FELIZ ANO NOVO!!!
sábado, dezembro 31, 2005
quinta-feira, dezembro 29, 2005
Fim de ano
É sempre por esta altura que se fazem as contas do que aconteceu durante o ano que finda, e que, numa contagem decrescente morre. Pessoas juntam-se em festarolas, vulgo reveillon, e embebedam-se romanamente em orgias de álcool e sabe lá mais o quê a pretexto da vinda de um novo Ano cheio de esperança e com votos de prosperidade. É estranho todo este movimento em torno de uma data que se cria mas que poderia ser alterada, ou seja, na noite de 31 de Dezembro para 01 de Janeiro, aconteçe o mesmo do que nas restantes noites do ano, muda o dia. Sem querer ser demasiado pragmático em torno desta questão, o facto é que o Fim de Ano é simbólico/pretexto para festa. Este pretexto por si só não é grave, aliás, deveriam-se criar mais pretextos ao longo, pelo menos é o que eu faço. Assim, sendo o Final do Ano um pretexto para festa, eu, já devo ir no ano 2200 e tantos, para mim qualquer coisa é motivo de festa.
Em suma, a retrsopectiva e votos para um futuro melhor são construÃdas todos os dias do ano e é isso que nos impele. Entretanto, quanto a este pretexto que é o Fim de Ano desejo uma festa de arromba para todos e a entrada auspiciosa no novo ano que entra aÃ.
Em suma, a retrsopectiva e votos para um futuro melhor são construÃdas todos os dias do ano e é isso que nos impele. Entretanto, quanto a este pretexto que é o Fim de Ano desejo uma festa de arromba para todos e a entrada auspiciosa no novo ano que entra aÃ.
terça-feira, dezembro 27, 2005
Ah pois é!!!
Agora que já estamos na ressaca do Natal e do cartão de crédito esgotado, há que seguir em frente rumo ao ano de 2006. E para o ano de 2006 nada como desejar saúde, pelo menos, a mesma saúde que o Pai de Júlio Iglésias teve enquanto foi vivo. Consta que, o pai de Júlio Iglésias, faleceu com a idade de 90 anos, no entanto, o insólito não foi este facto. O Insólito foi o facto de este ter falecido e ter deixado uma irmã a Júlio Iglésias com apenas ano e meio de idade, e mais, a segunda esposa do pai de Júlio Iglésias está grávida do segundo filho. Por isso meus amigos e amigas o que é preciso é saúde até aos 90 anos pelo menos.
Feliz Ano Novo de 2006!!!
Feliz Ano Novo de 2006!!!
quinta-feira, dezembro 22, 2005
Pai Natal
Como em Portugal ainda se acredita no Pai Natal que há-de chegar para resolver crise que o paÃs atravessa, num misto de Sebastião revisitado e Papá Noel bonzinho, faço aqui um apelo para esta quadra festiva. O Pai Natal só vem a quem se portou bem o ano inteiro e, mesmo esses, na maioria, já têem idade para saberem que o Pai Natal não existe, e que, Pai Natal somos todos nós porque temos que fazer por nós próprios, ninguém faz por nós. As sucessivas crenças num Sebastião que virá salvar o paÃs dos males que o graçam é, ciclicamente, promovido pelas máquinas de Marketing polÃtico dos partidos do poder, e o povo, esquecido, vai lá a todas as eleições depositar o seu cheque em branco para todos aqueles que, em 30 anos, nada fizeram pelo paÃs, ou pouco aliás.
Temos uma geração que cresçeu no Cavaquismo onde, a educação era alvo de chacota de todos, menosprezada e abandalhada. Qual será o espanto em saber que os jovens trintões portugueses se interessem mais pelo Big Brother do que propriamente em ler um livro por exemplo? Nenhum, simplesmente nenhum espanto, aliás, espanto seria se fosse o contrário. Adicionalmente a isto está o facto de esta geração ser essa massa enorme de indecisos que votam de acordo com o tipo de campanha e que, a nÃvel de exigência para com os seus governantes, estão-se a borrifar.
Aproveitando a quadra festiva em que nos encontramos, desejo a todos vós um Feliz Natal. Pode ser que o Pai Natal exista e nos traga um presentinho bom que precisamos neste paÃs, uma classe polÃtica séria e renovada!!
FELIZ NATAL A TODOS!!!!!
P.S. : Já agora na noite de Natal desliguem os exaustores não vá o Diabo teçê-las!
Temos uma geração que cresçeu no Cavaquismo onde, a educação era alvo de chacota de todos, menosprezada e abandalhada. Qual será o espanto em saber que os jovens trintões portugueses se interessem mais pelo Big Brother do que propriamente em ler um livro por exemplo? Nenhum, simplesmente nenhum espanto, aliás, espanto seria se fosse o contrário. Adicionalmente a isto está o facto de esta geração ser essa massa enorme de indecisos que votam de acordo com o tipo de campanha e que, a nÃvel de exigência para com os seus governantes, estão-se a borrifar.
Aproveitando a quadra festiva em que nos encontramos, desejo a todos vós um Feliz Natal. Pode ser que o Pai Natal exista e nos traga um presentinho bom que precisamos neste paÃs, uma classe polÃtica séria e renovada!!
FELIZ NATAL A TODOS!!!!!
P.S. : Já agora na noite de Natal desliguem os exaustores não vá o Diabo teçê-las!
terça-feira, dezembro 20, 2005
Um barómetro por favor!!!
Eu nasci numa ex-colónia Portuguesa em Ã�frica, mais propriamente Angola, no entanto, pelo facto de ter saÃdo de Angola com um ano de idade, não tenho propriamente recordações do paÃs onde nasci. Qualquer das vias, sempre vivi com as recordações que os meus pais e familiares trouxeram de Angola, bem como, com o estigma criado em Portugal em torno dos apelidados de retornados, termo mais lisonjeiro que o conhecido "branco de segunda". O facto é que, no seio dos que vieram de Angola, Mário Soares é persona non grata por ser inculcada neste a responsabilidade da perda de Angola. Sempre achei estranha essa teoria, e sem querer ilibar de culpas Mário Soares pelo processo de abandono de Angola, de que este fosse culpado de todo o processo. Numa altura em que Portugal se via na situação de paÃs colonizável pelas potências da Guerra Fria, as ex-colónias, eram um fruto mais do que apetecido e, nos bastidores das "conversações" as peças do xadrez polÃtico movimentavam-se frenéticamente.
É um erro culpar-se apenas as autoridades Portuguesas da altura pelo processo de abandono que se verificou porque, sem margem para dúvida, este foi maneatado pelas potências da Guerra Fria numa luta pelo controlo geo-polÃtico de uma zona do globo extremamente rica. Fico com a sensação que alguns retornados ainda sonhavam com um paÃs livre, Angola, com a convivência entre europeus e africanos sana e pacÃfica. Pensou-se isso antes da descolonização e alguns partidos independentistas, o MPLA por exemplo, tinham nas suas fileiras europeus que sonhavam com uma Angola livre e independente. O facto é que esse cenário não interessava à s novas potências colonizadoras, EUA e URSS, e o processo de saÃda rápida de Portugal teve que ser feito. É necessário referir que nas negociações para a Independência de Angola o Partido Comunista Português teve um papel fundamental e decisório no abandono de Angola pelos Portugueses e consequente entrega do poder ao Partido menos expressivo em Angola, o MPLA. Quanto a Mário Soares, apesar de ter sido responsável pela ideia de uma transição rápida e com eleições entre os partidos independentistas contrariada pelos negociadores afectos ao Partido Comunista, se teve influência no desenrolar do processo, esta não foi a maior nem a mais decisiva, nas negociações os comunistas sempre foram condescendentes com as pretensões do MPLA, contrariando a estratégia oficial de Portugal. Culpados pela descolonização de Angola, ou melhor, pela forma como este se desenrolou apesar de ter vindo com vinte anos de atraso, foram: EUA, URSS, Rosa Coutinho, Salazar e Marcelo Caetano, no meio de isto tudo está também Mário Soares, pesa embora o facto de, na no top mais da lista o seu nome não constar em primeiro. Infelizmente, muitos portugueses que foram para Angola viveram uma quimera alimentada pelo Estado Novo que tinha que manter a sua presença em Ã�frica para usufruir das riquezas das ex-colónias Portuguesas.
Por fim, a todos aqueles que ainda pensam com os pés, que é o mesmo que dizer, todos aqueles que ainda pensam que os retornados é que desgraçaram este paÃs, devo dizer o seguinte:
É um erro culpar-se apenas as autoridades Portuguesas da altura pelo processo de abandono que se verificou porque, sem margem para dúvida, este foi maneatado pelas potências da Guerra Fria numa luta pelo controlo geo-polÃtico de uma zona do globo extremamente rica. Fico com a sensação que alguns retornados ainda sonhavam com um paÃs livre, Angola, com a convivência entre europeus e africanos sana e pacÃfica. Pensou-se isso antes da descolonização e alguns partidos independentistas, o MPLA por exemplo, tinham nas suas fileiras europeus que sonhavam com uma Angola livre e independente. O facto é que esse cenário não interessava à s novas potências colonizadoras, EUA e URSS, e o processo de saÃda rápida de Portugal teve que ser feito. É necessário referir que nas negociações para a Independência de Angola o Partido Comunista Português teve um papel fundamental e decisório no abandono de Angola pelos Portugueses e consequente entrega do poder ao Partido menos expressivo em Angola, o MPLA. Quanto a Mário Soares, apesar de ter sido responsável pela ideia de uma transição rápida e com eleições entre os partidos independentistas contrariada pelos negociadores afectos ao Partido Comunista, se teve influência no desenrolar do processo, esta não foi a maior nem a mais decisiva, nas negociações os comunistas sempre foram condescendentes com as pretensões do MPLA, contrariando a estratégia oficial de Portugal. Culpados pela descolonização de Angola, ou melhor, pela forma como este se desenrolou apesar de ter vindo com vinte anos de atraso, foram: EUA, URSS, Rosa Coutinho, Salazar e Marcelo Caetano, no meio de isto tudo está também Mário Soares, pesa embora o facto de, na no top mais da lista o seu nome não constar em primeiro. Infelizmente, muitos portugueses que foram para Angola viveram uma quimera alimentada pelo Estado Novo que tinha que manter a sua presença em Ã�frica para usufruir das riquezas das ex-colónias Portuguesas.
Por fim, a todos aqueles que ainda pensam com os pés, que é o mesmo que dizer, todos aqueles que ainda pensam que os retornados é que desgraçaram este paÃs, devo dizer o seguinte:
- Se muitos têem reformas aos retornados o devem por estes terem feito descontos nas colónias para Portugal e não terem usufruÃdo destas quando se reformaram. Tenho o exemplo de um falecido Tio meu que descontou durante 20 anos para a Segurança Social Portuguesa mas que, quando pediu a reforma já em Portugal, foi-lhe negada e só contou o tempo que descontou cá em Portugal.
- Se Portugal era, e ainda é um paÃs cinzento e fatalista, com a vinda de todos os retornados, Portugal ficou sem dúvida menos cinzento com a alegria e horizontes abertos dos retornados.
- Se não fossem as colónias Portuguesas durante o regime fascista, em Portugal continental, teria-se morrido de fome.
Não se esqueçam, aprendam a viver a vida sem ficar amarrado ao que já não volta.
sexta-feira, dezembro 16, 2005
Direito de Pernada
A Câmara Municipal de Tomar instaurou uma comissão para descobrir legislação antiga, ainda em vigor, que lhe permita descartar-se de algumas responsabilidades e obter alguns benefÃcios. Tudo isto foi despoletado por uma disputa entre a Junta de Freguesia de Paialvo e a Câmara Municipal de Tomar, em que a Junta de Freguesia de Paialvo reclamava o custeamento das despesas de conservação do Pelourinho sito nessa freguesia pela edilidade. Em resposta a esta exigência, a Câmara Municipal de Tomar, recorreu a uma lei do tempo de Salazar para se isentar de responsabilidades. Entretanto, descobriram uma Lei que confere o Direito de Pernada ao Alcaide da Vila de Tomar, que é o mesmo que dizer o Presidente da Câmara, e que consiste no direito que esta Lei confere ao presidente da edilidade do concelho em dormir com todas as noivas que casem no concelho. O facto é que as leis enquanto não forem revogadas produzem eficácia e esta lei do tempo do reinado de Pedro I não é excepção. Resta saber se há, ou não, cumprimento da Lei, Lei é Lei!!!
Quem me dera ser Presidente da Câmara.....de Tomar é claro!
Quem me dera ser Presidente da Câmara.....de Tomar é claro!
quinta-feira, dezembro 15, 2005
Sonho com um Verão que há-de vir
Sugestões de Natal
Vou iniciar uma rubrica em que vos vou dar dicas para as prendinhas de Natal a oferecer a miúdos e graúdos. Quem nunca desejou ter no Natal um brinquedo fantástico? Toda a gente concerteza e agora imaginem a sensação que será uma criançola, ou até mesmo o papá, receber um lança rockets ou até mesmo um tanque de guerra completamente equipado, humm?!!! Pensam que é difÃcil? Pois não é nada difÃcil basta consultarem o catálogo que o Ministério da Defesa Russo tem a net e encomendar. Também temos vasos de guerra!!!
P.S: Se calhar há promoções em Janeiro!!!
P.S: Se calhar há promoções em Janeiro!!!
quarta-feira, dezembro 14, 2005
Mistérios Insondáveis
Há coisas que para mim são um mistério absoluto. Coisas que, por vezes, apesar de serem explicadas escapam completamente à razoabilidade pois, essas coisas explicadas, são do conhecimento geral de todos mas, todavia, as pessoas insistem a incorrerem nos mesmos erros de sempre. Os dados acerca da violência doméstica são negros em Portugal e também noutros paÃses, no entanto, há um denominador comum. Em todos os casos de violência doméstica os maus tratos são reiterados e contÃnuos durante vários anos, ou seja, na generalidade, as mulheres vÃtimas de maus tratos só reportam estes casos após vários anos de abusos. Se por um lado se pode explicar esta situação pelo peso que a educação machista a que as gerações que cresceram antes e durante os anos setenta, por outro lado, não é explicável quando enquadrada em pessoas mais jovens e que são, sem dúvida neste aspecto, mais esclarecidas acerca do seu papel na sociedade, como mulheres, e quais as responsabilidades, direitos e obrigações enquanto parte de um casal. Devo salientar que a igualdade de tratamento entre homens e mulheres ainda não é o que deveria ser e que há muito a fazer, no entanto, já não estamos nos anos sessenta com o papel esclusivo de Fada do Lar dado à mulher, ou estamos?
De várias conversas que tenho tido com amigos e amigas que estão nesse imaculado e intocável estado matrimonial, com ou sem papéis, o que eu verifico é que as mulheres aturam muito mais impropérios e brigas do que propriamente os homens. Parece que para as mulheres o importante é agarrarem-se de unhas e dentes a um relacionamento que não é saudável mas que, segundo elas, é importante manter-se por uma questão de segurança. Segurança? o que é isto? Ter sempre alguém em casa quando se chega do trabalho mesmo que seja, invariavelmente, para se brigar sobre assuntos que não merecem ser discutidos quanto mais se brigar por causa disso? Há outro aspecto que é importante salientar que é o facto de as mulheres pensarem, ao mesmo tempo que os homens, que o facto de viverem juntos e haver "responsabilidades" poderá produzir alterações subtanciais ao seu parceiro para melhor. É certo que alguma coisa muda na nossa vivência quando vivemos juntos com alguém e viver com alguém é também um "jogo" de cedências implÃcitas mas que surgem de uma forma espontânea, e como tal, a vivência é possÃvel e saudável. No entanto, quando ninguém pretende alterar a sua forma de ser, o relacionamento, não altera por si só, ou seja, é altura de se rever muito cuidadosamente toda a estrutura do relacionamento, o que é o mesmo que dizer, curtam enquanto durar porque está condenado a acabar violentamente se nos apercebermos disso tarde demais. Para piorar a situação e sem generalizar muito porque nem todos somos iguais felizmente, há quem pense que um filho poderá produzir as alterações no seu parceiro que o próprio realcionamento não conseguiu produzir. Resultado? Divórcio, filhos com pais a tempos espaçados e mulheres amarguradas com elas e com a vida.
De várias conversas que tenho tido com amigos e amigas que estão nesse imaculado e intocável estado matrimonial, com ou sem papéis, o que eu verifico é que as mulheres aturam muito mais impropérios e brigas do que propriamente os homens. Parece que para as mulheres o importante é agarrarem-se de unhas e dentes a um relacionamento que não é saudável mas que, segundo elas, é importante manter-se por uma questão de segurança. Segurança? o que é isto? Ter sempre alguém em casa quando se chega do trabalho mesmo que seja, invariavelmente, para se brigar sobre assuntos que não merecem ser discutidos quanto mais se brigar por causa disso? Há outro aspecto que é importante salientar que é o facto de as mulheres pensarem, ao mesmo tempo que os homens, que o facto de viverem juntos e haver "responsabilidades" poderá produzir alterações subtanciais ao seu parceiro para melhor. É certo que alguma coisa muda na nossa vivência quando vivemos juntos com alguém e viver com alguém é também um "jogo" de cedências implÃcitas mas que surgem de uma forma espontânea, e como tal, a vivência é possÃvel e saudável. No entanto, quando ninguém pretende alterar a sua forma de ser, o relacionamento, não altera por si só, ou seja, é altura de se rever muito cuidadosamente toda a estrutura do relacionamento, o que é o mesmo que dizer, curtam enquanto durar porque está condenado a acabar violentamente se nos apercebermos disso tarde demais. Para piorar a situação e sem generalizar muito porque nem todos somos iguais felizmente, há quem pense que um filho poderá produzir as alterações no seu parceiro que o próprio realcionamento não conseguiu produzir. Resultado? Divórcio, filhos com pais a tempos espaçados e mulheres amarguradas com elas e com a vida.
segunda-feira, dezembro 12, 2005
As coisas da vida
Sinceramente não consigo perceber aqueles que falam/opinam/aconselham/alvitram/desvendam etc etc... as coisas da vida. Será que ainda não perceberam que a felicidade está a 10 forwards de distância num qualquer mail com uma apresentação pirosa em Powerpoint? será que nunca receberam uma porcaria dessas? Gostava de saber quem é o(a) artista/artola/quem não tem nada que fazer/opinador/pessoa com um gosto muito duvidoso que faz aquelas apresentações pirosas. Se houver dinheiro envolvido nesta história de enviar fowards para centenas de pessoas com mensagens idiotas eu também quero aprender o ofÃcio. Um dia destes meto a minha foto numa apresentação feita em Powerpoint com o NIB da minha conta e digo que sofro de uns ataques e que se depositarem qualquer coisinha na minha conta e, como não poderia deixar de ser, fizerem foward a pelo menos 10 pessoas que eu não as irei chatear a casa com uns ataques manhosos a espumar da boca.
Resoluções de Final de Ano
Aproxima-se a época do ano em que muitos de nós tomamos as resoluções de final do ano, ou seja, pensamos acerca do que sucedeu durante o ano que está a terminar e tentamos perspectivar o ano que vem. Eu também estou a equacionar que tipo de resoluções irei tomar para o final do ano. Tendo em conta alguns acontecimentos recentes, ou quase, da minha vida, aprendi que a vida tem que ser levada um dia de cada vez e, como tal, as próprias resoluções de final do ano vão contra tudo isso. Houve dois eventos que me marcaram bastante e moldaram a minha forma de olhar a vida, não interessam quais concretamente mas, de facto esses eventos esculpiram, em baixo relevo, a superfÃcie de quem sou. Tomei uma abordagem nova à vida, ou seja, vivo o dia de hoje esquecendo o que foi o ontem e não pensando muito no amanhã. Irresponsabilidade poderão pensar alguns mas gosto de chamar isto sanidade. Apercebi-me que por cá, neste mundo “civilizadoâ€�, temos uma vida absolutamente estúpida e insÃpida, e eu, como os demais mortais, gostaria de apreciar mais a curta vida que temos por cá. Não posso viver atracado a eventos que se passaram, nem tão pouco, a aquilo que poderá ser o dia de amanhã. Assim a minha resolução para o final do ano é:
Não tomar resoluções algumas que sejam, viver a dia um dia após o outro e tentar tirar o máximo proveito de cada dia que nos é oferecido. Marcarei objectivos genéricos sem compromisso de resolução e viverei a vida, ou seja, quero ver a vida correr. Viajar, conhecer pessoas, conviver com pessoas e viver a vida tal como ela poderá ser….boa!!
Quanto a vós, desejo-vos o mesmo, curtam a vida!! Um dia de cada vez é claro!!!
Não tomar resoluções algumas que sejam, viver a dia um dia após o outro e tentar tirar o máximo proveito de cada dia que nos é oferecido. Marcarei objectivos genéricos sem compromisso de resolução e viverei a vida, ou seja, quero ver a vida correr. Viajar, conhecer pessoas, conviver com pessoas e viver a vida tal como ela poderá ser….boa!!
Quanto a vós, desejo-vos o mesmo, curtam a vida!! Um dia de cada vez é claro!!!
sexta-feira, dezembro 09, 2005
Debates
Já vi os dois primeiros debates entre candidatos à Presidência da República e o que, quanto a mim, melhor caracteriza os mesmos é a palavra fraco. A forma como estão a ser conduzidos os debates está a permitir o não debate de ideias. Neste cenário, Cavaco Silva, é o mais beneficiado por via do facto de ser o candidato que tem a noção mais vaga e desfasada do cargo e, consequentemente, menos ideias. Mário Soares afirmou isso ontem antes do debate e fê-lo de uma forma acutilante na medida em que, os debates, foram negociados entre os cinco principais candidatos, sendo a vontade de um candidato, Cavaco Silva, mais forte que a dos demais. Já referi que, ou pelo menos fiz entender, que a candidatura de Cavaco Silva goza do apoio de opinion makers no sentido de formularem a imagem de uma supercandidatura ao ponto de, em sondagens com 500 e poucas entrevistas válidas, darem a vitória mais que certa a Cavaco Silva. É conhecido, pelo menos aos mais atentos, que as Televisões nacionais pendem para uma determinada área polÃtica nacional e que, por coincidência digo jocosamente, o beneficiado desta situação é o PSD. É altura de pararmos e pensarmos bem se pretendemos continuar com este velho estar de coisas que nos deixou na ruÃna. A todos os que são de Esquerda a campanha também é de todos nós, independentemente do candidato, para fazer frente a esta manipulação baixa a que a opinião pública está a ser sujeita.
segunda-feira, dezembro 05, 2005
Tuganews
No outro dia é que reparei neste pequeno detalhe dos noticiários Portugueses. Todos os anos, por esta altura, há sempre uma notÃcia acerca da queda de neve na Serra da Estrela. Qual é a novidade? Todos os anos neva na Serra da Estrela, não é novidade nenhuma, no entanto, todos os anos temos que gramar com um skecth acerca da neve começou a cair na Serra da Estrela, acompanhada sempre é claro, por um turista nacional a deslizar encosta abaixo com um saco de plástico. Mas que raio de noticiário temos nós por cá? De facto, notÃcias há poucas e os jornalistas têm que "inventar" algumas notÃcias para encher a grelha.
sábado, dezembro 03, 2005
Macacos no Estádio
Ontem realizou-se o FC Porto - Sporting e a uma dada altura no jogo ouviram-se sons simiescos vindos de um sector das bancadas do Estádio do Dragão. Refiro-me a um momento do jogo em que Rogério, jogador do Sporting, se aproxima da linha lateral e é "presenteado"com um coro de Uhuh tÃpico dos macacos. Depois de ter visto, ou melhor, ter ouvido isto, coloco a seguinte questão: Será que estavam macacos a verem um jogo de futebol? Espero bem que não!!
De resto o meu Sporting mostrou a Garra de Leão!!!
De resto o meu Sporting mostrou a Garra de Leão!!!
quarta-feira, novembro 30, 2005
Chouriços e Crucifixos
Comparar, como fez Ana Drago, um chouriço a um crucifixo, apesar de haver talvez outros exemplos menos chocantes, não é de todo inadmissÃvel na medida em que, quer o chouriço quer o crucifixo, fazem parte do quadro iconográfico Português. A diferença reside no facto de um representar uma Instituição ainda demasiado poderosa, a Igreja, e o outro representar a cultura popular e gastronómica do paÃs. Qualquer das vias não é essa a questão central, a questão aqui centra-se num Estado Laico com iconografia Católica, ou qualquer outra que seja, em Instituições Públicas do Estado. Não faz sentido a continuidade dos crucifixos nas escolas apesar de muitos alunos serem católicos, ou melhor, serem católicos culturais. Na lista possÃvel de Ãcones a serem expostos nas escolas portuguesas estarão muitos no topo das listas de prioridades que não propriamente o crucifixo. Quer queiramos quer não, o Estado Português, é laico e assim deverá continuar. Havendo crucifixos nas escolas deverá haver também a Estrela de David e o crescente da religião muçulmana.
segunda-feira, novembro 28, 2005
A eleição dos cinco equÃvocos
Muito se tem falado acerca dos candidatos à Presidência da República e pouco se tem falado acerca do cargo que um dos candidatos ocupará quando fôr eleito. Entretanto, analisando o perfil dos candidatos, há que parar um pouco e pensar no perfil destes candidatos e encaixá-los no perfil de competências e raio de acção do Presidente da República. Atendendo a isto, dir-se-ia que o rei vai nú, ou seja, nenhum dos candidatos, em especial Cavaco Silva, se perfila como uma figura consensual dentro da polÃtica portuguesa e que, através dos poderes que tem, consiga manter a coesão e o normal funcionamento das Instituições.
O maior dos equÃvocos é Cavaco Silva, esse grande amador da polÃtica portuguesa, conseguiu criar em torno deste a ideia que salvará o paÃs de um futuro incerto e que, ele, será o timoneiro de uma reviravolta que nem ele conseguiu concretizar durante 11 anos de governação, nem conseguirá concretizar com os poderes que poderá ter se eleito para Presidente da República. Então afinal quem ou qual o perfil que conseguirá ser um Presidente da República eficaz atendendo à competências do cargo? Certamente não a intransigência de Jerónimo nem a irreverência de Lousã. Manuel Alegre poderá ser, atendendo ao respeito que demonstrou pelas competências do cargo, um candidato aperfilado mas a poesia não está neste cargo nem tão pouco será uma figura consensual já que não o conseguiu ser no seio do seu partido. Mário Soares é uma figura respeitável e com créditos firmados mas, à semelhança de toda uma classe polÃtica europeia já gasta, servirá melhor no lado de fora a enviar os devidos recados à governação. Cavaco Silva é quanto a mim o maior dos equÃvocos porque não é consensual e conciliador, é um homem só que se regula por ele aninhando-se nele próprio e tornando-se impermeável à s opiniões contrárias. Para mais é um perigo latente na medida em que já aflorou a possibilidade de alterar as competências do presidente da República, tornando Portugal num sistema presidencialista em que o presidente nunca se engana e raramente tem dúvidas, lembram-se?
Nisto o que há a fazer? Certamente evitar a vitória de um candidato de Direita com um discurso preparado de Esquerda não o sendo nem nunca o tendo querido ser. A esquerda terá que se unir e eleger um dos candidatos numa prespectiva do mal menor.
Deixo-vos a descrição e perfil de competências, à luz da Constituição Portuguesa, do Presidente da República
O Presidente da República é, a par da Assembleia da República, do Governo e dos Tribunais, um órgão de soberania (art.º 110.º, n.º 1, da Constituição), sendo o seu estatuto, forma de eleição e competências estabelecidos no TÃtulo II da Parte III da Constituição (art.ºs. 120.º a 146.º).
As suas funções constitucionais são fundamentalmente as de representação da República Portuguesa, de garante da independência nacional, da unidade do Estado e do regular funcionamento das instituições, sendo ainda, por inerência, Comandante Supremo das Forças Armadas (art.º 120.º).
O Presidente da República exerce as suas competências ao abrigo dos art.ºs. 133.º, 134.º e 135.º da Constituição, sendo que a prática de alguns actos é partilhada ou depende da audição de outros órgãos e entidades.
Dentro dessas vastas competências destacam-se, pela sua importância no conjunto dos poderes do Estado e no relacionamento com os outros órgãos de soberania:
- o Comando Supremo das Forças Armadas [ art.ºs. 133.º / p) e 134.º / a) ]
O Presidente da República exerce as funções de Comandante Supremo das Forças Armadas e nomeia e exonera, sob proposta do Governo, o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e os Chefes de Estado-Maior dos três ramos das Forças Armadas.
- a dissolução da Assembleia da República [ art.º 133.º/ e) ]
O Presidente da República pode, observados os limites temporais e circunstanciais do art.º 172.º, dissolver a Assembleia da República, o que implica a necessidade de convocação de novas eleições parlamentares (art.º 113.º, n.º 6) e, após a realização destas, a demissão do Governo [art.º 195.º, n.º 1, a)].
- a nomeação do Primeiro-Ministro [ art.º 133.º/ f) ] e a demissão do Governo [ art.º 133.º/g) ]
O Presidente da República nomeia o Primeiro-Ministro tendo em conta os resultados eleitorais (art.º 187.º, n.º 1) e nomeia os restantes membros do Governo sob proposta do Primeiro-Ministro [art.º 133.º, h)]. Pode, por outro lado, demitir o Governo quando tal se torne necessário para assegurar o regular funcionamento das instituições democráticas (art.º 195.º, n.º 2).
- a dissolução dos órgãos de governo próprio das regiões autónomas [ art.º 133.º/ j) ]
Os órgãos de governo próprios das regiões autónomas podem ser dissolvidos pelo Presidente da República, por prática de actos graves contrários à Constituição (art.º 234.º).
- declaração do estado de sÃtio ou do estado de emergência [ art.º 134.º / d) ]
O Presidente da República declara o estado de sÃtio e de emergência, ouvido o Governo e sob autorização da Assembleia da República (art.º 138.º, n.º 1).
- a declaração da guerra e feitura da paz [ art.º 135.º/ c) ]
Sob proposta do Governo e mediante autorização da Assembleia da República, o Presidente da República pode declarar a guerra em caso de agressão efectiva ou iminente e fazer a paz.
- a promulgação das leis, decretos-leis e decretos regulamentares e a assinatura dos restantes decretos do Governo [ art.º 134.º/ b) ]
O Presidente da República promulga ou assina e, consequentemente, pode recusar a promulgação ou assinatura de leis, decretos-leis, decretos regulamentares e restantes decretos do Governo, ainda que a possÃvel recusa de promulgação das leis, decretos-leis e decretos regulamentares esteja sujeita aos limites temporais e condicionamentos previstos no art.º 136.º e nos art.ºs. 278.º e 279.º.
- a ratificação dos tratados internacionais e a assinatura dos decretos e resoluções que aprovem acordos internacionais [ art.ºs. 134.º/ b) e 135.º/ b) ]
No domÃnio das suas competências nas relações internacionais, o Presidente da República ratifica os tratados internacionais [ art.º 135.º/ b) ] e assina as resoluções da Assembleia da República e os decretos do Governo que aprovem acordos internacionais [art.º 134.º/ b)].
- a convocação do referendo [ art.º 134.º/ c) ]
O Presidente da República decide sobre a convocação do referendo cuja realização, nos termos do art.º 115.º, lhe seja proposta pela Assembleia da República (eventualmente com base na iniciativa de cidadãos) ou pelo Governo (art.º 115.º, n.ºs 1 e 2).
- a fiscalização preventiva da constitucionalidade [ art.º 134.º/ g) ]
Para além do poder de iniciativa que detém no domÃnio da fiscalização sucessiva (art.º 281.º, n.º 2) e da fiscalização da inconstitucionalidade por omissão (art.º 283.º), o Presidente da República pode requerer ao Tribunal Constitucional a apreciação preventiva da constitucionalidade de normas constantes de convenções internacionais ou de decretos que lhe tenham sido enviados para promulgação como lei orgânica, lei ou decreto-lei (art.º 278.º, n.ºs 1 e 4).
- a nomeação e exoneração de titulares de órgãos do Estado
O Presidente da República nomeia e exonera, em alguns casos sob proposta do Governo, titulares de importantes órgãos do Estado como sejam os Ministros da República para as regiões autónomas [art.º 133.º, l)], o Presidente do Tribunal de Contas e o Procurador Geral da República [art.º 133.º, m)], cinco membros do Conselho de Estado e dois vogais do Conselho Superior da Magistratura [art.º 133.º, n)].
- a nomeação dos embaixadores e dos enviados extraordinários [ art.º 135.º/ a) ]
O Presidente da República nomeia os embaixadores e os enviados extraordinários, sob proposta do Governo, e acredita os representantes diplomáticos estrangeiros.
- o indulto e comutação de penas [ art.º 134.º/ f) ]
O Presidente da República, ouvido o Governo, indulta e comuta penas.
- os poderes transitórios relativos a Macau e Timor Leste (art.º 292.º e art.º 293.º)
Enquanto o território de Macau se mantiver sob administração portuguesa, cabe ao Presidente da República praticar os actos e exercer os poderes previstos no estatuto do território (art.º 292.º, n.º 1), competindo-lhe, relativamente a Timor Leste, em conjunto com o Governo, praticar todos os actos necessários à realização dos objectivos da promoção e garantia do seu direito à autodeterminação e independência (art.º 293.º).
Durante o seu eventual impedimento temporário, o Presidente da República é substituÃdo interinamente pelo Presidente da Assembleia da República (art.º 132.º) que não pode, todavia, praticar alguns dos actos previstos nas referidas competências do Presidente da República (art.º 139.º).
O Presidente da República preside ao Conselho de Estado que é o órgão polÃtico de consulta do Presidente da República (art.º 141.º) e designa cinco cidadãos para integrarem a composição deste órgão pelo perÃodo correspondente à duração do mandato do Presidente da República (art.º 142.º).
O Presidente da República preside ao Conselho de Ministros quando o Primeiro-Ministro lho solicitar [ art.º 133.º/i) ].
O maior dos equÃvocos é Cavaco Silva, esse grande amador da polÃtica portuguesa, conseguiu criar em torno deste a ideia que salvará o paÃs de um futuro incerto e que, ele, será o timoneiro de uma reviravolta que nem ele conseguiu concretizar durante 11 anos de governação, nem conseguirá concretizar com os poderes que poderá ter se eleito para Presidente da República. Então afinal quem ou qual o perfil que conseguirá ser um Presidente da República eficaz atendendo à competências do cargo? Certamente não a intransigência de Jerónimo nem a irreverência de Lousã. Manuel Alegre poderá ser, atendendo ao respeito que demonstrou pelas competências do cargo, um candidato aperfilado mas a poesia não está neste cargo nem tão pouco será uma figura consensual já que não o conseguiu ser no seio do seu partido. Mário Soares é uma figura respeitável e com créditos firmados mas, à semelhança de toda uma classe polÃtica europeia já gasta, servirá melhor no lado de fora a enviar os devidos recados à governação. Cavaco Silva é quanto a mim o maior dos equÃvocos porque não é consensual e conciliador, é um homem só que se regula por ele aninhando-se nele próprio e tornando-se impermeável à s opiniões contrárias. Para mais é um perigo latente na medida em que já aflorou a possibilidade de alterar as competências do presidente da República, tornando Portugal num sistema presidencialista em que o presidente nunca se engana e raramente tem dúvidas, lembram-se?
Nisto o que há a fazer? Certamente evitar a vitória de um candidato de Direita com um discurso preparado de Esquerda não o sendo nem nunca o tendo querido ser. A esquerda terá que se unir e eleger um dos candidatos numa prespectiva do mal menor.
Deixo-vos a descrição e perfil de competências, à luz da Constituição Portuguesa, do Presidente da República
O Presidente da República é, a par da Assembleia da República, do Governo e dos Tribunais, um órgão de soberania (art.º 110.º, n.º 1, da Constituição), sendo o seu estatuto, forma de eleição e competências estabelecidos no TÃtulo II da Parte III da Constituição (art.ºs. 120.º a 146.º).
As suas funções constitucionais são fundamentalmente as de representação da República Portuguesa, de garante da independência nacional, da unidade do Estado e do regular funcionamento das instituições, sendo ainda, por inerência, Comandante Supremo das Forças Armadas (art.º 120.º).
O Presidente da República exerce as suas competências ao abrigo dos art.ºs. 133.º, 134.º e 135.º da Constituição, sendo que a prática de alguns actos é partilhada ou depende da audição de outros órgãos e entidades.
Dentro dessas vastas competências destacam-se, pela sua importância no conjunto dos poderes do Estado e no relacionamento com os outros órgãos de soberania:
- o Comando Supremo das Forças Armadas [ art.ºs. 133.º / p) e 134.º / a) ]
O Presidente da República exerce as funções de Comandante Supremo das Forças Armadas e nomeia e exonera, sob proposta do Governo, o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e os Chefes de Estado-Maior dos três ramos das Forças Armadas.
- a dissolução da Assembleia da República [ art.º 133.º/ e) ]
O Presidente da República pode, observados os limites temporais e circunstanciais do art.º 172.º, dissolver a Assembleia da República, o que implica a necessidade de convocação de novas eleições parlamentares (art.º 113.º, n.º 6) e, após a realização destas, a demissão do Governo [art.º 195.º, n.º 1, a)].
- a nomeação do Primeiro-Ministro [ art.º 133.º/ f) ] e a demissão do Governo [ art.º 133.º/g) ]
O Presidente da República nomeia o Primeiro-Ministro tendo em conta os resultados eleitorais (art.º 187.º, n.º 1) e nomeia os restantes membros do Governo sob proposta do Primeiro-Ministro [art.º 133.º, h)]. Pode, por outro lado, demitir o Governo quando tal se torne necessário para assegurar o regular funcionamento das instituições democráticas (art.º 195.º, n.º 2).
- a dissolução dos órgãos de governo próprio das regiões autónomas [ art.º 133.º/ j) ]
Os órgãos de governo próprios das regiões autónomas podem ser dissolvidos pelo Presidente da República, por prática de actos graves contrários à Constituição (art.º 234.º).
- declaração do estado de sÃtio ou do estado de emergência [ art.º 134.º / d) ]
O Presidente da República declara o estado de sÃtio e de emergência, ouvido o Governo e sob autorização da Assembleia da República (art.º 138.º, n.º 1).
- a declaração da guerra e feitura da paz [ art.º 135.º/ c) ]
Sob proposta do Governo e mediante autorização da Assembleia da República, o Presidente da República pode declarar a guerra em caso de agressão efectiva ou iminente e fazer a paz.
- a promulgação das leis, decretos-leis e decretos regulamentares e a assinatura dos restantes decretos do Governo [ art.º 134.º/ b) ]
O Presidente da República promulga ou assina e, consequentemente, pode recusar a promulgação ou assinatura de leis, decretos-leis, decretos regulamentares e restantes decretos do Governo, ainda que a possÃvel recusa de promulgação das leis, decretos-leis e decretos regulamentares esteja sujeita aos limites temporais e condicionamentos previstos no art.º 136.º e nos art.ºs. 278.º e 279.º.
- a ratificação dos tratados internacionais e a assinatura dos decretos e resoluções que aprovem acordos internacionais [ art.ºs. 134.º/ b) e 135.º/ b) ]
No domÃnio das suas competências nas relações internacionais, o Presidente da República ratifica os tratados internacionais [ art.º 135.º/ b) ] e assina as resoluções da Assembleia da República e os decretos do Governo que aprovem acordos internacionais [art.º 134.º/ b)].
- a convocação do referendo [ art.º 134.º/ c) ]
O Presidente da República decide sobre a convocação do referendo cuja realização, nos termos do art.º 115.º, lhe seja proposta pela Assembleia da República (eventualmente com base na iniciativa de cidadãos) ou pelo Governo (art.º 115.º, n.ºs 1 e 2).
- a fiscalização preventiva da constitucionalidade [ art.º 134.º/ g) ]
Para além do poder de iniciativa que detém no domÃnio da fiscalização sucessiva (art.º 281.º, n.º 2) e da fiscalização da inconstitucionalidade por omissão (art.º 283.º), o Presidente da República pode requerer ao Tribunal Constitucional a apreciação preventiva da constitucionalidade de normas constantes de convenções internacionais ou de decretos que lhe tenham sido enviados para promulgação como lei orgânica, lei ou decreto-lei (art.º 278.º, n.ºs 1 e 4).
- a nomeação e exoneração de titulares de órgãos do Estado
O Presidente da República nomeia e exonera, em alguns casos sob proposta do Governo, titulares de importantes órgãos do Estado como sejam os Ministros da República para as regiões autónomas [art.º 133.º, l)], o Presidente do Tribunal de Contas e o Procurador Geral da República [art.º 133.º, m)], cinco membros do Conselho de Estado e dois vogais do Conselho Superior da Magistratura [art.º 133.º, n)].
- a nomeação dos embaixadores e dos enviados extraordinários [ art.º 135.º/ a) ]
O Presidente da República nomeia os embaixadores e os enviados extraordinários, sob proposta do Governo, e acredita os representantes diplomáticos estrangeiros.
- o indulto e comutação de penas [ art.º 134.º/ f) ]
O Presidente da República, ouvido o Governo, indulta e comuta penas.
- os poderes transitórios relativos a Macau e Timor Leste (art.º 292.º e art.º 293.º)
Enquanto o território de Macau se mantiver sob administração portuguesa, cabe ao Presidente da República praticar os actos e exercer os poderes previstos no estatuto do território (art.º 292.º, n.º 1), competindo-lhe, relativamente a Timor Leste, em conjunto com o Governo, praticar todos os actos necessários à realização dos objectivos da promoção e garantia do seu direito à autodeterminação e independência (art.º 293.º).
Durante o seu eventual impedimento temporário, o Presidente da República é substituÃdo interinamente pelo Presidente da Assembleia da República (art.º 132.º) que não pode, todavia, praticar alguns dos actos previstos nas referidas competências do Presidente da República (art.º 139.º).
O Presidente da República preside ao Conselho de Estado que é o órgão polÃtico de consulta do Presidente da República (art.º 141.º) e designa cinco cidadãos para integrarem a composição deste órgão pelo perÃodo correspondente à duração do mandato do Presidente da República (art.º 142.º).
O Presidente da República preside ao Conselho de Ministros quando o Primeiro-Ministro lho solicitar [ art.º 133.º/i) ].
sábado, novembro 26, 2005
A propósito ainda da minha viagem a Moçambique, o que eu reti, em termos de ensinamento, foi o quão fúteis e mesquinhos são os nossos problemas do dia a dia no mundo ocidental. Vi uma expressão que resume toda a incongruência do nosso estilo de vida Europeu, completamente centrado no amanhã esquecendo completamente o presente, e daÃ, como seria de esperar, uma vida fútil e cinzenta que levamos sem saber bem porquê.
Eis a citação:
Uma vez perguntaram a Confúcio:"O que o surpreende mais na humanidade?"Confúcio respondeu:
"Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para a recuperar. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente nem no futuro.Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido..."
Eis a citação:
Uma vez perguntaram a Confúcio:"O que o surpreende mais na humanidade?"Confúcio respondeu:
"Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para a recuperar. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente nem no futuro.Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido..."
sexta-feira, novembro 25, 2005
O padrão do meu cérebro
| Your Brain's Pattern |
![]() You have a dreamy mind, full of fancy and fantasy. You have the ability to stay forever entertained with your thoughts. People may say you're hard to read, but that's because you're so internally focused. But when you do share what you're thinking, people are impressed with your imagination. |
Galaico-Português
Foi rejeitada a candidatura Luso-Espanhola para instauração do Galaico-Português como património imaterial da humanidade. Parece que não é nada de grave mas o facto é que se corre o risco de se verem desaparecidas tradições orais comuns à Galiza e Norte de Portugal. é conhecido o esforço que Franco fez para a total e completa obliteração da cultura Galega durante o seu periodo de Ditadura, bem como, já nos tempos da Democracia a negligência a que a lÃngua e tradições galegas foram devotadas.
Da mesma forma que o a Inglaterra fez com que o galês desaparecesse quase completamente com a polÃtica do Welsh Not, actualmente a galiza poderá perder parte do seu legado cultural se nada for feito no sentido de preservar as tradições, ou pelo menos registar-las e dá-las a conhecer à s gerações mais novas, e assim A Galiza e Portugal poderão perder um legado cultural comum. É muito importante para Portugal envedar esforços no sentido de dar a conhecer a cultura galega em Portugal pois, esta, é um legado comum não fossemos nós ao fim e ao cabo Galegos também.
Da mesma forma que o a Inglaterra fez com que o galês desaparecesse quase completamente com a polÃtica do Welsh Not, actualmente a galiza poderá perder parte do seu legado cultural se nada for feito no sentido de preservar as tradições, ou pelo menos registar-las e dá-las a conhecer à s gerações mais novas, e assim A Galiza e Portugal poderão perder um legado cultural comum. É muito importante para Portugal envedar esforços no sentido de dar a conhecer a cultura galega em Portugal pois, esta, é um legado comum não fossemos nós ao fim e ao cabo Galegos também.
Mulheres
O Talmud é um livro judeu, onde se encontram condensados todos os depoimentos, ditados e frases pronunciadas pelos Rabinos através dos tempos.Tem um que termina dizendo o seguinte:Cuida-te quando fazes chorar uma mulher, pois Deus conta as suas lágrimas. A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser igual, debaixo do braço para ser protegida, e do lado do coração para ser amada".
Concordo com isto mas porque é que Deus criou as sogras? Também são mulheres ou não?!
Concordo com isto mas porque é que Deus criou as sogras? Também são mulheres ou não?!
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