segunda-feira, maio 05, 2008

Reinventar a roda

Passou-se o 25 de Abril, ou melhor, as comemorações dessa revolução que ainda não se concretizou e com isto escuso dizer mais nada porque, os mais atentos dos concidadãos, percebem que muito ficou por fazer e que caminhamos a passos largos para um NeoLiberalismo selvagem com uma Esquerda presa ainda pelo discurso retrógado do século passado. Porque tudo isto? Simplesmente pelo facto de ainda não perceberem que toda e qualquer politica deverá centrar-se no individuo como um todo, livre, solidário e respeitador das características particulares de cada um não as destruindo em prol de um vago e insensível interesse comum imposto por uma elite apartada das reais necessidades do individuo e movida por interesses egoístas, logo, quanto a mim, criminosos. Uma política para o próximo sem uma taxação do individuo em Euros ou Dólares, como se de um custo de um balanço se estivesse a falar, ou seja, que não ser colocado um preço a um individuo, seja qual for este preço, em termos de saúde, educação ou qualquer outro aspectos da pressucução das satisfação das necessidades básicas do Ser Humano e que é, ou deveria ser, o objectivo do "Estado" como entidade representante de uma comunidade vasta que engloba outras vivendo em harmonia pelo principio básico do respeito entre iguais pondo de lado os preconceitos que desrespeitam o individuo e a comunidade em que vive. Porque a alimentação não podem ser alvo de manipulação especulativa impune após os efeitos verificados com os cereais porque, quem esteve ou está por trás, deve ser chamado à justiça como todos os genocidas até ao momento* em tribunal por crimes contra a Humanidade.
Quanto ao 25 de Abril, por mim, faltou uma arena e uma G3 carregada para fazer o serviço como deve de ser e mais não digo.

* Digo até ao momento porque ainda estão à solta muitos genocídas. Por acaso até aparecem todos os dias na televisão....hum.....George?!

domingo, abril 20, 2008

Não sou candidato

Um vazio de ideias nos últimos tempos, uma indisponibilidade para me dedicar mais a fundo a um projecto, confundir ideais com pudins num discurso meio transloucado ou com efeitos secundários de uma exposição demasiado elevada ao que o Alberto João Jardim diz e uma vontade férrea de arranjar um tachito algures por aí à custa de um populismo barato, apesar disso não me vou candidatar à liderança do PSD, há bardinas mais bem posicionados para isso.



P.S: Tinha que ser, é mais forte que eu!!! Um pouco de veneno de vez em quando nunca fez mal a ninguém.

quarta-feira, abril 16, 2008

Ideias e Pudins

As ideias são como os pudins, não se podem comer assim que saíem da forma senão dão dores de barriga. So true!!!


Apesar do absurdo da ideia de comparar ideias com pudins ( eu acho engraçado todavia) não pude deixar de pensar nisto porque se fossemos a fazer tudo o que nos vai na cabeça de repente teriamos muitos disabores, ou melhor, dores de barriga e pudins indigestos.

sexta-feira, abril 04, 2008

Três chegam

Três palavrinhas chegam para dizer......................Fim de Semana!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! que alívio ;)

segunda-feira, março 31, 2008

Brighter side of life

Porque a vida é mesmo assim por muitas contas de cabeça que se façam, deixo-vos com the brighter side of life.


domingo, março 30, 2008

Quando os outros olham para nós e descobrimos que ainda não nos vemos

Terá Lisboa se tornado a Badajoz Espanhola para virem em hordas tantos espanhóis à procura de vistas e recuerdos? Não consegui deixar de ouvir o que um Espanhol estava a dizer à sua mãe quando descia as escadas rolantes. Dizia o Espanhol para a sua mãe, Portugal é mais europeu que Espanha, e isto fez-me recordar várias coisas. Não vou aprofundar a ideia acerca desse cariz mais europeu de Portugal versus Espanha mas a frase que o Espanhol proferiu fez-me recordar aquilo que diziamos em Badajoz sobre espanha e como o Antigo Regime Salazarista nos fez voltar as costas ao nosso país vizinho usando as lérias clássicas das origens diferentes dos povos e que nós, os Portugueses coitadinhos, eramos europeus emprestados. Achei curioso a visão do nosso vizinho Espanhol acerca daquilo que via através da cidade de Lisboa e como, a visão que o espanhol tinha, estava tão próxima da psicologia de inversão que poderia estar a fazer a um de todos os Portugueses de visão Bipolar acerca da comunidade em que vivem que se chama Portugal. O que se passaria na cabeça de um desses conformistas bipolares que roçam o cotovelo no balcão de um qualquer café autoflagelando-se acerca da sua triste situação de pertencer a esta comunidade chamada Portugal, se ouvisse este espanhol? É isso mesmo, somos um povo Bipolar mal medicado e orientado por regimes democráticos e não-democráticos que nos têem manipulado a pensar mal de tudo e a estar eufórico e melancólico connosco mesmos. Entretanto, temos todos os especialistas do problema, os engenheiros do problema, que despender energias imensas para identificar o problemas ou vários problemas e a fazer zero para os resolver, aliás, como poderiam fazer isso, seria negar a sua própria existência, lá vamos andando com a cabeça entre as orelhas.

domingo, março 23, 2008

Sapo de estimação

Definitivamente não tenho sorte com os meus animais de estimação. Se em Fevereiro morreu o meu cão, o Che, desta feita foi a vez da Misha, a gata da minha companheira. Morreu de uma forma inesperada, deixando a minha companheira muito triste como é perfeitamente compreensível. Isto pôs-me a pensar acerca desta história de ter animais de estimação que ficam nos nossos corações como se membros da família se tratassem, porque ficam quer queiramos quer não, e depois, pela lei implacável da vida, morrem, geralmente, muito antes de nós. O próximo animal de estimação será um sapo. Porquê um sapo?! simplesmente porque quando este morrer posso enterrá-lo no quintal e acabar com a má sorte de alguém e a sua existência não será tão fugaz assim. Tenho dito!!!

sexta-feira, março 14, 2008

Raibantes carapinhas e bigodes

Se o Natal é quando o Homem quizer, a moda, é para todos os dias de uma forma silly porque, uma Silly Season ou tendência de moda como os mais tecnicistas gostam de apelidar, como o Natal, é sempre que um Homem quiser. A Moda actualmente gira em torno do revivalismo Kitsch dos anos oitenta sendo os óculos de sol de tamanho colossal um exemplo flagrante disso. Recuso-me a usar os óculos que, na minha infância, já os achava absolutamente estúpidos exceptuando, é claro, quando passava na televisão a Abelha Maia e ai eu via um correlação lógica entre oculos de abelha e pessoas adultas por muito psycho que isso possa parecer. Agora é ver milhares de pessoas com óculos enormes quais abelhas maias fora de tempo, irra mas que falta de criatividade!!!!
O tempo da carapinha, raibantes e bigodinhos farfalhudos já lá vai meus caros, abaixo a pelosidade agregadora de restos de alimentos e outros fluídos menos desejáveis para ter ao pé da boca!!!! Lâmina nesse buço e uns oculinhos que não vos dê um ar abelharuco!!! Ne falo da geração Morangos com açucar que só isso dá para um livrito de bolso da europa américa no género, o seu filho apareceu em casa com uns raibantes de aros brancos e umas calças no fundo do rabo? Aprenda a lidar com isso em três ou quatro lições!!!

terça-feira, março 04, 2008

Amadores? não obrigado !!!

Poderei estar a exagerar um pouco para a minha realidade próxima mas sinto de alguma forma isso e não deixo de ter razão em pensar assim. Não consigo perceber a falta de humildade de outros em não tentarem aprender, ou melhor, partilhar, beber das experiências com outrém. Ninguém nasce ensinado mas há "amadores profissionais" passo a expressão, pessoas que insistem em pensar que sabem sem ouvir os que os rodeiam.

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

uuuhh I´m gonna kill that waubiit!!!

Sem querer desrespeitar quem é vegetariano mas (but all that wealthy food concept is rubish!!) é uma treta. Antes demais, devo dizer que consumo e faço pratos vegetarianos agora que tenho um wok. Divirto-me imenso a inventar pratos com vegetais porque, no wok, a carne é meramente decorativa e se não estiver presente ninguém dá por falta dela.No entanto, não sou vegetariano, sou omnívoro, ou seja, arrefinfo o dentinho num pedacinho de carne de vez em quando, à excepção de carne de porco que é demasiado gordurosa pesa embora o facto de que um presunto nunca fez mal nenhum a ninguém ( dieta já foste! ). Essencialmente gosto de comer e cozinhar ( inventar diria antes!!!) e como tal, gosto de explorar todo o espectro da roda dos alimentos onde estão incluídas as proteínas animais. Respeito quem, por motivos gástricos digamos assim, tenha optado por uma dieta vegetariana mas, todos aqueles da tribo urbano que acreditam que não devemos comer carne porque coitadinhos dos animais que eles sofrem à brava ( true so true but ) e nós assim somos os maus nesta confortável dicotomia entre o Bem e o Mal numa sociedade que nos faz desviar no passeio de um mendigo e abraçar um cão que esteja abandonado. Claro que estou a exagerar mas há os “fundamentalistas”, há aqueles que perderam a fé nos Homens e encontram nos animais o conforto perdido de uma amizade sincera que não é, julgam eles, possível com os Homens. Mas é pacífico que não queiram comer animais, o que não é pacífico é a veiculação da ideia de uma alimentação saudável estritamente vegetariana porque, esta como outra que não seja equilibrada não é saudável. Argumentarem que a falta de vitaminas e ferro pode ser complementada por suplementos é um argumento nefasto porque senão quem come presunto o dia inteiro também pode complementar a sua dieta com suplementos, neste caso comprimidos para o colesterol e coração ( cruel eu sei mas é um silogismo possível para o argumento vegetariano para os suplementos de vitaminas B12 e ferro ) e assim evitar por uns tempos o colapso total. O ideal é uma dieta equilibrada e comer carne em quantidades certas que, no caso português, não acontece porque meio bife é o suficiente para um Homem adulto mas quem come só meio bife. Devemos comer bem e mais vezes em menores quantidades e quanto aos pratos vegetarianos podem ser consumidos em alternância com a carne.

Compreendo que, para quem viva numa cidade e que não tenha sido habituado a conviver com animais e não tenha a experiência conhecer a natureza, lhes faça confusão toda esta história de matar animais para nosso alimento mas essa é a Lei da Natureza, ou melhor, no nosso caso seria recolher carne do tútano dos ossos dos animais mortos por outros predadores de acordo com a nossa evolução humana, mas lá entendemos que seria melhor domesticar os animais e poupar energias para encontrar carne. O problema aqui é que desde o início da agricultura, caça e recolecção de alimentos variados, até ao presente momento, passaram-se centenas de milhares de anos e o nosso organismo adaptou-se ao consumo, esporádico, de carne e não ao consumo exclusivo de vegetais, daí não ser natural comer só vegetais. O problema aqui tem a ver com a criação de mitos urbanos que vão e vêem ao longo dos tempos e que neste caso criaram o mito de ser-se vegetariano para vivermos mais e melhor, o que, em comparação com alimentação incorrecta do bitoque a boiar em óleo tem de facto amplas e vastas vantagens mas, não é uma alimentação saudável, nem deve, para quem gosta de animais, ser a forma de entender a natureza porque esta é cruel. No dia que descobrirem que as plantas têem sentimentos vamos começar a comer ar, parece-me.

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Abertas as inscrições para novo curso

Com a promessa de escrever algo acerca disto, deixo-vos para já isto retirado do Centro de Emprego da Guarda.



Sempre gostaria de saber se eu, por exemplo, que nasci com dois pés esquerdos para a bola, no final deste curso estaria apto a ombrear com um Cristiano Ronaldo ou um Figo, ou se, em vez disso, estaria apto a mandar bitaítes num qualquer talkshow da SICNotícias como o outro que lá vai dizer que o Jesualdo Ferreira não é o protótipo de um portista bacteriológicamente puro ou que o meio-campo do Sporting está precisar de textura? OU por uma via ou por outra tinha a vidinha feita, essa é que é essa!
Mais tarde vou escrever acerca deste programa Novas Oportunidades, não jeito de comentador de futebolês porque o tema merece o devido respeito.

domingo, fevereiro 10, 2008

Estes Romanos não devem, estão mesmo loucos!!!o

Lembro-me que quando ingressei no secundário alimentei o sonho de um dia vir a ser advogado. Por sorte e por mérito de um professor meu, um gabarolas frustrado com a sua condição de professor apesar de ser advogado, desisti da ideia assim que começei a ouvir as histórias dele sobre os estranhos contornos da Justiça em Portugal. Achei nojento e contra os meus princípios as histórias de chica-espertice de advogados que esse meu professor me contava e, felizmente para mim, a disciplina de Direito era opcional e no ano seguinte escolhi Sociologia como disciplina opcional e adorei-a. Tudo isto aconteceu porque na altura toda a gente queria tirar Direito e eu pensei que isso fosse bom para mim não fosse eu ter uma lábia brutal mas, felizmente, tinha escrúpulos e isso colide com a função, no entanto, o curso de Direito era o curso da moda na altura em Portugal, todas a gente queira tirar o curso porque as histórias que se contava era de que o curso servia para tudo, até mesmo para gerir empresas por incrível que isso possa parecer. Ciclicamente, em Portugal, lancam-se cursos como sendo a panaceia universal e ou a resposta milagrosa para todos aqueles que querem tirar um curso e serem Doutores empregados de imediato num cargo a ganhar bem e a fazer pouco ( é disso que se trata! ). Mais tarde passou para Gestão de Empresas porque Portugal tinha que se modernizar e para o efeito, como é hábito em Portugal, começou-se a construir a casa pelo telhado, ou seja, em vez de começar a formar a mão de obra e os processos produtivos, começou-se por formar os gestores cheios de teorias modernas de gestão para gerirem as fábricas anacrónicas de salários mínimo, trabalho infantil e trabalhadores semi-analfabetos, brilhante!. Depois veio Psicologia, uí a panaceia universal toda a gente queria ser, toda a gente queria ter um a trabalhar na sua empresa que moderno!!! Agora estão no desemprego. Actualmente são os Engenheiros Mecânicos que até para Comerciais têem como requisito serem engenheiros, resta saber o que irá acontecer futuramente quando saírem os imprescindíveis técnicos de manutenção mecânica nível III a fazerem o mesmo que os Engenheiros Mecânicos fazem agora. Querem adivinhar que irá acontecer??? Desemprego! Tudo isto acontece porque há academias a alimentar com alunos porque é assim que há financiamento e todos nós sabemos que o curso de Engenharia Mecânica tem poucos alunos, ou melhor, tem muitos que não entraram noutros cursos. Brincam com o futuro das gerações de Portugueses num constante manejo de influências para preservar tachos.
Por último, tenho o mais profundo respeito por todos aqueles que desempenham as funções, ou não, de Engenheiro Mecânico, Psícologo e até mesmos Advogado mas este post, como devem ter reparado, não se dirige a eles propriamente mas sim a todo um sistema a que Portugal está entregue, ou melhor, refém.

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Fumo

Daqui escreve um ex-fumador que largou o vício fez no mês passado dois anos. Não pretendo desbruçar-me demasiado acerca da Lei Anti-Tabaco apesar de achar que esta tem alguns pontos os quais eu estou em desacordo, o que me leva a escreve este post é outro aspecto apenso à lei Anti-Tabaco. Há por aí um sentimento, por parte dos fumadores, de perseguição, excesso de zelo por parte de quem legisla de incompreensão quiça também, mas acerca disso temos que ver que o prazer de um fumador colide, se satisfeito no mesmo local onde estejam não-fumadores, com o bem-estar e saúde dos demais já para não falar na sua própria saúde. O ponto, todavia, a que quero chegar em relação a este ponto prende-se com ofacto de me parecer que há uma espécie de vitimização dos fumadores por, dizem eles, estarem a perder o direito a fumar. Ora, direitos há mas a fumar provocando prejuízos sérios à sua própria saúde e á dos outros não há, sejamos francos e realistas, mais, alimentar esta ideia de vitimização é entrar num discurso de um viciado pura e simplesmente. Que um fumador é um viciado é um facto e quem ainda não percebeu é porque tem um problema grave em termos de percepção cognitiva. Mais digo-vos vício por vício, fumo por fumo, mias vale fumar um droga leve como a canabis que ao menos assim tem-se proveito naquilo que se consome, tabaco só alimenta os cofres do estado e da tabaqueira nacional e a Phillip Morris. Sou a favor da despenalização e consumo livre mas controlado de canabis, pesa embora o facto de não ser grande consumidor da substância. Quanto ao tabaco que de prazer trás pouco, ou melhor, três ou quatro cigarros por dia porque os restantes são só para entupir o pulmão e matar o vício, é de combater pela capacidade aditante da substância e pelo facto de estar a alimentar um lobby pernicioso do tabaco nacional e Norte-Americano.

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Fome, muita fome

Se calculassem o número de entradas que este blogue tem à conta de um post antigo em que mencionei as fotos da Carla Matadinho a ter sexo com o seu parceiro da altura e que contou com uma resposta do Litanias, se calhar não acreditavam. Mas é verdade o que só me faz concluir que há muita fominha escondida por aí. Desculpem lá e com todo o respeito, andar na net à procura dos filmes ou das fotos da Carla Matadinho entra no campo do enresaivamento. Qualquer das vias agradeço a visita, todavia, e anuncio que o Raminhos é um blogue que aceita as diferenças e como tal, os enresaivados, também têem direito a lerem as baboseiras que eu escrevo. Lerem o Raminhos prova que a mão direita dos enresaivados(as) também tem mais utilidade do que se possa imaginar à primeira mão.
Bem hajam e protejam-se sempre de calosidades indesejadas.

terça-feira, fevereiro 05, 2008

Carnaval, dia de descanso

É Carnaval, é carnaval trá lala lala....alto isto é no Natal. Bom como se fosse Natal, a nossa classe política, vê o Carnaval sob o mesmo ponto de vista do mesmo, ou seja, Carnaval é sempre que o político quer, Carnaval é todos os dias, todos os dias servem para pregar partidas carnavalescas e mesmo que não estejam mascarados de palhaços, a semelhança é notável, serve na mesma para pregar partidas. Assim, como a nossa classe política anda o ano inteiro a fazer palhaçada e a pregar-nos partidas carnavalescas e nós a rirmo-nos feitos tolos enquanto somos enganados, ontem, a classe política pode fazer o mesmo que faz o ano inteiro desta fieta sem ser contestada porque goza de um dia livre em que ninguém leva a mal, nem pode, porque é Carnaval.



P.S.: Será tão evidente o meu descrédito para com a classe política e o Carnaval? Nota-se muito que não gosto do Carnaval? Sim porque sou um daqueles resistentes que ainda não comprou uns skis, nem foi à Serra da Estrela atirar neve aos carros que passam.

domingo, janeiro 27, 2008

A frase que vai ficar nos anais da parvoice

A frase que vai ficar nos anais da parvoíce foi proferida pelo comentador desportivo, o Sr. Rui Santos, no canal de televisão por cabo SIC Notícias. A frase foi proferida a propósito de Jesualdo Ferreira, treinador do FC Porto, para tentar dizer qual seria a relação de Jesualdo com os adeptos do FC Porto e respectiva Instituição. Desta ideia básica brotou a seguinte frase :

"... Jesualdo Ferreira não é o protótipo de um portista bacteriológicamente puro..."

Ora cá está a razão pela qual eu gosto do futebol. É por estes palermas de cabelinho encaracolado a vociferarem palavrões de sete e quinhentos qual metralhadora implacável de herói de filme categoria B. É o comentário futebolístico de taberna chunga trazido em horário nobre, é sublime o humor!!! ahahahahaha!!!

Já agora, Spooorrrtiiing!!!!

sexta-feira, janeiro 25, 2008

Descrédito

Não tenho tido muita vontade de escrever seja lá porque for seja lá qual for o tema. De alguma forma parece que estou anestesiado com tudo o que se passa à minha volta, o que me leva a pensar num tema ter algo a dizer mas depois pensar, mas para quê? o que serve? de que vale? Pois realmente valerá sempre qualquer coisa mas estou cada vez mais desencantado com o país e, sobretudo, com o povo. É fácil apontarmos para uma figura que outrora era o bicho papão e que agora é o Estado/governo e dizer que a culpa é deles ou dele e continuar a praguejar por aí contra estes e a mandar bitaítes acerca de como, se eu mandasse, seriam feitas as coisas. Um povo que está cada vez mais embrutecido por novelas, talk-shows, modelos fotográficos a representar, fait-divers, jornalismo de referência ( má por sinal) e um governo que nos trata, em alguns casos com razão, como se fossemos uns camelos que para aqui andamos. Utilizo o vernáculo de café para ver se chego aos tipos que andam de Nikes e Adidas e GPS nos carros e cuja preocupação se centra na forma como vão comprar o novo modelo de telemóvel de 4ª ou 5ª geração. Toda a gente tem uma opinião mesmo que o assunto seja Física Quântica e protestam. A Comunicação Social é muito fraca e manipulada por interesses partidários à direita e à "esquerda", querem o óbvio, o ruído o escândalo, a desinformação, mandar areia para os nossos olhos. Fizeram uma campanha em prol de Alcochete que, apesar de uma hipótese lógica, quanto a mim apesar de não ser técnico logo não me pronuncio sobre a validade técnica da escolha, mas que, neste caso, favoreceu, desde já, os privados com a construção de uma nova travessia sobre o Tejo e a sua exploração por privados que encherão os cofres deles e do Estado ao ponto de, em 20 anos, conseguirem pagar dois aeroportos de Alcochete. No entanto, pergunto-me, será que ninguém viu este aspecto? Onde começa o interesse nacional e começa o interesse privado? Onde se intersecionam? Os negócios são feitos nas cúpulas e nós o povo, como sempre, vamos vivendo contentes com a novela e com o GPS. Estou farto deste povo inculto e atávico !!!

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Che

Hoje é um dos dias mais tristes da minha vida até agora. O meu fiél amigo Che morreu. Refiro-me ao meu cão com 12 anos a caminho dos 13 que após um periodo longo e doloroso devido às artroses que lhe provocavam dores e pelo facto dos analgésicos já lhe provocarem efeitos secundários, teve que ser abatido. Não imaginam a dor porque, apesar de se tratar de um cão, é um amigo extraordinário. Com o Che tive dos momentos mais felizes da minha vida e custa, por vezes, perceber como a morte de um animal nos afecta desta maneira mas o facto é que os animais entram de mansinho nos nossos corações e ficam lá para sempre. O Che era um cão extraordinário em todos os aspectos, pela sua doçura, pela sua matreirice e pelo seu apetite voraz por tudo o que fosse um petisco mesmo que fosse um rebuçado ou até mesmo uma pastilha elástica já mascada e pela sua companhia, nunca nos deixava sempre fiél sempre presente parecia que percebia tudo só lhe faltava falar. Veio para minha casa em virtude da doença do meu tio, seu dono, e que o iria vitimar um ano mais tarde. Com o Che veio um catalizador da dor que era o facto de sabermos o quanto o meu tio gostava do cão e quanta questão fazia em que cuidassemos dele. O meu tio João disse-nos quando nos deixou o cão em casa: " Vão ver o Che é um amigo extraordinário, vai entrar de mansinho nos vossos corações." Bendito, benfeito foi o que aconteceu. Quando o meu tio faleceu o Che foi como que um catalizador para a dor porque este cão, como todos os cães, incorpou a personalidade do seu dono e dessa forma parecia que o meu tio tinha , de alguma forma, ficado entre nós. Agora que o Che morreu, morreu o que restava do meu tio João e toda a família sentiu isso, os meus pais, a minha irmã, os meus tios e primos. Foi enterrado na Bacorinha, a vinha dos meus avós no sopé da Serra D´Aire.

A vida continua e a do Che terminou aqui mas o seu espírito voltou para onde se sentia bem, ao lado seu dono, o meu tio João. Até sempre Che! Vou ter muitas saudades tuas.

domingo, janeiro 06, 2008

África

Tenho saudades de estar em África apesar de só ter estado lá quando nasci até fazer um ano, por isso não me lembro, e de ter estado lá 15 dias recentemente. Adorei a vivência e aprendi muita coisa com o que vi, apesar de, como em tudo na vida, nem tudo o que vi foi bonito pois vi o que é realmente a miséria. Contudo, vi a magia de um continente e a vivência de um povo que, apesar de todas as dificuldades, era feliz, à sua maneira claro, mas eram genuínos na alegria que mostravam. Apesar das dificuldades da generalidade dos países africanos, não me importava nada de viver lá, o que posso fazer fiquei "intoxicado" por áfrica e não quero rehab nenhuma porque não servem whiskey nem minis, ahahaha!!!!
Por estas e por outras é que navego pela música africana e ou, por projectos de fusão com música africana. É o caso da banda da qual vos deixo o video de promoção, chamam-se "Extragolden" e fazem a fusão da música folk america e a música Benga tradicional do Quénia. Mesmo a propósito, nem tudo o que vem do Quénia são safaris ou más notícias. Espero que gostem, oiçam!



terça-feira, janeiro 01, 2008

Ano Novo vida nova

Antes de mais nada quero frisar o facto de eu não partilhar o entusiasmo da maioria das pessoas pela comemoração do ano novo mas esta desculpa, como qualquer outra, para fazer uma farra, este ano por causa da minha companheira, contagiou-me. Não me demovo da ideia que tenho desta "celebração" do Ano Novo, aliás, acho-a cada vez mais absurda. No entanto, este ano fui para a Nazaré e diverti-me imenso, aliás, tanto quanto me divertiria noutras alturas porque quando é para a farra estou sempre pronto, a vida são dois dias mal contados. Quanto aos votos que se fazem e as resoluções cabalísticas que se tomam não me contagiaram e apenas fiquei, como meta balizante, com o objectivo de emigrar. O Canadá, Nova Zelândia, Angola ou Dinamarca são os candidatos eleitos agora é só esperar a oportunidade se ela chegar claro está. Estou farto de Portugal tenhoque sair para ter vontade de regressar.