Sem cair em tentação, os últimos acontecimentos polÃticos em Portugal são propÃcios a clivagens ou ao reforço das mesmas. A saÃda brusca, mas não súbita, de Durão Barroso foi o corolário de uma forma de estar e de fazer polÃtica que, em muito faz de Durão Barroso, seu representante e mestre. Não se pode deixar de evidenciar que, Durão Barroso, apesar de ter sido a 4ª escolha para o cargo que irá assumir, não deixou de se insuflar e de ver esta nomeação como a oportunidade de se ver livre de um governo que o iria crucificar, por mera retaliação, pelo que este tem vindo a fazer ao paÃs. Não se pode esquecer do discurso de posse do ex-primeiro-ministro que disse que o paÃs estava de tanga e que reforçou a necessidade de reformas, que não se viram, por via do facto do PaÃs estar de tanga.
Quando se apela à Esquerda unida para fazer frente à suposta hÃpotese de nomear Pedro Santana Lopes, é importante referir que, a Esquerda, sempre teve unida no propósito de fazer valer os direitos e as garantias dos cidadãos na Democracia, enferma que temos no nosso paÃs, mas que existe e quer-se mais forte. As formas e os propósitos, de cada um dos partidos de esquerda podem divergir entre si mas, convergem determinantemente na busca, incessante, da democracia plena em que o diálogo e o escutar as apreensões do povo são determinantes práticas das polÃticas desses partidos. Mas, como disse já, é necessário não cair em clivagens latentes por diferenças polÃticas, que são óbvias, mas que no fundo pretendem, ou deveriam, atingir a prosperidade e segurança de uma sociedade livre e Democrática, esquerda ou direita. Digo isto apenas porque na Direita, apesar de raros,existem exemplos de democracia como é exemplo Freitas do Amaral ( vide carta aberta publicada no jornal Público de 28/06/2004).
As eleições antecipadas são o espectro mais que provável para o futuro polÃtico em Portugal, resta saber se serão em Setembro, Outubro ou Novembro. No entanto, é importante referir que as eleições antecipadas não são a única novidade. Enquanto nos digladiamos entre aqueles que pretendem permanecer nos seus cargos e os outros que pretendem a democracia plena em acção, o Sr. Durão Barroso, deixou-nos um legado que se vai repercutir no futuro e que trará profundos inconvenientes ao nosso futuro e ao futuro da Europa. A nova Constituição Europeia, já assinada e rectificada pelo Governo em Salónica, vai trazer uma forma de condução polÃtica impregnada nos ideais da Direita Conservadora Cristã por via de dois factos. O primeiro tem a ver com a rectificação que o Governo, ou melhor, ex-governo, fez do tratado que rectificou o texto da Constituição, e, em segundo lugar, o facto de termos, actualmente, uma maioria no Parlamento Europeu do Partido Popular Europeu. Não é necessário uma análise muito aturada para compreender que, através do que foi a reunião da NATO em Istambul, a polÃtica externa europeia, fundamentada e apoiada na Nova Constituição, vai privilegiar o combate ao terrorismo sob as premissas que têm vindo a conduzir o conflito no Iraque, ou seja, mesmo que no seio da Europa possam surgir vozes contra um conflito análogo ao do Iraque, os paÃses europeus que pretenderem, mesmo assim, violar os princÃpios que deverão nortear a nova Europa, e a Democracia em geral, bem como o Direito Internacional, podem-no fazer porque dispõem do direito a veto de decisões que digam respeito à polÃtica externa de cada um dos paÃses membros. Mais, Portugal, apesar de ter uma Lei que penaliza o Aborto, nunca poderá ver essa Lei contrariada por via do facto de que a Nova Constituição prevê que cada Estado Membro tenha o direito de reservar a sua legislação para o respeito dos seus usos e costumes, e após a assinatura da Concordata com o Vaticano, pode-se adivinhar que os usos e os costumes em Portugal, em matéria da despenalização do aborto, são católicos, ortodoxos e violadores de princÃpios básicos da liberdade e do Estado de Direito.
Esta será a primeira de várias rubricas onde procurarei explanar os prós e os contras de uma Constituição que irá a referendo sem que tenha havido qualquer tipo de debate para a organização dos princÃpios básicos que irão nortear uma tão necessária e imprescindÃvel Constituição Europeia. Por último, resta-me referir que apenas 30% da população portuguesa se afirma como sendo católica praticante, porque os restantes, divididos por outras confissões religiosas, são ao que parece católicos culturais. Não me vejo numa missa católica como quem vai a uma peça de teatro mas enfim.
quarta-feira, junho 30, 2004
terça-feira, junho 29, 2004
A verdadeira história da nomeação do presidente da União Europeia
Por detrás de cada acontecimento há sempre um lado secreto. Desta feita, a escolha do candidato perfeito para a presidência da União Europeia não foi excepção.
Fontes seguras em Bruxelas revelaram-me uma história inquietante envolvendo dois candidatos presidências em que um dos candidatos foi preferido em detrimento de outro, por motivos que eu classifico como sendo, no mÃnimo, injustos. Estamos nada mais, nada menos do que a falar de Durão Barroso e Elmer Fudd.
Aqui vamos revelar os relatórios de ambos candidatos, e ler com espanto, a quantidade de injustiças perpetradas ao tão nobre candidato, Elmer Fudd, para benefÃcio explÃcito e descarado de Durão Barroso. Ora eis o relatório elaborado sobre ambos os candidatos traduzido para português.
Candidato Presidencial número um:
Nome: Durão Barroso
Background PolÃtico: Activista do PCTP-MRPP enquanto jovem, lambe botas mais tarde num partido indefinido entre o que der mais votos, esquerda ou direita.
Qualidades IntrÃnsecas: Faz de ludibriar uma arte, tem o condão de desaparecer quando a situação está muito perigosa crê-se que seja o Houdini do século XXI. Tem uma predilecção especial pelo poder e é bem comportado. Faz tudo o que lhe mandarem e é obediente como um cão.
Ponto negativos: Quando mente tremelica do olho esquerdo, tem a tendência de agravar as asneiras que faz quando as tenta explicar. Consegue manter um discurso durante horas sem adiantar absolutamente nada, qual condor a circular sobre a carcaça.
Candidato Número dois
Nome: Elmer Fudd
Background PolÃtico : Que se saiba não possui qualquer historial polÃtico definido e deliberado. Participou em algumas curtas-metragens norte Americanas durante a Segunda Grande Guerra.
Qualidades intrÃnsecas: A tenacidade e o espÃrito de luta são o seu cartão de visita. Ã� mais de sessenta anos que persegue o mesmo Coelho sem desistir, apesar dos seus confrontos com o referido Coelho serem sempre bastante duros e explosivos.
Pontos menos positivos: Não se lhe conhece qualquer tipo de orientação polÃtica senão a orientação dos indivÃduos que, ocasionalmente, o desenham, pelo que, os intermediários aqui poderão constituir um problema sério. A sua fixação pela perseguição a aquele coelho poderá trazer alguns problemas. Apesar de ser muito fácil convencê-lo que o coelho não existe, existindo sim um outro coelhinho chamado terrorismo, é de crer que Elmer Fudd ficaria tão fixado pelo coelho, ou melhor, no terrorismo, que poderia querê-lo só para ele. Queremos um cãozinho de caça que abata a presa e a traga, a abanar o rabo, à espera de uma mÃsera recompensa.
Analisados os perfis dos dois candidatos eis o que escreveram e a decisão que tomaram.
“…è a nossa convicção que o candidato Durão Barroso seja o candidato perfeito para o cargo por um motivo, forte no nosso ver, e que determinou a nossa decisão. Durão Barroso, ao contrário de Elmer Fudd, não quer o Coelho só para ele. Motiva-se apenas com a noção vaga de poder e é mais fácil de manipular comparativamente com Elmer Fudd que necessita de um batalhão de desenhadores para meter o boneco a discursar. Assim escolhemos o boneco Durão Barroso por ser mais obediente e economicamente mais viável, enquanto a tecnologia dos cartoons não trouxer uma solução economicamente mais viável…�
Ora como a vós, também a mim me chocou tamanha injustiça perpetrada contra tão nobre e simpática personagem como é Elmer Fudd. Como tal, movi-me do propósito de fazer aqui um petição a favor de Elmer Fudd, intitulada:
Elmer Fudd to the Presidency or burst !
Conto com o vosso apoio para uma possÃvel candidatura, de última hora, de um candidato que fará de certeza absoluta melhor figura que Durão Barroso.
I´ll be the puésident!!
That´s all folks!!
Fontes seguras em Bruxelas revelaram-me uma história inquietante envolvendo dois candidatos presidências em que um dos candidatos foi preferido em detrimento de outro, por motivos que eu classifico como sendo, no mÃnimo, injustos. Estamos nada mais, nada menos do que a falar de Durão Barroso e Elmer Fudd.
Aqui vamos revelar os relatórios de ambos candidatos, e ler com espanto, a quantidade de injustiças perpetradas ao tão nobre candidato, Elmer Fudd, para benefÃcio explÃcito e descarado de Durão Barroso. Ora eis o relatório elaborado sobre ambos os candidatos traduzido para português.
Candidato Presidencial número um:
Nome: Durão Barroso
Background PolÃtico: Activista do PCTP-MRPP enquanto jovem, lambe botas mais tarde num partido indefinido entre o que der mais votos, esquerda ou direita.
Qualidades IntrÃnsecas: Faz de ludibriar uma arte, tem o condão de desaparecer quando a situação está muito perigosa crê-se que seja o Houdini do século XXI. Tem uma predilecção especial pelo poder e é bem comportado. Faz tudo o que lhe mandarem e é obediente como um cão.
Ponto negativos: Quando mente tremelica do olho esquerdo, tem a tendência de agravar as asneiras que faz quando as tenta explicar. Consegue manter um discurso durante horas sem adiantar absolutamente nada, qual condor a circular sobre a carcaça.
Candidato Número dois
Nome: Elmer Fudd
Background PolÃtico : Que se saiba não possui qualquer historial polÃtico definido e deliberado. Participou em algumas curtas-metragens norte Americanas durante a Segunda Grande Guerra.
Qualidades intrÃnsecas: A tenacidade e o espÃrito de luta são o seu cartão de visita. Ã� mais de sessenta anos que persegue o mesmo Coelho sem desistir, apesar dos seus confrontos com o referido Coelho serem sempre bastante duros e explosivos.
Pontos menos positivos: Não se lhe conhece qualquer tipo de orientação polÃtica senão a orientação dos indivÃduos que, ocasionalmente, o desenham, pelo que, os intermediários aqui poderão constituir um problema sério. A sua fixação pela perseguição a aquele coelho poderá trazer alguns problemas. Apesar de ser muito fácil convencê-lo que o coelho não existe, existindo sim um outro coelhinho chamado terrorismo, é de crer que Elmer Fudd ficaria tão fixado pelo coelho, ou melhor, no terrorismo, que poderia querê-lo só para ele. Queremos um cãozinho de caça que abata a presa e a traga, a abanar o rabo, à espera de uma mÃsera recompensa.
Analisados os perfis dos dois candidatos eis o que escreveram e a decisão que tomaram.
“…è a nossa convicção que o candidato Durão Barroso seja o candidato perfeito para o cargo por um motivo, forte no nosso ver, e que determinou a nossa decisão. Durão Barroso, ao contrário de Elmer Fudd, não quer o Coelho só para ele. Motiva-se apenas com a noção vaga de poder e é mais fácil de manipular comparativamente com Elmer Fudd que necessita de um batalhão de desenhadores para meter o boneco a discursar. Assim escolhemos o boneco Durão Barroso por ser mais obediente e economicamente mais viável, enquanto a tecnologia dos cartoons não trouxer uma solução economicamente mais viável…�
Ora como a vós, também a mim me chocou tamanha injustiça perpetrada contra tão nobre e simpática personagem como é Elmer Fudd. Como tal, movi-me do propósito de fazer aqui um petição a favor de Elmer Fudd, intitulada:
Elmer Fudd to the Presidency or burst !
Conto com o vosso apoio para uma possÃvel candidatura, de última hora, de um candidato que fará de certeza absoluta melhor figura que Durão Barroso.
I´ll be the puésident!!
That´s all folks!!
segunda-feira, junho 28, 2004
Democracy in action
Em tempos, a quando das eleições europeias, carpimos as mágoas de um povo que não participou, que se esqueceu dos seus deveres e não direitos como alguns pensam, e que deixou Portugal com a infame cifra de 62% de abstenção. Contudo, os últimos desenvolvimentos, originados por este furacão polÃtico do gracejar dos partidos populares ao oferecer um brinquedo, chamado poder, a uma criança ávida de brincadeira, trouxeram uma instabilidade no PaÃs com divisões entre aqueles que pensam de uma forma democrática, propondo eleições antecipadas, pois afinal ainda nos é garantido escolher o nosso Primeiro-Ministro, até ver, e os outros que pensam que o universo de escolhas polÃticas se restringe a um partido e uma muleta inexpressiva coligada.
Não pude deixar de ficar contente pela demonstração, ontem em frente ao palácio de São Bento, de cerca de 2500 pessoas manifestando-se contra a nomeação, hierárquica, de Santana Lopes como Primeiro-Ministro. Claro que essas pessoas chegaram lá, supostamente por SMS anónimos e não intencionados, enviados por milhares de pessoas que convocaram uma autêntica “corrente de forçaâ€�. Claro que alguém esteve por detrás desta corrente de força mas o que importa afinal é que moveu as pessoas e não apenas as pessoas das bandeirinhas e dos discursos doutrinados deste ou daquele partido. Foi uma manifestação democrática no verdadeiro sentido, ao contrário das manifestações espontâneas convocadas por um lÃder qualquer de uma juventude partidária de coligação que, de Democracia nada sabe mas também como não saiu ainda dos cueirinhos não se pode levar a mal.
Entretanto, no próprio partido PSD, as peças do xadrez movimentam-se freneticamente de forma a garantir que velhas rivalidades internas e poleiros não caÃam em mãos alheias. A ministra Ferreira Leite afirma que é imprescindÃvel a convocação de um congresso extraordinário para eleger o sucessor natural de Durão Barroso. Pois como se de uma monarquia se tratasse, estamos em pulgas para saber qual será o próximo Rei Laranja, sendo sincero, em pulgas não estou, estou sim a tentar ser irónico pois não creio que ainda seja possÃvel nomear um primeiro-ministro através de um congresso mas, desde que vi um porco a andar de bicicleta, hoje em dia acredito em tudo.
La piéce de resistence, Sampaio, será que vai ter the balls para convocar, sendo a mais lógica ideia de todas as lógicas possÃveis, eleições antecipadas? Eu já vos contei a história do porco e da bicicleta não já?
Não pude deixar de ficar contente pela demonstração, ontem em frente ao palácio de São Bento, de cerca de 2500 pessoas manifestando-se contra a nomeação, hierárquica, de Santana Lopes como Primeiro-Ministro. Claro que essas pessoas chegaram lá, supostamente por SMS anónimos e não intencionados, enviados por milhares de pessoas que convocaram uma autêntica “corrente de forçaâ€�. Claro que alguém esteve por detrás desta corrente de força mas o que importa afinal é que moveu as pessoas e não apenas as pessoas das bandeirinhas e dos discursos doutrinados deste ou daquele partido. Foi uma manifestação democrática no verdadeiro sentido, ao contrário das manifestações espontâneas convocadas por um lÃder qualquer de uma juventude partidária de coligação que, de Democracia nada sabe mas também como não saiu ainda dos cueirinhos não se pode levar a mal.
Entretanto, no próprio partido PSD, as peças do xadrez movimentam-se freneticamente de forma a garantir que velhas rivalidades internas e poleiros não caÃam em mãos alheias. A ministra Ferreira Leite afirma que é imprescindÃvel a convocação de um congresso extraordinário para eleger o sucessor natural de Durão Barroso. Pois como se de uma monarquia se tratasse, estamos em pulgas para saber qual será o próximo Rei Laranja, sendo sincero, em pulgas não estou, estou sim a tentar ser irónico pois não creio que ainda seja possÃvel nomear um primeiro-ministro através de um congresso mas, desde que vi um porco a andar de bicicleta, hoje em dia acredito em tudo.
La piéce de resistence, Sampaio, será que vai ter the balls para convocar, sendo a mais lógica ideia de todas as lógicas possÃveis, eleições antecipadas? Eu já vos contei a história do porco e da bicicleta não já?
sábado, junho 26, 2004
Campeonato da Europa afinal não é cá em Portugal
O Tratado de Salónica, do qual foi obreiro o Sr. D´Estaign, resultou, espantosamente, numa Constituição Europeia a referendar em Janeiro próximo pelos Europeus. È importante referir antes que tudo que, nunca uma conferência de ministros de vários paÃses aprovou, ou atribuà legitimidade à criação, de uma Nova Constituição, sem a consulta prévia dos parlamentos nacionais que esses ministros representam, ou seja, o Povo. O que se passa neste momento é, sem margem para dúvidas, a imposição de uma Constituição Europeia que terá poder supremo sobre várias matérias a que a legislação de cada estado membro diz respeito, aparentemente. Até aqui nada de novo, pois este é o caminho que a Europa terá que ter se, de uma vez por todas, pretender realmente passar de um projecto para uma realidade concreta e unÃssona. No entanto, temos que realçar vários aspectos, não somente acerca da Constituição em si mas também acerca da vontade, ou não, por parte dos europeus, de terem uma Constituição e, querendo-a, em que moldes e nem em que áreas deverá esta incidir. Não nos estamos a inteirar, nem a perspectivar correctamente, o que é, nem porque foi, criada esta Constituição Europeia e muito menos por quem, ou melhor até sabemos, mas vamos fingir que não nos apercebemos que os governos de Direita pró Norte-Americanos, derrotados nas últimas eleições, estão a ver o poleiro a fugir-lhes não tarda muito.
As últimas eleições europeias e as alterações no xadrez polÃtico que estas irão introduzir no futuro mais próximo, entenda-se uma viragem generalizada à esquerda, precipitaram fortemente a criação de uma Constituição que, nada mais é do que uma boa intenção e uma pratica insuficiente como têem vindo a ser os sucessivos Tratados.
Quando a Inglaterra afirma que rectifica o tratado desde que não haja, por parte da união europeia, interferência nos assuntos de polÃtica monetária (querem ficar fora do Euro definitivamente, não basta já em futebol, querem também na moeda), defesa ( tem que ser alimentada a guerra no Iraque senão a BP deixa de financiar os partidos polÃticos ingleses) e negócios estrangeiros, e quando, paÃses como a França, a Alemanha e a Espanha procuram cimentar as suas posições através da alteração da regra dos 60% para 55% de representatividade para promulgação de normas comunitárias tornando, desta forma, mais fácil a rectificação de normas pelos vários eixos amigos dos quais os paÃses mais pequenos são peanuts. Nada de bom se deixa antever para o futuro da Comunidade Europeia. Ora, se o maior problema, gerado nos últimos tempos, na União Europeia, foi a separação de vários paÃses devido à questão do Iraque, agora, a sua vida está mais facilitada e, consequentemente, os seus programas e indústrias militares também, quando quaisquer resoluções, emitidas pela União Europeia, forem contrárias à s intenções de certos paÃses em violarem o Direito Internacional e todas as convenções internacionais, poderem ser ignoradas sem qualquer espécie de sancionamento por parte da União pois, a Constituição Europeia prevê que as polÃticas de defesa e negócios estrangeiros de cada estado membro sejam sempre respeitadas.
Apesar de haver muito a dizer acerca desta “Constituição� Europeia, não se pretende tornar o Raminhos num livro sobre a Constituição Europeia, mas sim um local de debate de vários aspectos da Constituição Europeia, pelo que, e será aqui no raminhos dito, em vários posts, o que significa, e também, o que implica, esta Constituição Europeia.
Quanto a Portugal e ao seu primeiro-ministro, não será de esperar qualquer tipo de atitude digna senão a saÃda de Durão Barroso para ocupar o Cargo, a que foi convidado, até ver, de presidente da União Europeia. Só alguém como Durão Barroso, desprovido de espinha dorsal, aceitaria um cargo e, seria também escolhido, se não tivesse um apetite voraz como o dele pelo poder de qualquer maneira. Para mais a Coligação PSD/PP, desde que perdeu as eleições europeias, não tem, se fosse dirigida por pessoas com escrúpulos, condições para governar o paÃs, quanto mais rectificar um tratado na Europa já que não representa a maioria dos portugueses no Parlamento Europeu. Assim digo, Durão adeus ou vai-te embora e venham daà as eleições e o referendo para ser chumbado.
As últimas eleições europeias e as alterações no xadrez polÃtico que estas irão introduzir no futuro mais próximo, entenda-se uma viragem generalizada à esquerda, precipitaram fortemente a criação de uma Constituição que, nada mais é do que uma boa intenção e uma pratica insuficiente como têem vindo a ser os sucessivos Tratados.
Quando a Inglaterra afirma que rectifica o tratado desde que não haja, por parte da união europeia, interferência nos assuntos de polÃtica monetária (querem ficar fora do Euro definitivamente, não basta já em futebol, querem também na moeda), defesa ( tem que ser alimentada a guerra no Iraque senão a BP deixa de financiar os partidos polÃticos ingleses) e negócios estrangeiros, e quando, paÃses como a França, a Alemanha e a Espanha procuram cimentar as suas posições através da alteração da regra dos 60% para 55% de representatividade para promulgação de normas comunitárias tornando, desta forma, mais fácil a rectificação de normas pelos vários eixos amigos dos quais os paÃses mais pequenos são peanuts. Nada de bom se deixa antever para o futuro da Comunidade Europeia. Ora, se o maior problema, gerado nos últimos tempos, na União Europeia, foi a separação de vários paÃses devido à questão do Iraque, agora, a sua vida está mais facilitada e, consequentemente, os seus programas e indústrias militares também, quando quaisquer resoluções, emitidas pela União Europeia, forem contrárias à s intenções de certos paÃses em violarem o Direito Internacional e todas as convenções internacionais, poderem ser ignoradas sem qualquer espécie de sancionamento por parte da União pois, a Constituição Europeia prevê que as polÃticas de defesa e negócios estrangeiros de cada estado membro sejam sempre respeitadas.
Apesar de haver muito a dizer acerca desta “Constituição� Europeia, não se pretende tornar o Raminhos num livro sobre a Constituição Europeia, mas sim um local de debate de vários aspectos da Constituição Europeia, pelo que, e será aqui no raminhos dito, em vários posts, o que significa, e também, o que implica, esta Constituição Europeia.
Quanto a Portugal e ao seu primeiro-ministro, não será de esperar qualquer tipo de atitude digna senão a saÃda de Durão Barroso para ocupar o Cargo, a que foi convidado, até ver, de presidente da União Europeia. Só alguém como Durão Barroso, desprovido de espinha dorsal, aceitaria um cargo e, seria também escolhido, se não tivesse um apetite voraz como o dele pelo poder de qualquer maneira. Para mais a Coligação PSD/PP, desde que perdeu as eleições europeias, não tem, se fosse dirigida por pessoas com escrúpulos, condições para governar o paÃs, quanto mais rectificar um tratado na Europa já que não representa a maioria dos portugueses no Parlamento Europeu. Assim digo, Durão adeus ou vai-te embora e venham daà as eleições e o referendo para ser chumbado.
quarta-feira, junho 23, 2004
THE TEN THINGS I DISLIKE THE MOST ABOUT COMMON LIFE 5
Compras
Consegue-me tirar completamente do sério o simples acto de fazer compras. Nos hipermercados, onde hordas de pessoas invadem um espaço dispostas a conquistar tudo o que se mexer, sem tréguas e sem dó nem piedade, sou um pequeno monge, supostamente neutro, que tem que se deslocar, aos arrepelões, por entre essas hordas de gente que procuram consumir. É claro que hoje em dia ninguém se livra de ser consumista, nem quero ser mais papista que o Papa mas, vamos lá a ver as coisas como elas são, duas noites passadas ao relento para serem “presenteadosâ€� com um vale desconto de 100 € num superfÃcie comercial que vende pincha velhos não será um bocadinho demais? Nunca consegui entender o porquê de tanta gente fazer, dos centros comerciais, o seu local de lazer. È cansativo andar à s voltas por esses centros comerciais a cheirar a sanitário fresco e a pipocas, não se compra nada, até porque é demasiado caro e nem foi esse o propósito da visita, mas sonha-se com o que se vê na televisão.
As compras nas lojas de roupa são, por excelência, as mais sangrentas para o meu espÃrito de paz. Quando escolhemos uma peça de roupa, de cor amarelo mostarda, e perguntamos à amável moça, geralmente muito engraçadinha, como fica, a resposta fica sempre num: “ olhe que até fica bem!â€� ou “ é o seu estilo, a sua caraâ€� adoro fazer isto, o que me faz pensar se não serei masoquista até certo ponto. Pode ser evitada a tragédia, ou melhor, pode-se evitar o mal menor ao amavelmente recusar a ajuda solÃcita da moçoila que nos atende mas, quando chega a vez de ir provar a peça de roupa, quando voltas da cabine e te olhas ao espelho e vês que parece que vestiste uma serapilheira, volta de novo o : “ olhe que até fica bem!â€� ou “ é o seu estilo, a sua caraâ€�.
Na vida comum, o que me chateia até não é o simples acto de fazer compras, ou melhor, a minha relação com essa actividade tão necessária, note-se, quando realmente é necessária, mas sim todo o ambiente compulsivo-consumista da sociedade em que vivemos e em especial aqui em Portugal. No outro dia não pude deixar de evitar ouvir uma conversa entre dois casais em que um dos moçoilos dissera que iria acabar o contrato com a empresa porque esta iria fechar, e assim sendo, a situação iria ser difÃcil e todos os pormenores adjacentes a uma conversa cujo que o tema é o desemprego. Até aqui tudo bem, nada de invulgar na conversa, o pior veio depois, ou seja, quando o moçoilo que disse que iria perder o emprego se vira para o outro moçoilo e diz que tinha acabado de adquirir uma máquina foto gráfica digital de 400 e tal euros. Isto será normal?
No ano transacto as vendas de artigos de desejo ou luxo aumentaram cerca de 8,3% em relação ao ano anterior. O abandono escolar aumentou também por força do crescente aumento no nÃvel de desemprego. Portugal é o paÃs, dentro da Comunidade Europeia, com o maior número de telemóveis per capita. No entanto, não há 40 € para ir ao teatro, nem adquirir livros, nem viajar. São opções que se tomam na vida mas que na esmagadora maioria dos casos, em Portugal, é inconsciente, self-imposed, compulsiva, latente e acima de tudo, indiciadora de um défice enorme de cultura de um povo que votou tantas vezes em vários apaixonados pela educação.
As novelas mostram um engenheiro com uma criada interna e os três filhotes alegres entre o colégio, as aulas de equitação e as viagens, de estudo ao estrangeiro. A dona Alzira, algures no seu imaginário, pensa que realmente até pode ser assim e espera o próximo episódio, nos entretantos, vai ao hipermercado e vê aquilo que quer e que não quer, como qualquer manÃaco-depressivo faria, adquire, procura, sonha, dá escape à ansiedade e nada mais.
Consegue-me tirar completamente do sério o simples acto de fazer compras. Nos hipermercados, onde hordas de pessoas invadem um espaço dispostas a conquistar tudo o que se mexer, sem tréguas e sem dó nem piedade, sou um pequeno monge, supostamente neutro, que tem que se deslocar, aos arrepelões, por entre essas hordas de gente que procuram consumir. É claro que hoje em dia ninguém se livra de ser consumista, nem quero ser mais papista que o Papa mas, vamos lá a ver as coisas como elas são, duas noites passadas ao relento para serem “presenteadosâ€� com um vale desconto de 100 € num superfÃcie comercial que vende pincha velhos não será um bocadinho demais? Nunca consegui entender o porquê de tanta gente fazer, dos centros comerciais, o seu local de lazer. È cansativo andar à s voltas por esses centros comerciais a cheirar a sanitário fresco e a pipocas, não se compra nada, até porque é demasiado caro e nem foi esse o propósito da visita, mas sonha-se com o que se vê na televisão.
As compras nas lojas de roupa são, por excelência, as mais sangrentas para o meu espÃrito de paz. Quando escolhemos uma peça de roupa, de cor amarelo mostarda, e perguntamos à amável moça, geralmente muito engraçadinha, como fica, a resposta fica sempre num: “ olhe que até fica bem!â€� ou “ é o seu estilo, a sua caraâ€� adoro fazer isto, o que me faz pensar se não serei masoquista até certo ponto. Pode ser evitada a tragédia, ou melhor, pode-se evitar o mal menor ao amavelmente recusar a ajuda solÃcita da moçoila que nos atende mas, quando chega a vez de ir provar a peça de roupa, quando voltas da cabine e te olhas ao espelho e vês que parece que vestiste uma serapilheira, volta de novo o : “ olhe que até fica bem!â€� ou “ é o seu estilo, a sua caraâ€�.
Na vida comum, o que me chateia até não é o simples acto de fazer compras, ou melhor, a minha relação com essa actividade tão necessária, note-se, quando realmente é necessária, mas sim todo o ambiente compulsivo-consumista da sociedade em que vivemos e em especial aqui em Portugal. No outro dia não pude deixar de evitar ouvir uma conversa entre dois casais em que um dos moçoilos dissera que iria acabar o contrato com a empresa porque esta iria fechar, e assim sendo, a situação iria ser difÃcil e todos os pormenores adjacentes a uma conversa cujo que o tema é o desemprego. Até aqui tudo bem, nada de invulgar na conversa, o pior veio depois, ou seja, quando o moçoilo que disse que iria perder o emprego se vira para o outro moçoilo e diz que tinha acabado de adquirir uma máquina foto gráfica digital de 400 e tal euros. Isto será normal?
No ano transacto as vendas de artigos de desejo ou luxo aumentaram cerca de 8,3% em relação ao ano anterior. O abandono escolar aumentou também por força do crescente aumento no nÃvel de desemprego. Portugal é o paÃs, dentro da Comunidade Europeia, com o maior número de telemóveis per capita. No entanto, não há 40 € para ir ao teatro, nem adquirir livros, nem viajar. São opções que se tomam na vida mas que na esmagadora maioria dos casos, em Portugal, é inconsciente, self-imposed, compulsiva, latente e acima de tudo, indiciadora de um défice enorme de cultura de um povo que votou tantas vezes em vários apaixonados pela educação.
As novelas mostram um engenheiro com uma criada interna e os três filhotes alegres entre o colégio, as aulas de equitação e as viagens, de estudo ao estrangeiro. A dona Alzira, algures no seu imaginário, pensa que realmente até pode ser assim e espera o próximo episódio, nos entretantos, vai ao hipermercado e vê aquilo que quer e que não quer, como qualquer manÃaco-depressivo faria, adquire, procura, sonha, dá escape à ansiedade e nada mais.
terça-feira, junho 22, 2004
Toilet Phobia
Esta história é demais. Já ouvir falar de pessoas que sofrem de claustrofobia, aracnofobia e muitas outras fobias mas de casa de banho??? A história desta senhora sul-africana é demais e pôs-me pensar. Como é que ela faz quando tem necessidades fisiológicas?
Bom a Ã�frica do Sul tem muito mato mas esperem lá aÃ! nem tanto ao Mar nem tanto à Terra.
Bom a Ã�frica do Sul tem muito mato mas esperem lá aÃ! nem tanto ao Mar nem tanto à Terra.
O miúdo anda maluco!
O Cristiano Ronaldo anda com o gás todo. " contra a inglaterra é cair-lhes em cima e dar porrada" ganda maluco, até os comemos carago.
A experiência do elogio
- Pessoas como a menina são uma raridade na rua!
Quando o Sr. Carlos, de barba rija comprida e de olhar penetrante, sai do comboio e desce a avenida, carregado de sacos de mercadoria,com o seu sotaque à moda do Porto, vem sempre saber se queremos alguma coisa, a sua conversa favorita no harém, entre a tipica conversa do puerto , a selecçon e os morcões da sociedade. E lá vai vendendo umas camisolas e relógios,está com pouco trabalho mas incrivelmente feliz e fá-lo pelos seus filhos..
- Estou atarefada também, homem, não está a ver? Não estou a sorrir, o senhor está a ver? Vá-se embora!(diz o meu eco dentro de mim -espero que não se tenha ouvido...)
-A sério! pessoas como a menina, é uma raridade encontrar na rua!
Como disse? este elogio fez-me levantar a cabeça e não esconder o embaraço que me fez sentir, no meio de gargalhadas soltas dos colegas. Não gosto de elogios, elogios são vendas de palavras que ponho de parte numa arrecadação. Se calhar, ficava bem dizer um agradecimento, não mereço, nem encontro palavras.
-se calhar não devia sair mesmo à rua( ups, desta vez é que falei mesmo!- e sorri verdadeiramente)Agora é que lhe tenho de comprar um lenço com a bandeira de Portugal....
Mas mesmo sendo o sr. Carlos a dizer estas palavras, fico com uma estranha sensação, quando está a passar,
ai se ele cai, vai- se partir, meu coração, vai- se partir
que ouvi murmurar que sou unica, espécie rara na natureza, num estado passado. E o passado regressou no meio da saudade, tão rara e tão fatal.Ele vai partir....Alguém, sem saber o significado, procurou os defeitos e não as qualidades...isso é que eu ponho à experiência num elogio.
Meu coração, vai partir ao cair, ao ser esmagado por um elogio simples de um homem sem saber fez-me incrivelmente feliz, sem querer saber se a sinceridade é para aqui chamada. Vou estar saudosa por mais uns intantes, saborear o cheiro de lenço com a bandeira de Portugal.
Postado por Joaninha
Obrigado pelo contributo bem haja
Quando o Sr. Carlos, de barba rija comprida e de olhar penetrante, sai do comboio e desce a avenida, carregado de sacos de mercadoria,com o seu sotaque à moda do Porto, vem sempre saber se queremos alguma coisa, a sua conversa favorita no harém, entre a tipica conversa do puerto , a selecçon e os morcões da sociedade. E lá vai vendendo umas camisolas e relógios,está com pouco trabalho mas incrivelmente feliz e fá-lo pelos seus filhos..
- Estou atarefada também, homem, não está a ver? Não estou a sorrir, o senhor está a ver? Vá-se embora!(diz o meu eco dentro de mim -espero que não se tenha ouvido...)
-A sério! pessoas como a menina, é uma raridade encontrar na rua!
Como disse? este elogio fez-me levantar a cabeça e não esconder o embaraço que me fez sentir, no meio de gargalhadas soltas dos colegas. Não gosto de elogios, elogios são vendas de palavras que ponho de parte numa arrecadação. Se calhar, ficava bem dizer um agradecimento, não mereço, nem encontro palavras.
-se calhar não devia sair mesmo à rua( ups, desta vez é que falei mesmo!- e sorri verdadeiramente)Agora é que lhe tenho de comprar um lenço com a bandeira de Portugal....
Mas mesmo sendo o sr. Carlos a dizer estas palavras, fico com uma estranha sensação, quando está a passar,
ai se ele cai, vai- se partir, meu coração, vai- se partir
que ouvi murmurar que sou unica, espécie rara na natureza, num estado passado. E o passado regressou no meio da saudade, tão rara e tão fatal.Ele vai partir....Alguém, sem saber o significado, procurou os defeitos e não as qualidades...isso é que eu ponho à experiência num elogio.
Meu coração, vai partir ao cair, ao ser esmagado por um elogio simples de um homem sem saber fez-me incrivelmente feliz, sem querer saber se a sinceridade é para aqui chamada. Vou estar saudosa por mais uns intantes, saborear o cheiro de lenço com a bandeira de Portugal.
Postado por Joaninha
Obrigado pelo contributo bem haja
Oferece-se
Oferece-se uma gripe a quem provar estima-la bem. Como bónus ofereco também uma sinusite.
Grrr.....ó gripe vai-te embora!!!
Grrr.....ó gripe vai-te embora!!!
TEN THINGS I DISLIKE THE MOST ABOUT COMMON LIFE 4
A intolerância definida como a incapacidade para compreender o mundo mediante a perspectiva dos outros, é uma caracterÃstica ou traço de personalidade que me constrange gravemente na minha relação inter pares. Por vezes não consigo lidar com essas situações que, por tentativa minha, procuro sempre ultrapassar com a tolerância e a tentativa de partilha de pensamentos e opiniões, esmagada quase sempre pela latente e galopante intolerância.
Vivemos hoje numa sociedade em que a informação é veiculada facilmente de uma forma rápida e acessÃvel. Vivemos o dia, a hora, o minuto, consumimos a informação, moldamos a informação, digerimos a informação, é-nos servida em doses de agradável aspecto diariamente, mexemos entre o lixo informativo que nos é bombardeado incessantemente pelos canais de informação mediática. Procuramos e cuidamos a linguagem, os mecanismos linguÃsticos, tossicamos a informação que jorra pelos canais. E no fim, o que nos resta? Frases enigmáticas sintomáticas de uma congestão colectiva de informação desgarrada.
“ Eu cá não tenho problemas nenhuns com os pretos, até há gajos fixes que são pretos, é pena andarem aà a roubar.�
“ Eu não me importava nada de andar com uma africana casar é que não.�
Assusto-me por vezes com o radicalismo, que passou já pela retina ao ler tão graves palavras mas, há que discutir conceitos, trocar ideias, pensamentos, aprender a ver o mundo na perspectiva dos outros, por mais que não seja para reforçar solidamente a nossa visão.
Serei puro de intolerância?
Resposta: Vi um documentário acerca da situação económica da Argentina algum tempo atrás. Pensei ter uma conceitualização segura do que é a pobreza e do que isso envolve, e consequentemente, as ideias para a sociedade onde estou inserido beberam dessa conceitualização e moldaram o meu pensamento sobre o que está errado. No entanto, e enquanto via esse documentário, a conceitualização que eu trazia de um pobre, mudou. Ingenuidade talvez, mas a ideia que tinha de um pobre é alguém que vive numa barraca, veste mal, anda a pé e não de carro. Nesse documentário apercebi-me de uma conceitualização nova acerca da pobreza. Vivem 170 famÃlias na lixeira de Buenos Aires, o seu sustento depende do camião que traz o lixo da cidade de Buenos Aires. Vivem entre o lixo, comem o lixo, brincam no lixo, amam-se no lixo e morrem no lixo. Depois disto imaginei todas as conversas que tive e que poderia ter acerca da pobreza e apercebi-me que, por momentos na minha vida, fui intolerante agarrei as minhas ideias como as mais válidas, os meus conceitos como insuperáveis ou quase, pensei que tinha uma noção concreta de pobreza e não a tinha. Desde então, procuro transmitir o que sei, beber dos outros o que não sei e partilhar e tentar ver o mundo na perspectiva dos outros. Umas vezes aprendi outras reforcei as minhas ideias.
Vivemos hoje numa sociedade em que a informação é veiculada facilmente de uma forma rápida e acessÃvel. Vivemos o dia, a hora, o minuto, consumimos a informação, moldamos a informação, digerimos a informação, é-nos servida em doses de agradável aspecto diariamente, mexemos entre o lixo informativo que nos é bombardeado incessantemente pelos canais de informação mediática. Procuramos e cuidamos a linguagem, os mecanismos linguÃsticos, tossicamos a informação que jorra pelos canais. E no fim, o que nos resta? Frases enigmáticas sintomáticas de uma congestão colectiva de informação desgarrada.
“ Eu cá não tenho problemas nenhuns com os pretos, até há gajos fixes que são pretos, é pena andarem aà a roubar.�
“ Eu não me importava nada de andar com uma africana casar é que não.�
Assusto-me por vezes com o radicalismo, que passou já pela retina ao ler tão graves palavras mas, há que discutir conceitos, trocar ideias, pensamentos, aprender a ver o mundo na perspectiva dos outros, por mais que não seja para reforçar solidamente a nossa visão.
Serei puro de intolerância?
Resposta: Vi um documentário acerca da situação económica da Argentina algum tempo atrás. Pensei ter uma conceitualização segura do que é a pobreza e do que isso envolve, e consequentemente, as ideias para a sociedade onde estou inserido beberam dessa conceitualização e moldaram o meu pensamento sobre o que está errado. No entanto, e enquanto via esse documentário, a conceitualização que eu trazia de um pobre, mudou. Ingenuidade talvez, mas a ideia que tinha de um pobre é alguém que vive numa barraca, veste mal, anda a pé e não de carro. Nesse documentário apercebi-me de uma conceitualização nova acerca da pobreza. Vivem 170 famÃlias na lixeira de Buenos Aires, o seu sustento depende do camião que traz o lixo da cidade de Buenos Aires. Vivem entre o lixo, comem o lixo, brincam no lixo, amam-se no lixo e morrem no lixo. Depois disto imaginei todas as conversas que tive e que poderia ter acerca da pobreza e apercebi-me que, por momentos na minha vida, fui intolerante agarrei as minhas ideias como as mais válidas, os meus conceitos como insuperáveis ou quase, pensei que tinha uma noção concreta de pobreza e não a tinha. Desde então, procuro transmitir o que sei, beber dos outros o que não sei e partilhar e tentar ver o mundo na perspectiva dos outros. Umas vezes aprendi outras reforcei as minhas ideias.
segunda-feira, junho 21, 2004
A Espanha de Zapatero
Se no passado domingo, a Espanha, perdeu desportivamente com Portugal, avizinha-se uma vitória para a Espanha no campo dos direitos humanos se o PM espanhol, o sr. Zapatero, levar avante o projecto Lei que visa alterar a Lei da Adopção e do casamento entre casais homossexuais. Se assim for, em Espanha, será possÃvel realizar casamentos entre casais homossexuais, ao passo que, em Portugal, como na questão do aborto, continuamos a enterrar a cabeça na areia e a levar com que concidadãos nossos vejam negados direitos fundamentais de qualquer estado de direito.
O que é positivo é que espanha é já aqui ao lado. É o mal menor.
O Papa, como não podia deixar de ser, insurgiu-se contra a ideia.
O que é positivo é que espanha é já aqui ao lado. É o mal menor.
O Papa, como não podia deixar de ser, insurgiu-se contra a ideia.
THE TEN THINGS I DISLIKE THE MOST ABOUT COMMON LIFE 3
Não suporto a incompetência. Não saber fazer as tarefas que nos são destinadas, sejam elas quais forem, e independentemente do contexto, é humano e perdoável quando se parte do princÃpio de que não se nasce ensinado mas que se quer aprender.
Uma vez trabalhei numa firma onde tinha uma colega, de trabalho, que para além de não ver um boi daquilo que fazia, era do estilo pulo de coelho. Para quem é desconhecedor do estilo pulo de coelho, imaginem alguém que passa o dia inteiro a coçar a micose e que, quando se cruza com os superiores hierárquicos, desata a saltitar imprimindo um ar frenético de quem tem muito que fazer e que faz sempre tudo a horas, mas é tudo mentira é claro. Depois há sempre o colega que, pelo qual nutrimos muita pouca simpatia, mas que, ele, pensa o contrário, chagando a cabeça o dia inteiro até que, por um ataque de nervos, perdes o amor ao salário e enfias uma cabeçada. Bom não é necessário tanto, basta que peças uma transferência para Marte, ou que, por mistério, o cabo dos travões do carro da melga que trabalha contigo apareça um dia cortado.
Passo-me por vezes com os incompetentes por terem um padrão comportamental absolutamente esgotante psicologicamente para quem os tem que aturar. È que, geralmente, esses indivÃduos, fazem a mesma pergunta mais de quatro ou cinco vezes ao dia, e tu, esclareces as dúvidas, da melhor forma possÃvel, e das cem ou duzentas vezes que lhes explicas seja o que for ficas com a clara e nÃtida sensação de que estás a falar para o boneco.
Uma vez trabalhei numa firma onde tinha uma colega, de trabalho, que para além de não ver um boi daquilo que fazia, era do estilo pulo de coelho. Para quem é desconhecedor do estilo pulo de coelho, imaginem alguém que passa o dia inteiro a coçar a micose e que, quando se cruza com os superiores hierárquicos, desata a saltitar imprimindo um ar frenético de quem tem muito que fazer e que faz sempre tudo a horas, mas é tudo mentira é claro. Depois há sempre o colega que, pelo qual nutrimos muita pouca simpatia, mas que, ele, pensa o contrário, chagando a cabeça o dia inteiro até que, por um ataque de nervos, perdes o amor ao salário e enfias uma cabeçada. Bom não é necessário tanto, basta que peças uma transferência para Marte, ou que, por mistério, o cabo dos travões do carro da melga que trabalha contigo apareça um dia cortado.
Passo-me por vezes com os incompetentes por terem um padrão comportamental absolutamente esgotante psicologicamente para quem os tem que aturar. È que, geralmente, esses indivÃduos, fazem a mesma pergunta mais de quatro ou cinco vezes ao dia, e tu, esclareces as dúvidas, da melhor forma possÃvel, e das cem ou duzentas vezes que lhes explicas seja o que for ficas com a clara e nÃtida sensação de que estás a falar para o boneco.
Una piedra en el cuello
Foi assim que os jornalistas espanhóis retrataram o logro que foi, mais uma vez, a presença da selecção espanhola em competições internacionais. Nós por cá, andámos por aà a festejar, pela noite a dentro, depois de fartarmo-nos de dizer que iriamos perder o jogo porque a Espanha é isto e aquilo e assado. O futebol puxa o mais animalesco que há em nós, depressa o branco deixa de ser branco e o azul deixa de ser azul tudo está bem porque ganhámos. Qualquer das vias, pela atitude arrogante da imprensa espanhola e de alguns jogadores e pela atitude positiva dos nossos jogadores, estamos de parabéns por termos conseguido chegar aos quartos de finais do Euro 2004.
ò casillas desculpa lá dizer isto, até porque és um grande guarda-redes, mas, ora toma lá e vai buscar!!Incha cavalinho ehehehe
ò casillas desculpa lá dizer isto, até porque és um grande guarda-redes, mas, ora toma lá e vai buscar!!Incha cavalinho ehehehe
domingo, junho 20, 2004
Força Portugal!
Já que Angola e cabo verde ganharam os respectivos jogos para a qualificação do Torneio das Nações Africanas, que isso dê também alguma inspiração ou sorte para portugal levar de vencida a sua arquirival espanha.
sábado, junho 19, 2004
Parabéns Dinamarca!
Vamos ver as coisas como elas são. Um paÃs, como a Dinamarca, que tem um sistema de protecção social eficaz, que possibilita um acesso a uma educação excelente, uma protecção no desemprego eficaz e que permite, realmente, aos seus concidadãos serem livres. Só pode ser um paÃs maravilhoso.
Elegância, respeito e saber viver são elementos fundamentais para a felicidade e estabilidade emocional de um Povo. Claro está que, para tal, o sistema de protecção social não visará a sua sustentabilidade financeira, e ainda bem que assim o é, caso contrário, viverÃamos em Portugal, onde, os seus concidadãos, de um sistema de protecção social já de si deficiente, vêem, diariamente, serem eliminadas as poucas regalias que tinham, não, peço desculpa, os seus direitos, tornando-se difÃcil deste modo viver emocionalmente de uma forma estabilizada. Mas nada disto é novo, já se sabe de há muito tempo, pedância e cagança, são obstáculos intransponÃveis, ferem toda e qualquer tentativa de viver respeitando os princÃpios mais básicos da vida e a felicidade de um povo.
Assim, dou os meus sinceros parabéns à Dinamarca!! Assim vale a pena pendurar uma bandeirinha à janela!
E mais, com adeptas bonitas como são as dinamarquesas. Meu Deus! Adeus pai, adeus mãe, adeus famÃlia que eu vou partir!!
Só um senão nesta coisa toda, aquela história da monarquia não caà lá muito bem num paÃs como a Dinamarca, mas é um mal menor. Aliás, até era capaz de tolerar perfeitamente a monarquia se vivesse num paÃs como a Dinamarca.
Elegância, respeito e saber viver são elementos fundamentais para a felicidade e estabilidade emocional de um Povo. Claro está que, para tal, o sistema de protecção social não visará a sua sustentabilidade financeira, e ainda bem que assim o é, caso contrário, viverÃamos em Portugal, onde, os seus concidadãos, de um sistema de protecção social já de si deficiente, vêem, diariamente, serem eliminadas as poucas regalias que tinham, não, peço desculpa, os seus direitos, tornando-se difÃcil deste modo viver emocionalmente de uma forma estabilizada. Mas nada disto é novo, já se sabe de há muito tempo, pedância e cagança, são obstáculos intransponÃveis, ferem toda e qualquer tentativa de viver respeitando os princÃpios mais básicos da vida e a felicidade de um povo.
Assim, dou os meus sinceros parabéns à Dinamarca!! Assim vale a pena pendurar uma bandeirinha à janela!
E mais, com adeptas bonitas como são as dinamarquesas. Meu Deus! Adeus pai, adeus mãe, adeus famÃlia que eu vou partir!!
Só um senão nesta coisa toda, aquela história da monarquia não caà lá muito bem num paÃs como a Dinamarca, mas é um mal menor. Aliás, até era capaz de tolerar perfeitamente a monarquia se vivesse num paÃs como a Dinamarca.
sexta-feira, junho 18, 2004
Como seria de esperar!!!!
Esta história dos confrontos entre a polÃcia e adeptos ingleses, já me tinha feito chegar um cheiro a esturro ao meu nariz. Desconfiei, logo, da rapidez da UEFA em não caracterizar os confrontos da passada segunda - feira como holiganismo. Relatos de alguns jornalistas, no local dos confrontos em Albufeira, e até mesmo o relato de um dos detidos ingleses, indiciou a presença de elementos ´´Thiwo``( denominação atribuÃda a elementos instigadores ligados a movimentos de Extrema Direita Inglesa)nos confrontos em Albufeira. Certo é que está marcada uma reunião, a nÃvel europeu, para Lisboa, de elementos neo-nazis também referenciados como elementos do Movimento ULTRA das claques dos vários clubes Europeus.
Como devem calcular, estes jovens, não vêem cá jogar à macaca, portanto, confrontos e instigação à violência é esperada nos próximos dias em Lisboa.
Como devem calcular, estes jovens, não vêem cá jogar à macaca, portanto, confrontos e instigação à violência é esperada nos próximos dias em Lisboa.
A tÃtulo de curiosidade!!!!!
Após a 1ª grande Guerra Mundial, os soldados Portugueses, trouxeram uma série de novas influências que se repercutiram nas danças e cantares do povo por excelência. Em 1920, quando a Scotties e as two-step valses eram muito apreciadas pelas classes mais abastadas da sociedade portuguesa, os soldados portugueses que tiveram contacto com estas através das tropas inglesas e, espantem-se, pelas tropas alemães, copiaram e adaptaram antigas canções e danças a estes dois ritmos novos vindo do Norte de Europa.
Este é um dos muitos exemplos da multiplicidade da cultura portuguesa e não só, visto que, os soldados alemães e ingleses levaram com eles também algo de novo vindo algures de Portugal. Isto serve apenas para mostrar o quanto a Europa tem de diverso e de comum ao mesmo tempo pois, desde a sua génese, todos os povos europeus migraram,assimilaram, reconstruÃram e transformaram as várias culturas dos vários povos europeus que encontravam ou guerreavam.
Só mais uma coisita para aqueles jovens de cabelo rapado que se julgam ´´descendentes`` de uma nação Celta e pura e blá blá!!! os Celtas foram até aonde é hoje a Turquia, como tal, se calhar, agora vão ter que chamar aos turcos de Manos!!! Era uma cena que eu gramava à brava de ver!!!
Este é um dos muitos exemplos da multiplicidade da cultura portuguesa e não só, visto que, os soldados alemães e ingleses levaram com eles também algo de novo vindo algures de Portugal. Isto serve apenas para mostrar o quanto a Europa tem de diverso e de comum ao mesmo tempo pois, desde a sua génese, todos os povos europeus migraram,assimilaram, reconstruÃram e transformaram as várias culturas dos vários povos europeus que encontravam ou guerreavam.
Só mais uma coisita para aqueles jovens de cabelo rapado que se julgam ´´descendentes`` de uma nação Celta e pura e blá blá!!! os Celtas foram até aonde é hoje a Turquia, como tal, se calhar, agora vão ter que chamar aos turcos de Manos!!! Era uma cena que eu gramava à brava de ver!!!
Viva o Futebol!!! enquanto levamos com ele esquecemo-nos de tudo!!
Ora bem agora que Portugal vençeu a Rússia, e os portugueses estão com a tusa do mijo, melhor altura não poderia haver para libertar um pouco mais de enxofre da garganta do Governozinho que temos. O Ministro Bagão Félix, anunciou, no outro dia, o novo plano de pagamentos das prestações do SubsÃdio de Desemprego. Assim, para ter direito ao SubsÃdio de Desemprego, é necessário deter descontos nos últimos 360 dias anteriores à data do despedimento enquadrável para o pagamento de SubsÃdio de Desemprego. Ora realmente a boa notÃcia é que os prazos de pagamento foram alargados, a má notÃcia é que para quem é jovem ou está no sistema de trabalho temporário, ver-se-á, na contingência de ficar no desemprego e não ter direito a receber qualquer compensação. Para mais, quem entrar no desemprego, e esteja perto da reforma por velhice, entrará imediatamente na pensão de velhice. Tudo bem até agora mas, é necessário verificar que, atendendo á media de salários em portugal de 600 Euros mensais, quem entrar na Pensão de Velhice vê o seu rendimento reduzido radicalmente sem hipótese de escolha.
O futebol tem destas coisas que, voluntária ou involuntáriamente, serve de escudo para o anúncio deste tipo de medidas.
O inÃcio do Diploma que irá regulamentar o SubsÃdio de Desemprego começa por dizer que esta regulamentação visa garantir a sustentabilidade financeira da Segurança Social. Sempre pensei que, a Segurança Social, servia os interesses e as necessidades dos seus beneficiários e que de alguma forma a sua regulamentação prosseguia isso mesmo. ENGANEI-ME !!!!! Ora toma lá Morango!!!
Resta-nos saber o que nos reserva na manga, este Governo, se ganharmos à Espanha!!!
O futebol tem destas coisas que, voluntária ou involuntáriamente, serve de escudo para o anúncio deste tipo de medidas.
O inÃcio do Diploma que irá regulamentar o SubsÃdio de Desemprego começa por dizer que esta regulamentação visa garantir a sustentabilidade financeira da Segurança Social. Sempre pensei que, a Segurança Social, servia os interesses e as necessidades dos seus beneficiários e que de alguma forma a sua regulamentação prosseguia isso mesmo. ENGANEI-ME !!!!! Ora toma lá Morango!!!
Resta-nos saber o que nos reserva na manga, este Governo, se ganharmos à Espanha!!!
quinta-feira, junho 17, 2004
THE TEN THINGS I DISLIKE THE MOST 2
Número 2
Não suporto chegar num casamento e começarem logo a perguntinhas do género: `` que idade tens?`` ´´Ainda não estás casado?!!``xanam!!!!! o gajo das duas uma ou é homosexual, que não sou, ou então fez merda da grossa!! Libertem-se!!!! a vida não se resume a casar!!
Para mais, a união de facto, é bem mais apetecÃvel, por ser mais verdadeira, ou seja, duas pessoas que se juntam numa vida em comum, quebrando os grilhões do estigma social do casamento, vivendo um dia após o outro. Não entendo a união de facto como algo passageiro ou momentâneo, pelo contrário, é uma união selada por quem de direito, ou seja, pelo casal que a compõe. Certo é que o tema é polémica mas vejo a união de facto como algo muito sério e alternativo.
Não suporto chegar num casamento e começarem logo a perguntinhas do género: `` que idade tens?`` ´´Ainda não estás casado?!!``xanam!!!!! o gajo das duas uma ou é homosexual, que não sou, ou então fez merda da grossa!! Libertem-se!!!! a vida não se resume a casar!!
Para mais, a união de facto, é bem mais apetecÃvel, por ser mais verdadeira, ou seja, duas pessoas que se juntam numa vida em comum, quebrando os grilhões do estigma social do casamento, vivendo um dia após o outro. Não entendo a união de facto como algo passageiro ou momentâneo, pelo contrário, é uma união selada por quem de direito, ou seja, pelo casal que a compõe. Certo é que o tema é polémica mas vejo a união de facto como algo muito sério e alternativo.
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