aqui ainda não está mau mas eis que vem a parte pior anos mais tarde e ainda no Regime Fascista. Para além da preferência ser dada aos familiares, agora os trabalhadores do “sindicato”, vulgo homens de inteira confiança do regime, terem a prioridade na contratação por parte das gráficas para evitar que os “estranhos” invadissem o ramo. Ora bem, estou a ver que ainda vou ter que fazer uma revolução na indústria gráfica.
Meus caros um Feliz Natal e vemo-nos depois de eu estripar estes homens do “sindicato” fora da indústria gráfica. Vitória ou muerte !!!
Uma sala cheia de idosos, uns doentes outros a matarem o tempo que lhes resta e uns indivíduos de fato e gravata a pairarem à volta dos médicos é um quadro pouco saudável para quem vai a um edifício intitulado, ironicamente creio eu, de centro de saúde. Comparativamente, percebo mais facilmente a lógica do idoso que vai ao centro de saúde para matar o tempo com uma de muitas maleitas que se resumem apenas a uma enorme solidão do que a lógica de um individuo de fato e gravata, que não sendo médico, vende medicamentos a médicos. A lógica parece ser a de anunciar medicamentos das empresas farmacêuticas a médicos por indivíduos que não são médicos nem fazem a mais pálida ideia do que é que estão a vender, perdão digo, que estão a propagandear a troco de idas gratuitas e desinteressadas a congressos no Brasil ou outros destinos paradisíacos, mesmo não fazendo a mais pálida ideia do que é que estão a propagandear. Tão depressa esses delegados propagandeiam um anti-inflamatório como uma pastilha de urânio enriquecido para a tosse, a diferença está no congresso claro está. Depois há uma outra coisa que me irrita nesses tipos que é o aspecto sabujo deles, o aspecto sinuoso que eles têem com a curvatura fácil da espinha perante uma bata mesmo que por engano se verguem perante uma auxiliar que passa no corredor. As remessas são constantes e gratuitas há possibilidade de fazer as experiências que forem necessárias, as cobaias não faltam e pagam a taxa moderadora.


É um desafio tentar descobrir o que motivará quem quer que seja a estar em frente a um televisor mais de 5 minutos a ver um programa de Wresttling. Pela inusitada violência dos golpes desferidos com mestria e arte acrobática combinada? Não creio. Será desnecessário dizer que a emoção de não saber qual o desfecho do combate não existe como em outros desportos, aliás, aquilo está tudo encenado. Posto isto qual será o trigger para motivar alguém a ver um combate de Wresttling? Já vimos que não é pelo facto de haver emoção no desfecho do combate, então o que será que move tanta gente para ver este tipo de espectáculos? Um conjunto de indivÃduos que transpiram esteróides anabolizantes por todos os poros? Pelos cabelos frisados desses indivÃduos? Será ver o ridÃculo de um individuo com cara de mauzão a usar Lycra com as unhas pintadas? Enfim não consigo percebem, acho que quem vê este tipo de espectáculos deveria perguntar-se muito bem do porquê, caso contrário, isto roça já o fetiche ou algo assim.
Devo confessar que este post foi motivado pela luta titânica de escolha de temas para posts entre o Wresttling e a Confraria das Bifanas. Enfim achei que o Tema da Confraira merecia mais tempo da minha parte pela sua nobreza e riqueza alimentÃcia digamos assim.
And I'm on tonight
You know my hips don't lie
And I'm starting to feel it's right
All the attraction, the tension
Don't you see baby, this is perfection
Estou a fim hoje e tu sabes que as minhas ancas não mentem e eu estou a começar a sentir que é certa, a atracção, a tensão, por isso vês meu amor que isto é perfeito ?!! aqui prefiria os versos de Quim Barreiros com a canção da cabritinha pelo mais elevado bom gosto concerteza


Comparações absurdas e reivindicações narcisÃcas de quem se esquece de tudo em seu redor desesperam-me. Não sou o Super-homem, e mesmo que o fosse, não vestiria as cuecas por cima das calças como ele, imaginariamente é claro, usa. Não tenho o dom da clarividência nem tenho pretensões de ser um semi-deus qualquer de um qualquer panteão. O facto é que me esforço em não comparar o que são os meus problemas ou dificuldades da vida com as dificuldades ou problemas dos outros porque, indubitavelmente, os problemas dos outros são para mim fáceis de resolver porque não os sinto nem perco sono a pensar neles. Logo, qualquer tipo de comparação entre o que é a nossa vida com a vida de outrem é, pelo exposto anteriormente, intelectualmente desonesto e invariavelmente resulta sempre na noção de que os nossos problemas são sempre difÃceis do que dos demais. É muito mais fácil apontar o dedo aos outros do que é, em primeira mão, questionar a nossa própria conduta e verificar se o problema não partirá de nós mesmos. É um acto de inteligência, sensibilidade e bom carácter deparar-me com pessoas que, pelo menos, tentam, já que é difÃcil conseguirmos este poder de autocrÃtica a todo o tempo. Há quem se esforce e revele a sensibilidade e a inteligência suficiente para tentar perceber o âmago das questões com que se deparam ao longo da vida e fazerem a devida introspecção sobre o seu papel na origem ou resolução de um determinado problema. São estas as pessoas que vencem a luta juvenil contra a virgindade, ou seja, são aqueles que foram mas já não são mais virgens, desfloraram definitivamente, ao passo que, outros há que apesar de terem deflorado em tenra idade, continuam a portarem-se como as eternas virgens imaculadas das culpas do mundo em que os seus problemas são sempre culpa de outros. A virgem antes de o ser já o era virgem de condição pelo menos.



Pretendo decompor uma parte da Moral Judaico-Cristã que está mal formulada. Refiro-me à história de termos a possibilidade, para quem é crente claro está, de entrarmos no Céu se levarmos uma vida sem pecado ou quase. Para levarmos essa vida sem pecado teremos que evitar uma série de pecados, alguns dos quais mortais no género de, se os cometes, és fulminado por um raio vindo dos céus ou por uma foto comprometedora no jornal, mas que, vivendo essa vida sem pecado, teremos que prescindir de algumas coisas que, por exemplo, outras religiões oferecem para o mesmo efeito, ou seja, para efeitos de entrada num Éden post mortem de Ãndole hedonista puramente. Por assim dizer, o “produtoâ€�, é a entrada no Céu e nisso, a religião Islâmica, tem vantagens nÃtidas sobre a velha moral Judaico-cristã porque promete sete virgens a todos os mártires que entrem no Céu, apesar de, na "vida terrena" o limite ser três mulheres desde que haja consentimento por parte delas. Ora, no caso da Religião Cristã, para entrarmos no Céu, teremos que viver uma vida devotada a um(a) parceiro(a), de cada vez pelo menos, e nada de deboche nem cá nem lá no ParaÃso, pelo menos, é assim que o apregoam. Concorrencialmente, esta história tem que ser revista porque, das duas uma, ou um cristão qualquer vai para o paraÃso e apanha as tais seis mulheres por cada homem que lhe escaparam por imperativos diversos sendo os morais os mais importantes senão não estaria no ParaÃso, e pode escolhê-las também, ou então, os muçulmanos levam uma vantagem enorme sobre nós e têm por assim dizer, a moral mais correcta e vantajosa no que toca este aspecto. Alguém contou mal esta história porque, se teremos que nos sacrificar aos prazeres da carne para entrarmos no Céu e, chegando lá, não temos a garantia de podermos tirar a barriga de misérias, então, o negócio por assim dizer não é vantajoso e assim não sei se valerá a pena lá entrar. Eu pelo sim pelo não, sempre que posso, faço como diz o ditado : “ se vais para o mar avia-te em terra! “
* É importante referir que existe um preconceito enorme e em muitos casos infundado acerca do que é o Islão, bem como, da parte de muitos que profeçam essa religião existe também uma usurpação do que será o que vem escrito nas escrituras.
A selecção inglesa vai de volta para a sua Foggy old England com os prédios encardidos, ao passo que, nós Portugueses, vamos ficar a colorir a Alemanha durante, pelo menos, mais uma semana.



Porque afinal, hoje excepcionalmente, temos que decascar esta laranja mecânica que se quer com muita falta de lubrificação que é para emperrar.
O mundo em que vivemos afigura-se-nos de uma forma intelectualmente desonesta na forma em que nos ludibria com uma falsa sensação de segurança e prosperidade na vida através de um consumismo selvagem de todo o tipo de porcarias que ninguém precisa realmente e que nos escraviza, ou nós nos auto-escravizamos em torno disso. O facto é que a lógica batatal do mundo em que vivemos diz-nos que teremos que perder o nosso emprego ou trabalhar até à exaustão porque algures num paÃs qualquer de terceiro mundo alguém é escravo, perdão, ganha 20 dólares por mês e nós ganhamos demasiado e deixámos de ser “produtivosâ€�. Por vezes dou por mim a ter a sensação que vivemos numa colmeia gigante sem mobilidade social em que há uma maioria que nasce para obreiro(a), alguns para guerreiros e uma rainha. Só assim é que se pode viver fingindo que tudo o que nos rodeia é normal, vivemos dentro da história da Abelha Maia mas na versão de terror.
Após esta introdução espero que esteja criado um ambiente propÃcio, da mesma forma que se acendem umas velas e coloca-se um bom vinho na mesa para um jantar mais especial, para vos falar acerca de um estudo que um Banco Holandês fez acerca do Mundial de Futebol na Alemanha. Desenganem-se aqueles que pensam que o estudo referido anteriormente seja acerca dos dividendos que o paÃs organizador possa extrair do campeonato mas sim, espantem-se, é um estudo acerca das consequências para cada um dos paÃses que participam com as suas selecções se conquistassem o tÃtulo. Os resultados estão impregnados da lógica neoliberal que nos é impingida todos os dias pelos nossos governantes e desta forma, os resultados são hilariantes. Segundo o estudo realizado, a Alemanha, como está a recuperar da recessão económica, é o paÃs ao qual mais convinha que vencesse o campeonato pois iria estimular o mercado interno através da euforia e consumo interno de produtos alusivos à selecção. Outro paÃs que convinha mais que ganhasse o campeonato do mundo é a Itália que precisa de mais confiança interna para descolar para a recuperação económica. Quanto a Portugal, dizem os holandeses que fizeram o estudo, não convém que ganhe a bem da sua economia porque isso iria estimular o consumo interno aumentando as importações. Ora nada mais incorrecto quanto dizer que o facto de Portugal ganhar o Mundial que poderia ser prejudicial à economia pois, se conhecessem bem os Portugueses, saberiam que o que aconteceria seria o seguinte:
- Recorde de vendas das cervejeiras
- Recorde de vendas dos produtores de Vinho
- Recorde de audiências nas televisões
- Aumento de gravidezes fora do casamento e dentro também
- Uns dias de festa bem passados
- Ok, os chineses iriam vender muitas bandeiras com uns pagodes em vez dos castelos e depois?!
Ora como vêem o que aconteceria era estimular a produção Nacional.