Comparações absurdas e reivindicações narcisÃcas de quem se esquece de tudo em seu redor desesperam-me. Não sou o Super-homem, e mesmo que o fosse, não vestiria as cuecas por cima das calças como ele, imaginariamente é claro, usa. Não tenho o dom da clarividência nem tenho pretensões de ser um semi-deus qualquer de um qualquer panteão. O facto é que me esforço em não comparar o que são os meus problemas ou dificuldades da vida com as dificuldades ou problemas dos outros porque, indubitavelmente, os problemas dos outros são para mim fáceis de resolver porque não os sinto nem perco sono a pensar neles. Logo, qualquer tipo de comparação entre o que é a nossa vida com a vida de outrem é, pelo exposto anteriormente, intelectualmente desonesto e invariavelmente resulta sempre na noção de que os nossos problemas são sempre difÃceis do que dos demais. É muito mais fácil apontar o dedo aos outros do que é, em primeira mão, questionar a nossa própria conduta e verificar se o problema não partirá de nós mesmos. É um acto de inteligência, sensibilidade e bom carácter deparar-me com pessoas que, pelo menos, tentam, já que é difÃcil conseguirmos este poder de autocrÃtica a todo o tempo. Há quem se esforce e revele a sensibilidade e a inteligência suficiente para tentar perceber o âmago das questões com que se deparam ao longo da vida e fazerem a devida introspecção sobre o seu papel na origem ou resolução de um determinado problema. São estas as pessoas que vencem a luta juvenil contra a virgindade, ou seja, são aqueles que foram mas já não são mais virgens, desfloraram definitivamente, ao passo que, outros há que apesar de terem deflorado em tenra idade, continuam a portarem-se como as eternas virgens imaculadas das culpas do mundo em que os seus problemas são sempre culpa de outros. A virgem antes de o ser já o era virgem de condição pelo menos.
segunda-feira, agosto 07, 2006
Virgens Profissionais
quarta-feira, agosto 02, 2006
Férias, doces e curtas Férias aà aÃ



segunda-feira, julho 24, 2006
Mini-férias
domingo, julho 23, 2006
O Bem e o Mal
terça-feira, julho 18, 2006
Voltando à vaca fria
terça-feira, julho 11, 2006
A moral pode ser um mau negócio
Pretendo decompor uma parte da Moral Judaico-Cristã que está mal formulada. Refiro-me à história de termos a possibilidade, para quem é crente claro está, de entrarmos no Céu se levarmos uma vida sem pecado ou quase. Para levarmos essa vida sem pecado teremos que evitar uma série de pecados, alguns dos quais mortais no género de, se os cometes, és fulminado por um raio vindo dos céus ou por uma foto comprometedora no jornal, mas que, vivendo essa vida sem pecado, teremos que prescindir de algumas coisas que, por exemplo, outras religiões oferecem para o mesmo efeito, ou seja, para efeitos de entrada num Éden post mortem de Ãndole hedonista puramente. Por assim dizer, o “produtoâ€�, é a entrada no Céu e nisso, a religião Islâmica, tem vantagens nÃtidas sobre a velha moral Judaico-cristã porque promete sete virgens a todos os mártires que entrem no Céu, apesar de, na "vida terrena" o limite ser três mulheres desde que haja consentimento por parte delas. Ora, no caso da Religião Cristã, para entrarmos no Céu, teremos que viver uma vida devotada a um(a) parceiro(a), de cada vez pelo menos, e nada de deboche nem cá nem lá no ParaÃso, pelo menos, é assim que o apregoam. Concorrencialmente, esta história tem que ser revista porque, das duas uma, ou um cristão qualquer vai para o paraÃso e apanha as tais seis mulheres por cada homem que lhe escaparam por imperativos diversos sendo os morais os mais importantes senão não estaria no ParaÃso, e pode escolhê-las também, ou então, os muçulmanos levam uma vantagem enorme sobre nós e têm por assim dizer, a moral mais correcta e vantajosa no que toca este aspecto. Alguém contou mal esta história porque, se teremos que nos sacrificar aos prazeres da carne para entrarmos no Céu e, chegando lá, não temos a garantia de podermos tirar a barriga de misérias, então, o negócio por assim dizer não é vantajoso e assim não sei se valerá a pena lá entrar. Eu pelo sim pelo não, sempre que posso, faço como diz o ditado : “ se vais para o mar avia-te em terra! “
* É importante referir que existe um preconceito enorme e em muitos casos infundado acerca do que é o Islão, bem como, da parte de muitos que profeçam essa religião existe também uma usurpação do que será o que vem escrito nas escrituras.domingo, julho 02, 2006
Foggy old England
A selecção inglesa vai de volta para a sua Foggy old England com os prédios encardidos, ao passo que, nós Portugueses, vamos ficar a colorir a Alemanha durante, pelo menos, mais uma semana.
terça-feira, junho 27, 2006
Kit Portugal
domingo, junho 25, 2006
Quanto a laranjas

ou estas

e quanto a fair-play e amizade só abro a excepção a Holandesas deste calibre:

Porque afinal, hoje excepcionalmente, temos que decascar esta laranja mecânica que se quer com muita falta de lubrificação que é para emperrar.
quarta-feira, junho 21, 2006
Verão
DaÃ, eu suportar o calor do Verão ( o tal ardor) para o bem que isso me faz à vista digamos assim.
sábado, junho 17, 2006
sexta-feira, junho 16, 2006
Piada é piada
segunda-feira, junho 12, 2006
Há vida para além do Futebol
quarta-feira, junho 07, 2006
quinta-feira, junho 01, 2006
Hoje é dia deles
quarta-feira, maio 31, 2006
Digamos que...
Google: homem casado branco velho anda com moça de 20 anos qual as sanções
É refrescante saber como é que alguns vêem parar aqui a este cantinho que é o Raminhos de Oliveira. Mas saber que há alguém por aà que, sendo velho, casado com moça nova, está à procura de uma resposta ao que poderá acontecer, o autor do Raminhos só pode responder a esta questão da seguinte forma:
" Homem velho com mulher nova, ou corno ou cova""
Este é um ditado da minha região e que está exposto, este e mais outros, em azulejos no Bar/Museu 21 em Vila Nova da Barquinha. Um local a visitar sem dúvida.

