terça-feira, janeiro 01, 2008

Ano Novo vida nova

Antes de mais nada quero frisar o facto de eu não partilhar o entusiasmo da maioria das pessoas pela comemoração do ano novo mas esta desculpa, como qualquer outra, para fazer uma farra, este ano por causa da minha companheira, contagiou-me. Não me demovo da ideia que tenho desta "celebração" do Ano Novo, aliás, acho-a cada vez mais absurda. No entanto, este ano fui para a Nazaré e diverti-me imenso, aliás, tanto quanto me divertiria noutras alturas porque quando é para a farra estou sempre pronto, a vida são dois dias mal contados. Quanto aos votos que se fazem e as resoluções cabalísticas que se tomam não me contagiaram e apenas fiquei, como meta balizante, com o objectivo de emigrar. O Canadá, Nova Zelândia, Angola ou Dinamarca são os candidatos eleitos agora é só esperar a oportunidade se ela chegar claro está. Estou farto de Portugal tenhoque sair para ter vontade de regressar.

sexta-feira, dezembro 28, 2007

Thoughtfull wishes

A Lei que prevê a extinção de partidos políticos que tenham menos de 5000 militantes é, quanto a mim, uma má Lei. Porquê? Porque apesar de a Democracia, o menos imperfeito de todos os sistemas politícos, se centrar em maiorias e são estas que governam, pesa embora o facto de a maioria puder ser metade mais um, é certo que para o debate político sejam necessários todos os partidos políticos, mesmo os tais com menos de 5000 militantes.É certo que a bem da pluridade temos sempre os PNR de índole imaginário-absurda que advogam o nacionalismo, ou lá o que isso seja, como projecto político para o país mas que, em democracia, e é bom que lhes demos esse exemplo, têem o seu direito a existir per si. Porque não um partido de índole regional ou representativo de uma franja pequena de população existir para levar ao debate político as suas reinvindicações? Que maxificação pretendemos ter na política? Que princípio é este que dá azo a que alguém no poder se julgue detentor de toda a razão sem ouvir os demais? É prepotente mas exemplificativo da política de massas que temos e que vive de quotas de eleitorado e campanhas de marketing, este pensar por nós sem nos dar a possibilidade de criar e formular opiniões porque, pensam eles, só quem lá está é que sabe o que é o melhor para o país. Vejo cada vez mais do mesmo e o que se avizinha são tempos dificéis para quem faz parte de uma quota de eleitorado porque, esses, não são ouvidos, fazem com que estes oiçam mas não os deixam ter uma opinião visível. Já escrevi aqui o que penso acerca da falta de participação cívica do povo português entre os quais me incluo, não preciso dizer mais nada, aliás, no íntimo de cada um de nós está um tão católico mea culpa,mea maxima culpa .

A ideia que nos transmitem acerca da relação que deveremos ter para com o trabalho em que nos é exigido que tenhamos que investir na nossa formação sem garantias ou planeamento de necessidades de mercado, que tenhamos empenhamento e cada vez mais produtividade porque algures na India ou China alguém , em escravatura encapotada, consegue produzir mais barato que nós e competir livremente no mercado com os os nossos produtos é, quanto a mim, demasiado vergonhoso para se falar de tão grande absurdo e bestialidade se tratar. Em pleno século XXI ainda temos a pretensão de dominar povos e de nos aproveitarmos, em nome do lucro fácil, de seres humanos sem que estes tenham garantidos os direitos humanos consagrados. Mais, como é possível que nos peçam para trabalhar cada vez mais anos, ganhar cada vez mais o mesmo ou menos e ao mesmo tempo as grandes empresas verem os seus lucros dispararem? São questões imaturas e um pouco demagogicas algumas mas eu tenho consciência disso e faço-o de propósito, quero que as pessoas com uma mensagem clara e simples pensem um pouco e nas resoluções do ano que vem não se deixem ficar pelo supérfulo tão somente. Afinal porque teremos que ter um défice tão baixo, qual será o retorno, que retorno tem os meus impostos? Um sacrifício para vermos todo um sistema social europeu ser desmantelado para que percamos regalias e paguemos mais impostos? Mau negócio para quem paga. Mais, como poderemos nós continuar nesta espiral de insensibilização entre pares que faz com que se tratem pessoas como números ou como coisas dispensáveis, para quem vai este sacrifício que fazemos todos os dias ? Pensem nisto e esperemos por um ano melhor sem Bush e os seus desvaneios esquizofrénicos de um inimigo imaginário para fazer a guerra e assim alimentar o lobby do armamento, sem Tony Blair e sua hipocrisia, sem Darfur´s, sem esta insensibilização e com uma europa mais humana.

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Feliz Ano Novo

A todos os meus votos de um Feliz Ano Novo com saúde e com tudo aquilo que desejarem. E como pedir não custa, a todos um tachozito como o do Armando Vara ;)



FELIZ ANO NOVO DE 2008

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Feliz Bacalhau!!!

O Natal traz todo o fanatismo consumista reprimido por um salário que não chega durante o ano inteiro mas que, em Dezembro com o crédito e a ajuda do Subsídio de Natal, chega um pouco mais para satisfazer a gula desse monstro que é o consumismo. É altura de satisfazer as necessidades impostas pela sociedade de consumo que nos leva a desejar coisas supérfulas para combater a ansiedade que criamos por viver numa sociedade que oblitera as pessoas e as trata como bilhetes de transportes públicos, ou seja, só é válido para a viagem em causa porque depois vai para o lixo sem dó nem apelo. Nesta altura a penúria deu lugar à fartura e agora já se pode comprar o GPS para o Fiat Uno de 88 artilhado com uma bufadeira que o faz parecer um formula 1 a engasgar-se. Dão-se presentes, ou melhor, nos casos mais afortunados, trocam-se presentes de preferência presentes que contenham os bens materiais iconizados e reconhecíveis no grupo em que se inserem, tais como, telemóveis de 200 e tal euros para quem faz poucas chamadas porque é muito caro telefonar excepção feita às chamadas para a Menina Júlia para ver se calha o prémio da manhã, GPS para um gajo não se perder algures entre a Rinchoa e o Cacém porque para mais longe não dá porque a gasolina está cara, LCD´s enormes a pagar em prestações que depois se vê como as pagar para vermos o Filme do Homem Aranha 3, que eles oferecem é claro porque os DVD´s estão caros, ou o Benfica quando dá na TVI porque SportTv é a televisão dos ricos, ah!!! um lCD enorme para ver se conseguimos ver bem as mamocas da Soraia Chaves ou a tranca da Merche Romero ( o argumento para convencer a esposa são os espectáculos de variedades que esta pode ver e a possibilidade de ver com detalhe os vestidos de lantejoulas e as rugas das gajas que aparecem nas revistas com a precisão que só a tecnologia de ponta nos oferece claro está ). Enfim, tudo quanto possa fazer subir a nossa cotação lá no bairro ostentando estas coisas que nos fazem realmente felizes e já para não esquecer da Playstation 3 para a nossa cria obesa de tanto estar sentada(o) sem fazer exercício nenhum a jogar, ao lado do seu paizoca também obeso de fato de treino, porque a playstation 2 já está toda marada, a versão oficial é a de que foi a criança obesa é que estragou de tanto jogar, resta saber como é que foi parar cerveja e amendoins para dentro do aparelho pois pois. Foi sempre assim desde que nos conhecemos como espécie Homo Sapiens Sapiens, não julgem que 5 milhões de anos de evolução conseguiram fazer de nós seres racionais que descartam as coisas supérfulas e se centram no essencial e no real bem fazer para a comunidade, é a lei da selva e nós só temos que ser os macacos dominantes.

A nossa Cultura Judaico-Cristã impingiu-nos uma coisa bem pior que este consumismo desenfreado. A Igreja doutrinou-nos a acreditar que nesta altura se celebra o nascimento de Jesus Cristo, antes demais os meus parabéns ao menino Jesus, e que este morreu pregado numa cruz pelos romanos maus para redenção dos nossos pecados, o que, desde já, coloca-nos numa situação vantajosa. Se o Jesus morreu por nós para redenção dos pecados da Humanidade então agora o que é preciso fazer é trocar uns presentitos por altura do Subsídio de Natal e relembrarmo-nos que há os coitadinhos desfavorecidos a quem damos umas roupas velhas e um litro de óleo Fula à saída do supermercado e voilá, o nosso contributo para o bem da humanidade já está dado, não temos que tomar decisões nem fazer muito sacrifícios, à excepção dos Filipinos que, por esta altura, alguns pregam-se na cruz só naquela de não vá a crucificação do Jesus ser pouco para os pecados da Humanidade e assim fica compensado e tal. Ora, o motivo é válido mas os meios foram sanguinários, quer-se dizer, pregar um desgraçado na cruz ora bolas não é preciso chegar a tanto e o Natal assim correria o perigo de parecer uma festividade de cariz sanguinário e com riscos de virem os senhores da ASAE e fecharem o Natal porque a cruz é feita de madeira e isso está carregado de bactérias nocivas para saúde humana, logo, o Natal teria que se fechar de imediato. Para compensar surgiu um velhote de face rosada com cara de quem andou a beber uns copitos e que desce as chaminés apesar de ter um perimetro de cintura para aí de uns 5 metros ou mais, à meia noite e distribuí os presentes a toda a gente que, supostamente, se portou bem o ano inteiro. Ora, eu já nem falo nas questão das horas extraordinárias que o Santa Claus faz e que se saiba não as recebe porque, entre estar o ano inteiro a ver o que cada um pediu e depois distribuir os presentes restam poucas folgas e é todos os anos este ritmo. Mas o problema aqui está entre o mérito de cada um e a fama que cada um tem porque, em comparação, o Jesus para além de fazer anos e ter sido crucificado tem a concorrência, quanto a mim desleal, de um Velho vestido de vermelho ( bahhhh !!!!) que apesar de ser pendurado nas janelas e varandas à chuva e ao vento não se compra com o ficar pregado numa cruz e querouba protagonismo sem ter feito tanto quanto o Jesus fez para merecer as luzes da ribalta. Mas há outro protagonistanesta quadra que é completamente esquecido, o Bacalhau, esse messias Escandinavo, da Noruega entenda-se, que morre nas águas frias do Atlântico para ser depois salgado e comido nesta altura. Cá estamos nós outra vez a ir de encontro com prácticas sanguinárias e mais, à medida que o desgraçado do Bacalhau é escado daqui a uns anos não há mais Bacalhau para ninguém e depois, nessa altura, reza-se para que no Natal venha Bacalhau. Ao preço que o bacalhau está um dia destes os padrinhos oferecem bacalhaus às afilhadas como enxoval em vez de cordões de ouro. Voltando ao cerne da questão e analisando as três personagens, o Jesus, o Pai Natal e o bacalhau proponho que seja eleito como figura desta quadra festiva o Bacalhau. Sim, o bacalhau porque morreu para o bem da humanidade porque mata a fome a muita gente e porque é salgado e não traz problemas de conservação não correndo desta forma o risco dos senhores da ASAE fecharem o Natal porque não se trata de um produto fresco. Quanto ao Pai Natal eu proponho uma cura de desintoxicação e uma dieta porque o velho por este andar a comer e a beber da maneira como o faz não chega ao próximo Natal.

Feliz Bacalhau

sábado, dezembro 01, 2007

Fedorentos

Saber que há promiscuidade entre o poder e certos favores é um dado adquirido. Porquê tanta ríspidez em dizer isto desta forma crua, simples, está mais que evidente o porquê desta rispidez. Após ter lido um artigo no jornal " O público" de sexta-feira, em que Fátima Felgueiras terá, como autarca, apresentado uma conta de cerca de 200.000 euros a título de honorários a serem pagos aos seus advogados por uma das autarquias mais endividadas do país porque é um procedimento normal por entre muitas autarquias em Portugal. O motivo deste pedido é tão somente porque será a Câmara Municipal de Felgueiras a pagar os honorários advogados de Fátima Felgueiras no processo do "Saco Azul de Felgueiras" e isto porque, segundo a própria Fátima Felgueiras, é um procedimento normal já que está a ser julgada a representante da autarquia de Felgueiras aquando do exercício das funções de representante da autarquia e, como tal, é normal e práctica corrente em muitas autarquias neste país e por isso justificável numa lógica do: " ah tu fizeste mal!! mas tu também fizeste mal!! então está bem que se lixe! " . Que sabemos que os há, e muitos, fedorentos na política é certo mas, qualquer das vias, elegermo-os em sufrágio directo e universal como foi exemplo Fátima Felgueiras é comicidade pura e dura do mais elevado requinte de malvadez, como se de um bondage cerebral se tratasse com chicotadas à inteligência e uns saltos altos cravados no pouco bom senso que restaria talvez( tenho dúvidas que ainda tenham, desculpem a franqueza). Claro está que Fátima Felgueiras é inocente até se provar o contrário mas, neste caso dos honorários dos seus advogados no processo do saco azul e pela justificação que ela própria deu, é culpada de ser a Dominatrix de todos aqueles que votaram nela por acharem que ela está inocente e por todos os outros cidadadãos neste país que ainda acalentavam as esperanças de serem os únicos a saberem que há corrupção e como se faz sem ninguém perceber excepto, claro está, eles próprios após aturada pesquisa nos fundos dos copos de três e imperial lavados com Sonasol cujas bolhinhas ajudam a fluir as ideias tolas até à ervilha cerebral. Assim, se houvesse uma Vila Nova de Sálem em Portugal, enviaria a Fátima Felgueiras para lá sob a acusação de associação fedorenta e nociva com o que está por demais evidente mas que todos nós gostamos de comentar e deixar andar, a corrupção do sistema para proteger a sua clientela directa, a classe política fedorenta que temos. Que há quatro gatos que de nome se trazem por fedorentos sabiamos desde já mas não são os únicos fedorentos, aliás, são mais gatos do que fedorentos porque trazem ao de cima os verdadeiros fedorentos, a classe política instituída em Portugal neste momento.

terça-feira, novembro 20, 2007

O tempo é mestre das coisas

Nunca mais me esqueci do que o meu avô me dissera quando eu, uma dada altura, estava a braços com uma questão delicada por resolver e que me estava a transtornar bastante, ele virou-se para mim e disse-me :" O tempo é mestre das coisas, cura tudo, resolve tudo". Fiquei a pensar no que o meu avô me dissera e na altura não tomei em conta estas palavras sábias. Pensei que estivesse a dizer-me que eu é que teria que encontrar sozinho a solução para o meu problema e não consegui ver que o meu avô acabara de me dar a solução para o problema. Percebi que o meu avô me dera a resposta para o meu problema anos mais tarde quando desenvolvi a ideia que tenho sobre o tempo como espécie de entidade metafísica, num sentido meramente figurado, que restabeleçe os equilíbrios perdidos. Pensem no tempo como uma entidade que no restabelece a paz de espírito necessária para resolvermos os mais diversos problemas, nem todos claro está, mas um número considerável de problemas. Imaginem um problema como se de um baú fechado com vários cadeados se tratasse e que, na ansia de resolvermos os problemas, tentamos forçar frenéticamente os cadeados com as mãos sem alcançar êxito algum. O tempo, essa entidade metafísica figurativa neste caso, traz-nos a serenidade necessária para deixarmos passar algum tempo e acalmarmos o turbilhão emocional que nos tolda o discernimento. De minuto a minuto que passa, o tempo, dá-nos a calma necessária para encontrarmos, uma a uma, as chaves para os cadeados que encerram o baú que contém a resposta instantânea para o nosso problema. O tempo encarrega-se de cura feridas antigas e de dar a perspectiva mais fria sobre os nosso problemas. O tempo é de facto mestre das coisas.

terça-feira, novembro 06, 2007

Civismo e comunidade

Li o Post da Rita no Cacaoccino e não pude deixar de concordar com o ela escreveu. No entanto, gostaria de acrescentar mais alguns pontos acerca desse tema melindorso para a cultura Portuguesa que é a Cidadania. Que os Portugueses, desculpem-me a generalização, gostam de ter conversas de café acerca do quão mal está o país e de quão bons são eles a quem nada nem ninguém os engana, nem o Estado, isso, é um ponto assente e visível em qualquer café deste país. O que não é visível é o sentido de comunidade dos Portugueses. Numa sociedade ainda nas grilhetas da sua herança cultural judaico-cristã encabeçada pela ICAR e os seus 70 milhões para a nova fábrica de fé, ou lá o que seja aquilo, os únicos momentos em que se pode roçar o sentido de comunidade do comum dos Portugueses é para a construção da capelinha na aldeia ou para o campo da bola, essa catedral masculina de fé, esperança e muito álcool (ao Domingo mulheres na Igreja, Homens na Bola, so very typical ). Não há o impulso do comum dos cidadãos para fazer serviço comunitário, não, descansem não é cumprir pena porque esses, os criminosos, têem tempo de sobre para cumprir pena, refiro-me a auxiliar a comundade que poderá se revestir de muitas formas diferentes. Desde a atitude cívica do dia a dia para não deixar sujas as ruas, ou não sujar pura e simplesmente, a participação nos actos governativos da sa comunidade. Neste último aspecto percebe-se que, por um lado, a falta de participação dos cidadãos em assembelias de freguesia ou de concelho se deve por vezes ao "divórcio" dos cidadãos portugueses com a sua classe política, mas por outro lado, não vontade sequer e a preguiça, sejamos sinceros, impera. Isto traz-nos para um forma de estar do comum dos cidadãos para com o Estado que, no caso Português, é curiroso. Nós Portugueses temos uma relação muito paternalista para com o Estado, ou seja, vemos o Estado como a figura Paternal que o cultura Latina nos ensinou a encarar e a respietar à nossa maneira muito suis generis. Na cultura Latina o Pai é Lei, o Pai castiga, o Pai é pão. Ora, na relação dos Portugueses para com o estado, isso reflecte-se de uma forma curiosa porque, nós os Portugueses, comportamo-nos como adolescentes para com o velho e sábio Pai que castiga, que bate mas é sempre Pai. Somos penalizados nos impostos mas perdoamos o Estado porque é Pai e pai tem sempre razão e o que faz é para o nosso indubitável bem maior. Entretanto, fugimos, sempre que podemos, aos impostos para nos "safarmo-nos" qual adolescente a tentar afirmar-se como projecto de adulto. Pregamos aos céus que não precisamos e que sabemos melhor e que, o Velho Pai, o estado, já não sabe nada mas, quando as coisas apertam e correm mal, viramo-nos para o Velho Pai porque, o Pai é Lei, o Pai castiga, o Pai é pão. Dobramo-nos para sofrer o castigo e depois tudo volta à normalidade do fugir e enganar o velho outra vez até sermos apanhados de novo.
Em Portugal temos que iniciar um novo ciclo em que a cidadania é uma prioridade para o desenvolvimento do nosso Povo. Preocuparmo-nos com a nossa comunidade melhorar a nossa qualidade vida pessoal porque nos sentimos como parte de algo, como útis já que nos nossos empregos somos tratados como números. Pensem nisto.

A propósito de serviço comunitário em Março vamos plantar árvores no Entroncamento quem quiser participar chegue-se à frente ;)

sábado, novembro 03, 2007

Energúmeno,energúmeno,energúmeno

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Cem vezes ;) já está!!!

sexta-feira, novembro 02, 2007

Dísticos para automobilistas

Não consigo perceber o alcance desta nova medida do Governo PS para colocar dísticos nos automóveis com cores diferentes de acordo com os sinistros que cada automobilista terá sido responsável nos últimos 12 meses. É, como diz o provérbio, para inglês ver porque o alcance desta medida é muito relativo, ou seja, se eu provocar um acidente num espaço de doze meses deveria colocar um dístico de cor amarela no meu automóvel mas, se o referido automóvel, não for meu, o proprietário terá que andar por aí com um dístico amarelo no seu veículo e eu não, a não ser que mo queiram colar na testa ou assim. Ora, se entretanto, o automóvel em que eu me desloco não for minha propriedade, ou se, o referido automóvel, for troca a sua propriedade, o dsitíco de nada indica aos transeuntes. Posso ter provocado dois ou três acidentes num veículo que não é meu e continuar a conduzir um outro automóvel com dístico verde. Creio que é uma ideia tola com toda a franqueza mas, todavia, poderá ter os seus benefícios e da actual medida pode-se alargar o conceito para uma vertente mais voltada para o design. Por exemplo:


Se eu deixo descair o automóvel nas subidas porque não sei fazer ponto de embraiagem, deveria ter um dístico Laranja porque o carro tal como o partido laranja não avança nem recua antes pelo contrário arranca aos empurrões.


Se eu conduzir sob o efeito do álcool deveria ter um dístico grená se for tinto, branco se for vinho branco e verde esmeralda se for vinho verde.


Se eu pura e simplesmente for um inegrumeno de boné de pala e automóvel xuning aí não deveria ter um dístico colado no automóvel mas sim uma enorme rodela amarela, como os tolos, tatuada na testa ou nas bochechas para melhor visibilidade.


De resto eu pessoalmente gostaria de um dístico verde e branco para que as pessoas tenham paciência porque sou sportinguista e não posso ser melindrado com buzinadelas porque basta sofrer o que sofro a ver os jogos do Sporting. Para mais, nos próximos tempos, eu deveria andar a pé para treinar o pagamento da promessa a Fátima ufa que foi complicado.

sábado, outubro 13, 2007

70 Milhões

São, pelo menos, 70 milhões as razões que levam a inauguração da nova Fábrica Paroquial de Fátima ser um ultraje. A lógica é simples, dar melhores condições a quem lá vai dar dinheiro à ICAR, numa Catedral que alberga quase toda a clientela debaixo de telha. Até este momento alguns poderão achar este texto ofensivo e inusitado mas, o custo dessa infraestrutura, são 70 milhões de textos ofensivos e inusitados. Num mundo em crise, com os seus próprios crentes em sofrimento, dar 70 milhões de euros é, no mínimo, inoportuno e humilhante a todos aqueles que entretanto morreram de fome. Como se justifica que uma Instituição cujas as acções de "solidariedade" são, todas elas, financiadas por peditórios feitos nas fábricas paroquiais, ou seja, pelos povo, gaste 70 milhões de euros numa Catedral quando para matar a fome ao próximo se socorre do argumento que não tem dinheiro? Afinal há dinheiro e este serve apenas para engrossar os bolsos do Clero temos agora a certeza. Depois há um aspecto que eu acho fundamental que toda a ostentação, toda a soberba que Fátima representa violando os princípios mais básicos do Antigo Testamento. Se Jesus fosse vivo nos tempos de hoje e quisesse expulsar os vendilhões do templo como faria? Bulldozers? Uma bomba Nuclear? Enfim, estou chocado com este episódio e com a cobertura que este "evento" teve na RTP porque se é dever da RTP informar os seus contribuintes, esta, no dia de hoje não passou de um folhetim informativo de Paróquia ispsis verbis. Repudio cada vez mais a ICAR.
Entretanto, como se de uma nova Catedral desta feita que matará a fome a mujitos, o Governo Espanhol decidiu, e bem, reconhecer aos trabalhadores Independentes direitos idênticos aos trabalhadores por conta de outrém pois, na práctica, são trabalhadores como os demais só que ainda mais explorados que os outros por lhes serem negados direitos fundamentais como a licença de parental e férias por exemplo. Por cá, vai-se dando cobertura a catedrais babilónicas em vez de abordar as questões de fundo que afligem todos ou quase todos porque há quem se governe bem com a crise.

quarta-feira, setembro 26, 2007

Esforço Comunitário

Estou envolvido num projecto comunitário que está a utilizar o processo de compostagem para reciclar residuos urbanos ( lixo domésticos) com o intuito de vir a plantar árvores na Primavera. Andar a acartar lixo e a cavar terra rija como cornos é difícil como tudo, se não fosse pelo bem da comunidade, porque entendo que é meu dever como membro da comunidade onde vivo contribuirt desta forma para esta, já tinha desistido. Imaginar daqui a 20 ou 30 anos a sombra que as árvores farão e as sonecas que eu puderei fazer vão-me dando alento, confesso, mas, acima de tudo, o que me dá alento é saber que estou a fazer algo de muito importante que é, com o meu contributo minúsculo, reflorestar a zona onde vivo que tem sido devastada pelos fogos florestais. Para quando um plano de reflorestação a nível nacional?

segunda-feira, setembro 24, 2007

Apetece perguntar

Não tem piada nenhuma este cenário politico actual. O governo PS assume-se como um mal menor sem rival por muito mau que seja porque, as alternativas, deixam ainda mais a desejar e assim não dá para criticar como eu gosto, ou melhor, para destilar veneno como eu gosto. Digo isto porque possuo uma reserva moral que é o facto de não ver a política como uma espécie de extensão passional do futebol. Não tenho que defender a minha camisola política como o faço com o meu Sporting, mea culpa. Os discursos são vagos e desprendidos sem roçar sequer à realidade do votante médio que é aquele que dá trabalho a todos aqueles que dizem que estão a servir o país através da política com desvaneios teóricos e prácticas concretas que servem tudo menos o país. Que país se referem eles? Por vezes tenho a sensação que vivemos num admirável mundo novo onde há pessoas predestinadas a determinados serviços e, essas pessoas, têem a visão necessária e o interesse apenas para cumprir os seus destinos preconcebidos. Como é que vem alguém comunicação social dizer que é uma fatalidade inevitável termos mais mobilidade no emprego quando, em Portugal, temos uma protecção social diminuta e salários insultuosos em comparação com os restantes países da EU? Será desenvolvimento termos Bancos que pagam aos funcionários portugueses menos de metade do que pagam aos seus congéneres espanhóis fazendo exactamente o mesmo trabalho? Será possível que as empresas multinacionais trabalhem cá da mesma forma, quase, que as empresas nacionais no que respeita às políticas de remuneração e gestão de pessoal reduzindo pessoas à condição de máquinas? Já alguém pensou sequer se os processos de recrutamento e selecção de pessoal respeitam a Constituição Portuguesa os direitos lá consagrados a todos os cidadãos? Há alguma objectividade nos processos de recrutamento? Será que procuramos um perfil de candidatos tirado a descalque do R2D2? Será boa ideia enviar uma foto para assegurar aos potenciais selecionadores que não somos pretos? O que é feito dos inúmeros técnicos superiores altamente especializados? Onde estão a trabalhar?

Tudo gira em torno de pressupostos teóricos lavrados por teóricos que procuram o ímpeto do Homem tipo do Neoliberalismo, o Especialista!!! O Individuo que dá certezas onde não se pensaria ter!! Dêem uma capa e este homem e uns collants por baixo das cuecas e teremos a salvação no Super-Homem Neoliberal!!! Xanâm!!! Caminhamos para uma sociedade de informação que se informa mais acerca dos seus cidadãos do que informa os seus cidadáos sobre ela mesma. É como a figura do velho pai que puxa do cinto, bate mas é para o nosso bem, umas gotinhas de sangue no soalho e umas nódoas negras nunca fizeram mal a ninguém. Vivemos com a cabeça enfiada na areia completamente amorfos. Não vejo as gerações mais novas a lutarem por aquilo que acham mais correcto para o seu futuro, e será que teêm razão para estarem satisfeitos com a educação que têem e a sociedade que os vais “acolher”. Percorri os subúrbios de lIsboa e vi que havia muitos apoiantes de Dolce e Ganbana e da Nike também. Quantos votos terão nas próximas eleições?

terça-feira, setembro 11, 2007

Já vos contei que fui ao Avante?

Já vos contei que fui ao Avante? Pois fui e foi a minha estreia. No geral, gostei do que vi, pesa embora o facto de, o Avante, apesar das opiniões contrárias e doutrinárias dos organizadores, assemelhar-se mais com um festival de juventude do que propriamente um festival político com comício. Estava à espera de ver muita gente e stands de movimentos e ou partidos comunistas de todo o mundo, agora, devo confessar que não estava à espera de ver isto:




PizzaHut???? Fast-food?? Capitalismo selvático personificado numa quadrilha de jovens a auferirem os salário mínimo nacional ou parecido, vendendo pizzas ao proletariado??? e as sandes de coiratos, o que é feito da banca de sandes de coirato, hein?!!! Convinhamos que esta banca desiludiu-me!



O que vale é mesmo a festa e os milhares de jovens que, pelo partido ou não, se juntam numa festa sem causar desacatos e em espírito de camaradagem. Vale a pena ir!

segunda-feira, setembro 10, 2007

Peace and quiet please

Já enfada o circo em torno do caso de Madeleine. Enfada por ser repasto para alguns fazerem deste caso a oportunidade dourada para aparecerem no ecrâ mágico, a TV. Creio que é pacífico em concordar que, o caso Madeleine, é um caso político também. Aqui há uma troca de acusações entre imprensa e Instituições Portuguesas e Inglesas com um casal inglês em solo português, até à pouco tempo, com um desaparecimento a ser investigado por uma Instituição Portuguesa em solo português. Há interesse em capitalizar pequenas vitórias e pequenas derrotas de ambos os lados. Por cá, há candidatos a bastonários, ex-agentes da Judiciária a mandar doutos bitaítes, presidentes de Câmara/roamncistas/preciso aparecer no boneco porque faz sempre muito bem, e um casal estranho que deixa os filhos abandonados à luz da nossa cultura que eles não partilham por pertencerem a outra, a Britânica. Agora estão a degladiar-se, os jornalistas Portugueses, para ouvirem da boca de um qualquer traseunte inglês em Rothely para dizer que não gosta da imprensa Portuguesa e, assim, passar o papel de coitadinhos odiados por todos aí pobrezinhos de nós. Foi nojento ouvir uma reportagem da RTP em que a jornalista perguntava a um traseunte inglês em Rothely se estava farto dos jornalistas e este respondeu que estava farto de todos os jornalistas, todos sem excepção mas a jornalista insistia e perguntava novamente com mais vigor e mais distorção ao ponto de o entrevistado pedir para que esta não colocasse palavras na boca deste e reafirmando que ele estava farto de todos os jornalistas na sua pacata aldeia que não o deixavam andar nas ruas em paz. Entretanto, ao que parece existem provas genéticas que indicam que a Madelene, ou o seu cadáver, estiveram num automóvel alugado 25 dias depois do seu desaparecimento fazendo com que os seus país fossem constituídos arguidos neste caso de Desaparecimento/homicídio ou o que seja. Pergunto-me!!! Será que um dia qualquer se eu fôr arguido de alguma coisa se me deixarão sair do país ou será que tenho que esperar pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros venha cá e que hajam eleições daí a pouco tempo para que a minha saída não se torne um embaraço?????
Que palhaçada brutal!!! Este caso, como outros no nosso país, não passam de repasto para uma comunicação social mediocre que se preocupa somente em vender imagens ou papel do que propriamente com a verdade. Entretanto, há um carro cheio de explosivos abandonado na nossa fronteira por alegados terroristas da ETA e uma criança alemã desaparecida em Espanha, nada disto é noticiado. Portugal tem a Presidência da UE por acaso ao mesmo tempo que tudo isto decorre, hum....não sou apreciador do gênero Telenovela mas desta já estou farto e ainda agora começou.

segunda-feira, agosto 27, 2007

Aqui mesmo ao lado

Muitas vezes percorremos a nossa memória visual à procura de lugares distantes e exóticos que nos ofereçam a noção de que o tempo pára e que temos todo o seu espectro na nossa mão. Procuramos fugir do quotidiano para aliviar o nosso stress, procuramos novos panteões e deuses forasteiros para não termos que estar sempre a ajustar as contas do dia a dia com os nossos e termos, também, a sensação de que nada nos detém na senda de sermos felizes, ao menos, por momentos salpicados na tela da vida ( lamechas eu sei mas não deixa de ser verdade). Eu encontrei aqui mesmo ao lado num cantinho recondido do nosso jardim. não encontrei nenhum panteão mas sim a relação mais primária e intensa entre eu e a natureza selvagem, os elementos primaciais de toda a criação sem panteão. O ar, a água, o fogo e a terra tudo numa só paisagem num só fôlego. Fala-vos dos Açores, e mais concretamente, da Ilha de São Miguel onde estive e me deslumbrei por completo.


Cratera de um Vulcão, Lagoa do Fogo, São Miguel, Açores.


As furnas e o sempre presente elemento, o fogo.

Cemitério Judaíco de Ponta Delgada

Num arquipélago profundamente católico, os imponderáveis, os resistentes. Uma nota em relação ao Cemitério judaíco de Ponta Delgada, está abandonado e não referenciado nos circuitos turísticos o que mostra que, num local onde a fé se mostra em Impérios, os judeus aqui são filhos de um Deus menor, é lamentável.



Império da Concregação de Relva, Ponta Delgada



O Farol guia os barcos , o Império guia as almas dos crentes no Divino Espírito Santo.

terça-feira, agosto 21, 2007

Azul Imenso



Dei um passo no azul imenso do oceano.

sexta-feira, agosto 03, 2007

Agosto

Deixo-vos com o querido mês de Agosto. Entretanto vou passear até aos Açores mas até lá tenho que gramar os emigrans. As Ivettes Carinas os "Faz atenção hâ!" mas deixo-vos com o perfume do Verão cá na província com o eterno Dino Meira e o tema " Meu querido mês de Agosto"





Volto ainda em Agosto até lá boas férias ou continuação de bom trabalho.

terça-feira, julho 24, 2007

Calor e Verão

Calor e Verão puxam férias e gelados , ah pois é!!! Este menino vai tirar uns dias para ir ao Festival de Sines. Entretanto, you can give what I whant!!! I´ll give you what you like ;) Ice Cream e férias

New Young Pony Club, curtam!!




Entretanto vou ter o prazer de assistir à actuação de Oumou Sangaré, do Mali, no Festival de Sines, fiquem com um tema desta diva da música Africana.

domingo, julho 22, 2007

Bois de Trabalho

Provavelmente nunca os viram a trabalharem no campo. Refiro-me aos bois de trabalho, ou melhor, os bois amarelos que trabalhavam nos campos no tempo dos meus avós. Bois enormes e amarelos que trabalhavam incansavelmente o dia inteiro para irem para a "loja" comerem o seu feno e deitarem-se nas camas feitas de palha limpa. Tinham uma vida fatíca pois, a vida deles, resumia-se a trabalharem no campo ou a puxar as juntas de bois até não puderem mais e serem mortos. Quando se ajoelhavam nas patas dianteiras a resolução das suas vidas estava muito perto. Eram bens preciosos e quem as tinha, as juntas de bois, tinha aí uma fonte extra de rendimento e carne quando já não prestavam mais para trabalharem. Sem querer comparar-nos a bois de trabalho directamente temos que, no entanto, reflectir sobre o que somos e que representamos nós para as esferas de poder. Nascemos controlados e planeados pois, nós como filhos de alguém, nos tempos que correm, somos um luxo ao alcance de alguns apenas, vivemos a crédito sobre o soldo de um dia inteiro de trabalho extenuante em que o sol, esse, o mesmo dos bois, se põe cada vez mais tarde. O descanso esse vem algures, actualmente, aos 65 anos de idade mas um dia virá que será aos 70 anos ou até mesmo aos 74 anos, ou seja, assim que nos ajoelharmos nas patas dianteiras e o nosso fim estiver próximo claro está porque deixamos de ser contribuintes e tornamo-nos em beneficiários, logo, somos despesas e essas têem que ser cortadas a todo o custo pelas esferas de poder. Temos que reflectir se teremos que viver num mundo que é ditado em esferas de poder das quais as caras visíveis são os políticos comandados por outros, as tais esferas do poder.
Não nos reserva o futuro uma morte induzida por já não prestarmos para trabalhar mas, algures nas esferas do poder, somos números incomadativos pois somos custos. Não temos cornos como os bois, não somos amarelos nem comemos palha mas quanto ao resto partilhamos uma vida fatídica.

quarta-feira, julho 18, 2007

Putos dos Bonés

Bolas!!!! Não suporto os putos dos bonés dos New York Yankees e afins. Não suporto o visual nem a atitude absolutamente execrável deles. Juntem um puto anormal de boné e um carro xunning e temos a tenda armada com um anormal e uma arma letal cheia de autocolantes e bufadeiras. Não suporto a atitude egocêntrica destes putos que se choram por não terem nada mas que se encostam aos país para comprarem toda a merda impingida pela moda vinda directamente dos Estados Unidos. São a geração MTV e nem se pode sugerir dar uma maquia de porrada a esses putos com o taco de baseball porque daria logo um argumento para uma série na MTV e os putos ainda iam gostar : " Ena man vê lá esta cena!!! Eu a levar na boca com um taco de baiseball!! Bué nice tou na MTV"
Será que a única coisa que esta sociedade produziu foi esta geração de miúdos analfabetos funcionais, egocêntricos, vaidosos e balofos? temos que reflectir bastante para sabermos se deveremos fazer sacrifícios para salvaguardar esta sociedade tal como está.
Um gajo de argolas douradas nas orelhas, calças dez números acima a caírem pelo cu abaixo, boné dos New York Yankees e a tratarem-se uns aos outros por "boy" é uma aberração desculpem lá!!!
Quanto fui da idade destes putos a ideia era a revolta, contra não se sabe bem o quê mas o importante era chocar os adultos e fazer valer que estavamos ali, existiamos e queriamos algo ( com o tempo fomos aprendendo o que queriamos e que estavamos a fazer figuras tristes mas faz parte da idade) mas havia diversidade de estilos de ideias, actualmente, há os Lacoste com cabelinho à foda-se e os putos dos bonés que tristeza.