quinta-feira, setembro 15, 2005
O amor eterno?
Para a máxima que diz que o amor é eterno, a mortalidade, é uma dura realidade que desfaz as máximas cabalÃsticas que possamos ter em relação a este tema, o amor. Ver alguém a partir na flor da idade é duro, quanto duro é ter a pairar estas máximas de cartão de São Valentim que dizem que o amor é eterno. A um grande amigo, um abraço do tamanho deste mundo nesta hora difÃcil em que vê a sua cara-metade partir tão jovem.
quarta-feira, setembro 14, 2005
CombustÃvel
Desde que se aplicou a polÃtica de preços livres dos combustÃveis que, em Portugal, as três maiores operadoras de combustÃveis fizeram a panelinha de forma a aumentar sempre o preço dos combustÃveis de uma forma escandalosa. Para além disto, a passividade do Estado, é escandalosa porquanto, o Estado, porta-se como uma das operadoras monopolistas, pois, tem sempre o ganho em impostos garantido. Partindo sempre do pressuposto que, antes demais, o importante é reduzir a dependência do nosso paÃs desse ouro negro que tanto mal nos causa ao ambiente, não consigo perceber também a passividade da população em geral perante este escândalo. Em França os camionistas manifestaram-se contra o aumento dos preços dos combustÃveis e conseguiram forçar o Estado Françês a baixar os preços. Por cá manifestam-se os débeis mentais da extrema-direita a favor de reinvindicações medievais porque, os restantes, estão-se nas tintas.
segunda-feira, setembro 12, 2005
Fotos de Maputo
Para ser sincero a cidade de Maputo não me seduziu muito, ao contrário, as pessoas que conheci em Maputo, essas sim, seduziram-me.

domingo, setembro 11, 2005
sexta-feira, setembro 09, 2005
Eleições Jurássicas
Entre os dois candidatos Jurássicos, Soares e Cavaco Silva, só me apetece votar no Rei Dom Sebastião. Digo isto porque, dinossáuro por dinossáuro, mais vale Dom Sebastião pelo benefÃcio da dúvida.
Gostei da sondagem da Universidade Católica que indica uma vitória de Cavaco Silva sobre Soares apoiada na ideia que, o eleitorado que votará em Lousã, 45% destes, irão votar Cavaco Silva numa hipotética segunda volta. É curioso como os partidos polÃticos português controlam as televisões e sondagens. Que credibilidade tem uma sondagem que indica que o eleitorado do candidato do BE irá votar no candidato de Direita numa segunda volta? Esta sondagem foi encomendada para motivar a ainda não anunciada candidatura de Cavaco Silva à Presidência da República. Já nem me refiro ao facto de, neste paÃs, não se conseguir produzir figuras polÃticas novas e termos que recorrer aos dinossauros da praça. Manuel Alegre és o maior!!
Gostei da sondagem da Universidade Católica que indica uma vitória de Cavaco Silva sobre Soares apoiada na ideia que, o eleitorado que votará em Lousã, 45% destes, irão votar Cavaco Silva numa hipotética segunda volta. É curioso como os partidos polÃticos português controlam as televisões e sondagens. Que credibilidade tem uma sondagem que indica que o eleitorado do candidato do BE irá votar no candidato de Direita numa segunda volta? Esta sondagem foi encomendada para motivar a ainda não anunciada candidatura de Cavaco Silva à Presidência da República. Já nem me refiro ao facto de, neste paÃs, não se conseguir produzir figuras polÃticas novas e termos que recorrer aos dinossauros da praça. Manuel Alegre és o maior!!
quinta-feira, setembro 08, 2005
Imagens de Moçambique
Eis algumas imagens de Moçambique
Paisagem africana
Pastor
Machinbombo
Mercado de Rua do Bilene
Paisagem africana

Pastor

Machinbombo

Mercado de Rua do Bilene

quarta-feira, setembro 07, 2005
Auto-estrada moçambique style
Dois Tugas num automóvel com destino à cidade da Matola, a cerca de 20 Kms de Maputo, vamos seguindo as placas a indicarem a Auto-estrada para a Matola. Até aqui tudo bem, parámos na portagem da Auto-estrada, pagámos e arrancámos. Duas faixas para cada lado, separador central, estação de serviço e, dez quilómetros mais tarde, um semáforo. Sim! um semáforo, a auto-estrada tem um semáforo no meio do percurso. Como será possÃvel um semáforo no meio da Auto-estrada perguntam voçês? Em Ã�frica tudo é possÃvel basta lá ir e ver.
segunda-feira, setembro 05, 2005
Um Tuga em Moçambique
Propus-me a escrever uma posta relatando as minhas aventuras em Moçambique mas é complicado resumir num texto tudo o que vi, bem como, o cheiro, as cores, as pessoas e a luz de Ã�frica. Antes de embarcar no avião, com destino a Maputo, mentalizei-me que iria para um paÃs pobre do Terceiro Mundo e que a pobreza dominava, como tal, vacinei-me mentalmente para esse aspecto e fui confiante. Uma vez lá, vi que as vacinas mentais não são capazes de fazer frente a esse vÃrus poderoso que é a realidade. Por cá não fazemos a mais pálida das ideias do que é pobreza e miséria, a luta diária para comer qualquer coisa, literalmente, qualquer coisa. Não quero negativizar a minha opinião sobre Moçambique com a questão da pobreza mas, a pobreza, é algo que é por demais evidente e entranha-se na pele, mexe com uma pessoa. Moçambique é muito mais do que isso, Moçambique é Ã�frica esse continente que é mágico, só quem lá foi ou esteve consegue compreender o que eu quero dizer com isto. É indescritÃvel o que se sente quando se chega a Ã�frica, tudo é poderoso, imenso, lindo é magia pura.
Maputo é uma cidade linda apesar de estar presentemente feia, os prédios não foram pintados desde 1975, altura em que os Portugueses, os Tugas, abandonaram Moçambique. É curioso mas a ideia que os Moçambicanos têem acerca da “descolonizaçãoâ€� é a de um abandono por parte dos Portugueses. Após a descolonização sentiram-se completamente abandonados e os anos após a descolonização foram muito duros para o povo moçambicano. Por lá ainda se vibra com o campeonato de futebol Português, as notÃcias via RTP Ã�frica sobre Portugal são actuais e muito vivas ainda. Todos falam Português, desde o mais humilde ao mais rico, sim porque os há e muitos ricos.
Irei continuar a falar acerca de Moçambique através de outras postas mas queria frisar que adorei o paÃs, em especial o interior do paÃs, e o seu povo maravilhoso, senti-me em casa. Vou deixar os meus agradecimentos à s pessoas maravilhosas que me deram o privilegio de conviver e que me acolheram como se eu fosse famÃlia. Assim os meus sinceros agradecimentos a:
Rosmin
Gito
Amina
Eunice
Belito
Mustak
Victor
Sharia
Angelo
Abdul Razaque
Jerri ( o primeiro turista na Lua)
Abudulah
Enfim a todos e espero não ter esquecido de ninguém mas se o fiz é porque foram tantos e bons companheiros(as)
A todos um abraço do tamanho deste mundo inteiro! Bem hajam!!
Maputo é uma cidade linda apesar de estar presentemente feia, os prédios não foram pintados desde 1975, altura em que os Portugueses, os Tugas, abandonaram Moçambique. É curioso mas a ideia que os Moçambicanos têem acerca da “descolonizaçãoâ€� é a de um abandono por parte dos Portugueses. Após a descolonização sentiram-se completamente abandonados e os anos após a descolonização foram muito duros para o povo moçambicano. Por lá ainda se vibra com o campeonato de futebol Português, as notÃcias via RTP Ã�frica sobre Portugal são actuais e muito vivas ainda. Todos falam Português, desde o mais humilde ao mais rico, sim porque os há e muitos ricos.
Irei continuar a falar acerca de Moçambique através de outras postas mas queria frisar que adorei o paÃs, em especial o interior do paÃs, e o seu povo maravilhoso, senti-me em casa. Vou deixar os meus agradecimentos à s pessoas maravilhosas que me deram o privilegio de conviver e que me acolheram como se eu fosse famÃlia. Assim os meus sinceros agradecimentos a:
Rosmin
Gito
Amina
Eunice
Belito
Mustak
Victor
Sharia
Angelo
Abdul Razaque
Jerri ( o primeiro turista na Lua)
Abudulah
Enfim a todos e espero não ter esquecido de ninguém mas se o fiz é porque foram tantos e bons companheiros(as)
A todos um abraço do tamanho deste mundo inteiro! Bem hajam!!
I´m Back!!!
Voltei de férias de Moçambique e mais tarde farei o relato das minhas aventuras. Até logo!
quarta-feira, agosto 17, 2005
Overview guidance
Ser simpático e inplosivo é uma mistura perigosa. Por vezes temos que ser duros, pelo que, nessas alturas o aviso terá que ser : "Untill Maqueavelic returns, all eyes on me"
Qualquer das vias a simpatia não é um defeito mas sim uma virtude e como vou-me ausentar por uns dias em viagem para Moçambique ( só espero que o avião não caÃa, glup!!) esperem-me qual Dom Sebastião que voltará no próximo dia 05 de Setembro. Ao contrário do original, o Dom Sebastião, prometo que volto.
Qualquer das vias a simpatia não é um defeito mas sim uma virtude e como vou-me ausentar por uns dias em viagem para Moçambique ( só espero que o avião não caÃa, glup!!) esperem-me qual Dom Sebastião que voltará no próximo dia 05 de Setembro. Ao contrário do original, o Dom Sebastião, prometo que volto.
terça-feira, agosto 16, 2005
Por falar em vacances
O countdown continua a correr à medida que as minhas férias se aproximam.
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sexta-feira, agosto 12, 2005
A laranja de Deus
A cor laranja pinta o movimento que se opõe à retirada de Israel da faixa de Gaza. Não é uma cor qualquer, o laranja, segundo os membros deste movimento, é a cor do movimento que é portadora da voz de Deus que, nesta matéria, se opõe à retirada dos colonatos Judeus da faixa de Gaza. Por detrás desta questão está a organização judaÃca nos Estados Unidos que financia o Estado de Israel e controla os lobbies dentro do governo Norte-Americano, protelando e agudizando ainda mais a situação em Israel com o envio de dinheiro que serve para adquirir tanques de guerra combatidos com pedras arremassadas pelos Palestinianos. O terrorismo, em circunstância alguma, é justificável quando vitima inocentes e por este facto recriminável e alvo de repúdio.
O povo judeu viveu uma história trágica de chacinas continuadas por todos os paÃses pelos quais se espalhou fruto da Diáspora. Contudo, isto não serve nem pode servir como elemento moral justificável para a colonização e atitude segregassionista prepertada pelos sucessivos governos israelitas com as devidas excepções. Utilizar o argumento bÃblico da terra prometida de Israel para os Israelitas é intelectualmente desonesto, como também é desonesto intelectualemente o argumento dos palestinianos de uma terra deles inteiramente. O ponto da questão é que, como dizia Marx, a religião é o ópio do povo, e nesta questão as mentes estão toldadas pelo fanatismo religioso. Canso-me quando oiço alguns israelitas argumentarem a sua presença nas zonas ocupadas como um desÃgnio bÃblico.
O povo judeu viveu uma história trágica de chacinas continuadas por todos os paÃses pelos quais se espalhou fruto da Diáspora. Contudo, isto não serve nem pode servir como elemento moral justificável para a colonização e atitude segregassionista prepertada pelos sucessivos governos israelitas com as devidas excepções. Utilizar o argumento bÃblico da terra prometida de Israel para os Israelitas é intelectualmente desonesto, como também é desonesto intelectualemente o argumento dos palestinianos de uma terra deles inteiramente. O ponto da questão é que, como dizia Marx, a religião é o ópio do povo, e nesta questão as mentes estão toldadas pelo fanatismo religioso. Canso-me quando oiço alguns israelitas argumentarem a sua presença nas zonas ocupadas como um desÃgnio bÃblico.
quinta-feira, agosto 11, 2005
Countdown
Faltam 8 dias para ir ter a este pôr do sol. Onde é que fica este pôr do sol? Eu digo depois.

quarta-feira, agosto 10, 2005
É esquisito
Este periodo que antecede as férias, as minhas pelo menos, é um periodo estranho porque já só se pensa em férias e no trabalho que se tem que fazer para não ficarmos a pensar, durante as férias, no que ficou por fazer. A solução para isto tudo é tirar férias para o resto da vida mas, para o efeito, o Euromilhões dava-me muito jeito, ó se dava!!!
segunda-feira, agosto 08, 2005
Não percebo mas acho piada
Não consigo perceber como, ou porquê, que se extraiem dividendos polÃticos por causa dos fogos. Todos os anos somos flagelados pelos fogos florestais e, todos os anos, os donos do terrenos florestais deixam ficar os terrenos sem qualquer tipo de cuidado ou prevenção ao limpar o mato e fazer corta-fogos. No entanto, vamos apanhando alguns maduros a polir o balcão de um qualquer tasco com os cotovelos a dizer que a culpa é do Governo. Para quem vive numa cidade a realidade dos fogos pode parecer um pouco distante pois, quem vive na cidade, não se apercebe do estado de abandono em que as florestas Portuguesas se encontram. No tempo do Portugal rural, haviam rebanhos e pastores que levavam os rebanhos para os pinhais e mantinham a mata limpa, actualmente, nada disso acontece devido à desertificação humana do Portugal rural. No estado em que se encontram as zonas florestais Portuguesas nem com a Força Aérea Norte-Americana inteira a borrifar Portugal poder-se-ia evitar os fogos. Quando se diz que existem meios suficientes para o combate ao fogo não se está a mentir, o que se está a fazer é responder a meia pergunta, ou seja, o problema está na prevenção de incêndios através da limpeza das matas.
Os fogos vão ardendo mas a vida continua e o importante agora são as férias no Algarve e o campeonato de futebol que se avizinha. Nisto, há muita prevenção, ou seja, as catástrofes são antecipadas na antevisão de mais um campeonato de Futebol Profissional e todos os adeptos estão atentos aos preparativos para minorar ou evitar a catástrofe. Para além disto, o Futebol nacional, proporciona uma série de poetas da lingua futeboleira como é exemplo um engenheiro da bola, por acaso aquele tuga tÃpico de Lisboa baixinho e de cabelo encarapinhado, a falar de futebol e a fazer prosa ao mesmo tempo. Num artigo escrito por este engenheiro da bola li que, a uma dada equipa de futebol, faltava-lhe imprimir mais textura à cultura táctica da equipa. Isto é lindo, gostava de conseguir inventar termos tão lÃricos a um jogo que consiste em dar pontapés numa bola, é extraordinário.
Os fogos vão ardendo mas a vida continua e o importante agora são as férias no Algarve e o campeonato de futebol que se avizinha. Nisto, há muita prevenção, ou seja, as catástrofes são antecipadas na antevisão de mais um campeonato de Futebol Profissional e todos os adeptos estão atentos aos preparativos para minorar ou evitar a catástrofe. Para além disto, o Futebol nacional, proporciona uma série de poetas da lingua futeboleira como é exemplo um engenheiro da bola, por acaso aquele tuga tÃpico de Lisboa baixinho e de cabelo encarapinhado, a falar de futebol e a fazer prosa ao mesmo tempo. Num artigo escrito por este engenheiro da bola li que, a uma dada equipa de futebol, faltava-lhe imprimir mais textura à cultura táctica da equipa. Isto é lindo, gostava de conseguir inventar termos tão lÃricos a um jogo que consiste em dar pontapés numa bola, é extraordinário.
sexta-feira, agosto 05, 2005
Como eu gosto do Verão
O Verão traz todos os anos duas coisas na minha vida, os emigrantes e os fogos. Os primeiros a falarem françoguês pelas ruas e a alertarem a Ivettes Carinas que vão tombé, e o segundo a impestar o ar com fumo. É impressionante mas, o verão consegue trazer duas coisas que me irritam sob maneira. Os emigrantes como espelho da mediocridade do povo Português e os fogos como espelho da mesma mediocridade do povo Português.
É impressionante a forma como se deixa um paÃs inteiro a arder por falta de ordenamento do território e gente sem escrupulos. Se é verdade que ardem muitos hectares de zona arborizada, também é verdade que, essas zonas de monoculturas de eucalipto e Pinheiros não fazem assim tanta falta quanto isso. O que é necessário, em especial no Interior do PaÃs, são florestas com ecosistemas sustentáveis e geradores de riqueza. Tomem como exemplo um eucaliptal, este, gera riqueza apenas um vez de 12 em 12 anos, e as pessoas que vivem em redor do eucaliptal, dele, extraiem pouca riqueza pois, os eucaliptos, servem de matéria-prima para grandes fábricas de pasta de papel no litoral onde estam os postos de trabalho. Em vez do Eucaliptal se estiver uma floresta, esta, é uma fonte de receita local pois permite a sua exploração sustentável em termos de fornecimento de madieras para carpintarias, Turismo, produtos naturais e um ecosistema saudável com flora e fauna abundante. O problema aqui em Portugal é que ardem os eucaliptais e as zonas de Pinheiros e no seu lugar crescem umas árvores esquisitas que alguns chamam de empreendimentos turÃsticos ou casas.
Os emigrantes habituados a outro paÃs onde tudo é automatique, inundam as ruas com o mais puro chavascal e carros enfeitados com muitos motivos Kish. É estranho verificar a forma insistente como os emigrantes se esforçam para falarem françês e talvez tentarem passar-se por franceses, penso eu. Revela uma falta de cultura, aliás, revela uma cultura boçal e mediocre que essas pessoas têm.
É impressionante a forma como se deixa um paÃs inteiro a arder por falta de ordenamento do território e gente sem escrupulos. Se é verdade que ardem muitos hectares de zona arborizada, também é verdade que, essas zonas de monoculturas de eucalipto e Pinheiros não fazem assim tanta falta quanto isso. O que é necessário, em especial no Interior do PaÃs, são florestas com ecosistemas sustentáveis e geradores de riqueza. Tomem como exemplo um eucaliptal, este, gera riqueza apenas um vez de 12 em 12 anos, e as pessoas que vivem em redor do eucaliptal, dele, extraiem pouca riqueza pois, os eucaliptos, servem de matéria-prima para grandes fábricas de pasta de papel no litoral onde estam os postos de trabalho. Em vez do Eucaliptal se estiver uma floresta, esta, é uma fonte de receita local pois permite a sua exploração sustentável em termos de fornecimento de madieras para carpintarias, Turismo, produtos naturais e um ecosistema saudável com flora e fauna abundante. O problema aqui em Portugal é que ardem os eucaliptais e as zonas de Pinheiros e no seu lugar crescem umas árvores esquisitas que alguns chamam de empreendimentos turÃsticos ou casas.
Os emigrantes habituados a outro paÃs onde tudo é automatique, inundam as ruas com o mais puro chavascal e carros enfeitados com muitos motivos Kish. É estranho verificar a forma insistente como os emigrantes se esforçam para falarem françês e talvez tentarem passar-se por franceses, penso eu. Revela uma falta de cultura, aliás, revela uma cultura boçal e mediocre que essas pessoas têm.
Como eu gosto do Verão
O Verão traz todos os anos duas coisas na minha vida, os emigrantes e os fogos. Os primeiros a falarem françoguês pelas ruas e a alertarem a Ivettes Carinas que vão tombé, e o segundo a impestar o ar com fumo. É impressionante mas, o verão consegue trazer duas coisas que me irritam sob maneira. Os emigrantes como espelho da mediocridade do povo Português e os fogos como espelho da mesma mediocridade do povo Português.
É impressionante a forma como se deixa um paÃs inteiro a arder por falta de ordenamento do território e gente sem escrupulos. Se é verdade que ardem muitos hectares de zona arborizada, também é verdade que, essas zonas de monoculturas de eucalipto e Pinheiros não fazem assim tanta falta quanto isso. O que é necessário, em especial no Interior do PaÃs, são florestas com ecosistemas sustentáveis e geradores de riqueza. Tomem como exemplo um eucaliptal, este, gera riqueza apenas um vez de 12 em 12 anos, e as pessoas que vivem em redor do eucaliptal, dele, extraiem pouca riqueza pois, os eucaliptos, servem de matéria-prima para grandes fábrica de pasta de papel no litoral onde estam os postos de trabalho. Em vez do Eucaliptal se estiver uma floresta, esta, é uma fonte de receita local pois permite a sua exploração sustentável em termos de fornecimento de madieras para carpintarias, Turismo, produtos naturais e um ecosistema saudável com flora e fauna abundante. O problema aqui em Portugal é que ardem os eucaliptais e as zonas de Pinheiros e no seu lugar crescem umas árvores esquisitas que alguns chamam de empreendimentos turÃsticos ou casas.
Os emigrantes habituados a outro paÃs onde tudo é automatique, inundam as ruas com o mais puro chavascal e carros enfeitados com muitos motivos Kish. É estranho verificar a forma insistente como os emigrantes se esforçam para falarem françês e talvez tentarem passar-se por franceses, penso eu. Revela uma falta de cultura, aliás, revela uma cultura boçal e mediocre que essas pessoas têm.
É impressionante a forma como se deixa um paÃs inteiro a arder por falta de ordenamento do território e gente sem escrupulos. Se é verdade que ardem muitos hectares de zona arborizada, também é verdade que, essas zonas de monoculturas de eucalipto e Pinheiros não fazem assim tanta falta quanto isso. O que é necessário, em especial no Interior do PaÃs, são florestas com ecosistemas sustentáveis e geradores de riqueza. Tomem como exemplo um eucaliptal, este, gera riqueza apenas um vez de 12 em 12 anos, e as pessoas que vivem em redor do eucaliptal, dele, extraiem pouca riqueza pois, os eucaliptos, servem de matéria-prima para grandes fábrica de pasta de papel no litoral onde estam os postos de trabalho. Em vez do Eucaliptal se estiver uma floresta, esta, é uma fonte de receita local pois permite a sua exploração sustentável em termos de fornecimento de madieras para carpintarias, Turismo, produtos naturais e um ecosistema saudável com flora e fauna abundante. O problema aqui em Portugal é que ardem os eucaliptais e as zonas de Pinheiros e no seu lugar crescem umas árvores esquisitas que alguns chamam de empreendimentos turÃsticos ou casas.
Os emigrantes habituados a outro paÃs onde tudo é automatique, inundam as ruas com o mais puro chavascal e carros enfeitados com muitos motivos Kish. É estranho verificar a forma insistente como os emigrantes se esforçam para falarem françês e talvez tentarem passar-se por franceses, penso eu. Revela uma falta de cultura, aliás, revela uma cultura boçal e mediocre que essas pessoas têm.
quarta-feira, agosto 03, 2005
Ora vejamos
É natural e de salutar sempre a curiosidade que muitos de nós temos por culturas diferentes da nossa. Por vezes, essa curiosidade, reveste-se de algum exotismo, e é também, alvo de alguns mitos urbanos curiosos por sinal. Lembro-me de uma história que me "venderam" por verÃdica, mas que, não a posso confirmar, pelo que, irei contá-la sem mencionar muitos detalhes quanto à identidade das pessoas envolvidas. Numa festa com vários convidados dos corpos diplomáticos em Londres, a esposa de um diplomata inglês que esteve na China, apresenta ao pescoço um medalhão dado numa recepção a que esta tinha estado em Pequim por um alto dignatário do governo chinês. Nesse medalhão constavam caracteres chineses que a senhora não compreendia, mas que, qualquer das vias, a senhora, apavoneava-se com o referido medalhão com muito orgulho. Nessa mesma festa a senhora mostrou o medalhão a um individuo que lhe dissera que tinha estado muitos anos na China, e daà resultou a seguinte conversa:
Senhora: Esteve na China? Que interessante eu também estive na China com o meu marido e até me ofereceram um medalhão quando me fui embora. Quer ver?
Senhor: Com certeza.
Após rápido exame ao medalhão o Senhor vira-se para a senhora e pergunta:
A senhora sabe o que está escrito neste medalhão?
Senhora: Por acaso não sei mas já agora poderia traduzir o que está escrito no medalhão.
Senhor: Com certeza. O medalhão diz: Licença sanitária de prostituição nº1
Como podem ver é preciso algum cuidado com o que se veicula acerca de uma cultura diferente, pois, como já vimos, essa cultura poderá ser veiculada com algum folclore à mistura.
EquÃvocos são muitos quando nos deparamos com culturas diferentes e por vezes episódios estranhos sucedem-se como é exemplo a atribuição do nome Canguru ao marsupial mais popular da Austrália. Ao que parece, canguru foi a resposta que um aborigene deu à pergunta que um Inglês colocou ao indagar que bicho saltitão era aquele. Ora, Canguru na lÃngua aborÃgene significa " Não Percebo" e desde então chamamos "Não percebo" a um animal, o que é estranho. Isto estende-se aos nomes Ãndios de certos animais que, dá-me a impressão, sofreram alguma adulteração senão vejamos: Jaguar na lÃngua Maia quer dizer animal que mata com um pulo. Quanto a mim há aqui alguma coisa estranha, ou então, os maias eram muito poupadinhos a falar.
Senhora: Esteve na China? Que interessante eu também estive na China com o meu marido e até me ofereceram um medalhão quando me fui embora. Quer ver?
Senhor: Com certeza.
Após rápido exame ao medalhão o Senhor vira-se para a senhora e pergunta:
A senhora sabe o que está escrito neste medalhão?
Senhora: Por acaso não sei mas já agora poderia traduzir o que está escrito no medalhão.
Senhor: Com certeza. O medalhão diz: Licença sanitária de prostituição nº1
Como podem ver é preciso algum cuidado com o que se veicula acerca de uma cultura diferente, pois, como já vimos, essa cultura poderá ser veiculada com algum folclore à mistura.
EquÃvocos são muitos quando nos deparamos com culturas diferentes e por vezes episódios estranhos sucedem-se como é exemplo a atribuição do nome Canguru ao marsupial mais popular da Austrália. Ao que parece, canguru foi a resposta que um aborigene deu à pergunta que um Inglês colocou ao indagar que bicho saltitão era aquele. Ora, Canguru na lÃngua aborÃgene significa " Não Percebo" e desde então chamamos "Não percebo" a um animal, o que é estranho. Isto estende-se aos nomes Ãndios de certos animais que, dá-me a impressão, sofreram alguma adulteração senão vejamos: Jaguar na lÃngua Maia quer dizer animal que mata com um pulo. Quanto a mim há aqui alguma coisa estranha, ou então, os maias eram muito poupadinhos a falar.
terça-feira, agosto 02, 2005
Graus
Vivemos num paÃs em que se discutem graus académicos em vez de se discutirem competências e qualificações técnicas. São os resquÃcios de uma Velha Senhora que, num paÃs de analfabetos, idolatrizou os doutores, vulgo licenciados. Se na restante europa um em cada três jovens detém uma licenciatura, em regra não superior a três anos, por cá apenas 15% dos jovens entre os 30 e os 35 anos de idade têem uma licenciatura. Se por cá ainda é um escândalo ter licenciados no Desemprego, na restante Europa, dois em cada três licenciados desempenham funções diversas da sua área de formação e salário. São as realidades que são distintas e Portugal que se mantem agarrado ao velho estar de coisas. Por cá o ensino superior é cada vez mais caro e sem qualquer tipo de orientação em termos de conteúdos lecionados e de quem leciona. Vive-se na espectativa que uma licenciatura é o mesmo que o Santo Graal, por artes mágicas, alguém fica enbuÃdo da sabedoria máxima, por efeito de hosmose, de todo o conhecimento incontestável que necessita para se elevar a um plano próximo do OlÃmpo. Algo tem que mudar radicalmente em Portugal.
segunda-feira, agosto 01, 2005
AÃ
Mim doer a cabeça, mim não querer trabalhar hoje, mim ter bebido demasiado ontem, mim querer ir embora.
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